Ontem foi aniversário de Laura: um ano! (Eu prometo fazer depois uma boa retrospectiva deste primeiro ano de maternidade aqui). Mas, este post é para comentar sobre o presente mais original que a Laura ganhou e que tem tudo à ver com as reflexões que venho escrevendo nesses seis meses de blog. O boneco veio das mãos habilidosas de minha irmã Júlia e meu cunhado Igor, acompanhado de um cartão bem simples (para ser guardado pela mãe e lido pela própria aniversariante em tempo oportuno) com as seguintes palavras:
"(...) Lembre-se que você é uma menina linda que pode ser tudo o que quiser. Na sua imaginação ou na sua vida você pode escolher o que você gosta e se empenhar para fazê-lo bem!"
"(...) Lembre-se que você é uma menina linda que pode ser tudo o que quiser. Na sua imaginação ou na sua vida você pode escolher o que você gosta e se empenhar para fazê-lo bem!"
A mensagem está de acordo com o presente: um boneco (sim, do sexo masculino!), feito de pano jeans, com boné e tatuagem. No meio de tantos outros presentes coloridos e mercadologicamente próprios para a idade, Toni (como resolvemos chamá-lo) é a imagem de um menino diferente. Ele não tem a alegria forçada dos bichinhos, a meiguice das bonequinhas, nem toca músicas agudas e repetitivas. Ele é, digamos assim, um anti-brinquedo, como os anti-heróis. Não porque não sirva para brincar, mas porque é uma opção totalmente diferente das outras. É claro que ela adorou o boneco! Assim como adora as musiquinhas, os sorrisos e as cores. Mas, o melhor de tudo isso é que Toni dá a Laura a dimensão do que é ser diferente, e de que ela pode ser ela mesma, ainda que isso signifique contrariar os padrões. Valeu Tia Júlia pela idéia genial!

