Não sei se alguém vai ler realmente este post, neste dia 30 de dezembro em que as pessoas normais estão é preocupadas com a viagem, o clima, os preparativos para a festa de fim de ano. Eu estou focada num tema completamente diferente, que apesar de ser uma novidade para mim não tem nada de glamouroso! Então, se você não se interessar em continuar essa leitura, entendo totalmente... mas se, por acaso, puder acrescentar algo ao tema, para me ajudar a perseverar na minha decisão... please, não desista! Estou efetivamente começando o desfralde de Laura! Foi dada a largada depois de alguns dias de treino e reconhecimento do terreno - ou melhor, do banheiro.
Laura só tem um ano e oito meses, alguns diriam - por que desfraldá-la precocemente? E eu, como uma apaixonada pela arqueologia do saber, devolveria a questão: desde quando desfraldar uma criança aos vinte meses é precoce? E responderia imediatamente: desde o advento das fraldas descartáveis como utencílios indispensáveis para se ter filhos. Coincidentemente ou não, alguns ramos da ciência começaram a contra-indicar radicalmente o desfralde antes dos dois anos, sugerindo que ele deve ser feito apenas quando a criança demonstrar uma série de características fisiológicas e comportamentais que são mais visíveis lá pelos quase três anos - como conseguir abaixar e levantar as calças sozinhas (leia mais nesse texto informativo). Há até aqueles que acusam o desfralde de provocar repressões sexuais graves nos indivíduos! Mas, honestamente, desconfio de toda essa "pregação" já que há poucas gerações atrás, os bebês começavam a usar o pinico com menos de um ano. Desconfio mais ainda quando leio relatos de companheiras de geração da minha filha que começaram o desfralde sem traumas aos seis meses (leia o exemplo da Lu). Ah, e não dá pra esquecer o caso do filho da Gisele Budchen, lembrado pelo post hilário da Piscar de Olhos!



