<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585</id><updated>2012-02-14T15:36:09.221-02:00</updated><category term='Promoção'/><category term='Gilles Brougère'/><category term='Parto Normal'/><category term='Série Mães que Contam'/><category term='Identidade Feminina'/><category term='Limites'/><category term='Linhas de Fuga'/><category term='Casamento'/><category term='Literatura'/><category term='Cidadania'/><category term='Brasil'/><category term='Bicicleta e Cia'/><category term='Reportagem'/><category term='Paternidade'/><category term='Creche e cia'/><category term='Poesia'/><category term='Globalização'/><category term='Michel Odent'/><category term='Aniversário'/><category term='Cultura e cia'/><category term='Alimentação'/><category term='Desfralde'/><category term='Violência'/><category term='Planejamento Familiar'/><category term='Religião'/><category term='VBAC'/><category term='Psicologia'/><category term='Gravidez'/><category term='Solidariedade'/><category term='Viagem'/><category term='Hanna Arendt'/><category term='Elizabeth Badinter'/><category term='Férias'/><category term='Canadá'/><category term='Sustentabilidade'/><category term='Paulo Freire'/><category term='Sociologia'/><category term='Enquete'/><category term='Amamentação'/><category term='Desenvolvimento'/><category term='Maternidade'/><category term='Fraldas Ecológicas'/><category term='Família'/><category term='Milton Santos'/><category term='Tania Zagury'/><category term='Educação'/><category term='Vídeo'/><category term='Política'/><category term='Dica Cultural'/><category term='Pedro Cardoso'/><category term='Suiça'/><category term='Pierre Bourdieu'/><category term='Morte'/><category term='Parto Natural'/><category term='Espera'/><category term='Pós-modenidade'/><category term='Música'/><category term='Cesariana'/><category term='Alemanha'/><category term='Brinquedos e Cia'/><category term='Edgar Morin'/><category term='Serge Moscovici'/><category term='Saúde'/><category term='Depressão pós-parto'/><category term='WMN'/><category term='Relato de Parto'/><category term='Identidade Profissional'/><category term='Donald Winnicott'/><category term='Corujice'/><category term='Orientação para pais'/><category term='Vacinação'/><category term='Bauman'/><category term='Consumo Consciente'/><category term='Parto Domiciliar'/><category term='Feminismo'/><category term='França'/><title type='text'>What Mommy Needs</title><subtitle type='html'>Assista nosso vídeo na página de Boas Vindas!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>219</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2237657240930062721</id><published>2012-02-10T13:53:00.000-02:00</published><updated>2012-02-10T13:53:20.185-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Linhas de Fuga'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Suiça'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Você está disposto a pagar por uma sociedade mais saudável?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu sou uma ávida por documentários. Adoro reportagens investigativas e filmes que me fazem pensar sobre a realidade. Há um mundo de informações sobre saúde e sustentabilidade que podem nos ajudar a tomar decisões bem simples no dia dia - decisões que podem mudar nossos destinos, os de nossos filhos e de nossas cidades. E ultimamente&amp;nbsp;tenho me perguntado sobre o que eu faço em relação a essas&amp;nbsp;informações que chegam de vez em quando pra mim através de histórias e imagens maravilhosas. Há tanta coisa a se fazer e ao mesmo tempo fico com uma sensação de impotência. Mas, acho que aos poucos, com minhas escolhas e com os meus textos, posso alcançar interlocutores e encontrar formas de ativismo concretas. Só o fato de selecionar melhor os produtos que compro no mercado já fazem uma diferença, sabia?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por exemplo, eu gosto muito de ver um programa&amp;nbsp;suíço chamado &lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2639068505175699585" target="_blank"&gt;Temps Present&lt;/a&gt;, em que são abordados temas controversos, polêmicos, como o crescente uso de um contraceptivo, entre as adolescentes,&amp;nbsp;que tem alto risco para trombose, as relações entre câncer e produtos químicos que usamos no dia dia, a indústria do amianto e as doenças pulmonares, enfim.&amp;nbsp;Também tem o documentário &lt;a href="http://programmes.france3.fr/vu-du-ciel/" target="_blank"&gt;Vu du Ciel&lt;/a&gt;, que é apresentado em episódios na Tv5Monde e na France 3, que aborda vários problemas e oportunidades em relação à preservação ambiental, em diversas partes do mundo - ele é MUITO lindo e MUITO bom! Recentemente, também tenho acompanhado a luta de um cientista da Fiocruz com a indústria do amianto - que já é considerada uma substância cancerígena e já foi banida de diversos países, porém continua poluindo e adoecendo consumidores e trabalhadores por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-CLnEDhS82Jk/TzU8269pUyI/AAAAAAAAAnY/X_S7i-dCZL8/s1600/pilulas_anticoncepcio-20110424-234208.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-CLnEDhS82Jk/TzU8269pUyI/AAAAAAAAAnY/X_S7i-dCZL8/s320/pilulas_anticoncepcio-20110424-234208.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Imagem &lt;a href="http://www.ictq.com.br/portal/noticias/1545" target="_blank"&gt;daqui&lt;/a&gt;: pilulas da última geração tem duas vezes mais risco de provocar trombose&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse último caso, fiquei ainda mais mobilizada porque o pesquisador&lt;span style="font-family: inherit;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="background-color: white;"&gt;Hermano Castro de Albuquerque&lt;/span&gt;&amp;nbsp;es&lt;/span&gt;tá sendo interpelado na justiça pelo instituto do amianto, para prestar esclarecimentos sobre os artigos que vem escrevendo e as entrevistas que vem dando sobre sua pesquisa. Ele acompanha desde 1979 &lt;a href="http://tvmeioambiente.com.br/noticias/instituto-de-amianto-interpela-sanitarista/" target="_blank"&gt;uma população que vem adoecendo e morrendo por causa do contato com o amianto&lt;/a&gt;. Ou seja, ele está sofrendo retaliações graves do lobby do amianto. Normalmente, os documentários mostram essas pessoas batalhadoras - quase heróis da saúde pública e do meio ambiente - lutando arduamente contra as grandes corporações, tentando ser ouvidos pelos governos e pelas pessoas. O fato é que pouca gente se dá conta do quanto consome produtos cancerígenos, poluentes e altamente prejudiciais à saúde e à sociedade, e os governos - mesmo quando já estão munidos de muita informação científica - são pressionados pelos poderes das grandes indústrias que não estão preocupadas exatamente com a saúde, mas com o lucro a todo custo. Na maioria dos países, os governos nem param para examinar as consequências ambientais das atividades das grandes empresas quando elas resolvem se instalar numa cidade. Eles querem usar tal fato como bandeira política, mostrando que estão gerando empregos e que só isso já justifica qualquer coisa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, como vi recentemente num episódio de Temps Present, a incidência de câncer tem aumentado indiscutivelmente, inclusive entre crianças. E, as substâncias químicas que temos conseguido investigar hoje já são largamente utilizadas há 30 anos ou mais. Assim é com o amianto, com o benzeno, o disfenol, o arsênico, diversos pesticidas, etc etc. Fiquei chocada com o dado de que 40% da população suíça vai desenvolver um câncer na vida. Lá estão as maiores taxas de câncer de mama e de próstata da Europa. Um país desenvolvido, com um bom sistema educacional, de saúde, enfim, com tudo para prevenir o câncer associado ao meio ambiente - mas que usou exageradamente os pesticidas nas plantações nas últimas décadas.&amp;nbsp;E pesticida é assim: entra na água, no solo, na pele, na comida. Ainda não temos como afirmar quais são os níveis de segurança para seu uso. Os governos emitem alertas, recomendam o uso de equipamentos de proteção para os trabalhadores, mas até essas regulamentações estão sendo contestadas pelos lobistas das grandes industrias e do agronegócio porque como disse um agrônomo com câncer na coluna vertebral: "como as pessoas vão reagir se virem a gente plantando com macacões, luvas, botas e máscaras? Elas vão pensar que os pesticidas devem mesmo ser perigosos!".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HE9pU4r2ORg/TzU8WyeSVbI/AAAAAAAAAnQ/GO6Aedlp9KQ/s1600/pesticidas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="274" src="http://2.bp.blogspot.com/-HE9pU4r2ORg/TzU8WyeSVbI/AAAAAAAAAnQ/GO6Aedlp9KQ/s320/pesticidas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse mesmo episódio, o advogado das industrias contra as ações coletivas de comunidades e pessoas com câncer nos EUA fez uma colocação interessante: &lt;span style="font-size: large;"&gt;"Se a sociedade decide que quer o maior nível de segurança possível, então, terá que arcar com os custos disso. Então, teremos menos produção, menos produtos para consumir. É isso que a sociedade quer? A sociedade quer diminuir o consumo?"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A fala dele soa quase como uma ameaça, né? Pois bem, será que seria tão ruim para todos nós se consumíssemos menos? Será que ter apenas um ou dois tipos de chupeta no mercado nos faria muito mal? Será que abandonar as telhas de amianto seria tão ruim assim para nossa economia? Será que investir em telhados verdes e sistemas de esgoto ecológicos tem um custo tão alto? Será que comunicar o risco aumentado de trombose para as meninas que estão usando as pílulas de última geração faria mal para nossa sociedade? Será que fazer mais pesquisas e esperar mais tempo para liberar transgênicos para consumo nos mataria de fome?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-G2dME9AqGcI/TzU65kgslRI/AAAAAAAAAnI/8C6ldyaBjZg/s1600/Vu-du-ciel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-G2dME9AqGcI/TzU65kgslRI/AAAAAAAAAnI/8C6ldyaBjZg/s1600/Vu-du-ciel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faça um teste: compre menos produtos de limpeza, use apenas um ou dois, e de preferência biodegradável; use sabão de origem vegetal ou da reciclagem de óleo no lugar dos detergentes comuns; compre menos biscoitos industrializados (você sabia que o enxofre é usado para o refino de açúcar e que ele vem de uma cadeia de &lt;a href="http://programmes.france3.fr/vu-du-ciel/data/saison03/index.php" target="_blank"&gt;produção altamente degradante para os trabalhadores na Indonésia&lt;/a&gt;?); use menos o carro à base de gasolina, e ande mais; tenha apenas um celular!!!; use fraldas de pano modernas; não compre tantos shampoos e cremes e desodorantes; aliás, não use desodorizadores de ar!!!; enfim, tente ter uma vida com menos coisa e mais saúde!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Imagem: trabalhadores no vulcão da Indonésia onde o enxofre é extraído, do doc &lt;i&gt;Vu du Ciel&lt;/i&gt; (detalhe, a expectativa de vida deles é de 40 anos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Afinal, você está disposto/a a pagar o custo de uma sociedade mais saudável?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2237657240930062721?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2237657240930062721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2237657240930062721&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2237657240930062721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2237657240930062721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2012/02/voce-esta-disposto-pagar-por-uma.html' title='Você está disposto a pagar por uma sociedade mais saudável?'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-CLnEDhS82Jk/TzU8269pUyI/AAAAAAAAAnY/X_S7i-dCZL8/s72-c/pilulas_anticoncepcio-20110424-234208.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2127179057138776091</id><published>2012-01-29T23:48:00.001-02:00</published><updated>2012-01-29T23:54:12.219-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Normal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><title type='text'>A relação entre dor, amor e amizade no parto e na amamentação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas descobertas científicas recentes tem corroborado antigos filósofos, identificando uma função extraordinária do amor na tolerância e alívio da dor. E eu não estou falando dos pesquisadores que estudam o hormônio ocitocina e que já defendem o parto humanizado e a amamentação natural. Estou falando de cientistas focados no estudo da dor, e principalmente da dor crônica. Tenho lido o livro &lt;i&gt;As cronicas da dor&lt;/i&gt;, de Melanie Thernstrom, da editora Objetiva, que traça um panorama abrangente dos significados e tratamentos da dor desde a Idade Média até os dias de hoje, debatendo os avanços e retrocessos da medicina, contando sua própria história como portadora da dor crônica e as histórias de diversas mulheres e homens com dores diferentes. Ela acabou me dando uma luz sobre a dor no parto, e tem me feito pensar bastante sobre a experiência da dor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-EL4TBEXfvpU/TyXyjWf6MGI/AAAAAAAAAmw/DPPEcDbp22E/s1600/1015.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-EL4TBEXfvpU/TyXyjWf6MGI/AAAAAAAAAmw/DPPEcDbp22E/s1600/1015.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Buscando compreender as diferentes reações à dor entre as pessoas e entre situações específicas que as mesmas pessoas vivem, médicos, psicólogos e neurocientistas diferenciam dores integrativas das dores desintegrativas. Eles definem que há dores que nos causam um sofrimento enorme a ponto de ameaçar a integração de nosso eu, de nossa personalidade. E há também aquelas que nos fazem sentir mais fortes, que fortalecem nosso eu - como em casos de atletas, mulheres em trabalho de parto, rituais religiosos, etc. O que define porém se tal dor é ou não integrativa não é a natureza ou a origem dela, mas a experiência da pessoa - que tem à ver com as narrativas culturais sobre a dor. Ser pendurados por ganchos nas costas enquanto uma procissão de fiéis os puxam para cima é uma experiência de êxtase para alguns hinduístas - mas seria uma tortura terrível para a maioria de nós, ocidentais. Por outro lado, se é possível dizer que a dor do parto é integrativa para muitas mulheres é, provavelmente, por causa de dois fatores, ou melhor, de dois estimulantes: o amor e o apoio social. Essa é uma suposição que faço baseada em duas pesquisas citadas pela Melanie em seu livro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira pesquisa a que me refiro é do cientista Sean Mackey da Universidade de Stanford. Ele e sua equipe testaram os efeitos do amor romântico na intensidade e tolerância à dor. As pessoas que estavam apaixonadas e foram estimuladas a olhar a foto do parceiro e a se concentrar nele enquanto se submetiam a sessões de dores moderadas, tiveram uma redução de 46% da dor em relação a quando foram orientadas a olhar fotos de pessoas conhecidas. Os pesquisadores também observaram o efeito desse comportamento no cérebro: enquanto olhavam as fotos de seus parceiros amorosos, as regiões associadas aos opioides e a dopamina eram ativadas - concluindo-se portanto, que a experiência do amor pode aliviar a dor. Veja uma matéria e um vídeo interessantes sobre o estudo &lt;a href="http://www.9news.com/rss/story.aspx?storyid=158104" target="_blank"&gt;neste link&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A segunda pesquisa é da Universidade de Oxford. Com ela comparou-se a o limiar da dor de atletas que haviam treinado individualmente com os de outros que haviam treinados coletivamente, o mesmo esporte. Concluiu-se que o segundo grupo teve o limiar de dor muito mais alto do que o primeiro - ou seja, eles ficaram muito mais tolerantes à dor. Portanto, o engajamento na comunidade e a amizade podem tornar a dor numa experiência integrativa e melhorar os mecanismos de alívio e tolerância da mesma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trazendo esse debate para o universo materno e feminino, poderíamos dizer que estar apaixonada e apoiada socialmente traria um efeito importante para nossa experiência da dor do parto e da amamentação. As contrações não precisam ser vividas como dores desintegrativas, nem as dores que podem ocorrer no início da amamentação, se estivermos envoltas numa atmosfera de amor e de apoio emocional. Realmente, é preciso que as maternidades e os profissionais que nos acompanham nesses processos estejam mais capacitados a nos envolver em tal atmosfera, contribuindo para trabalhos de parto mais prazerosos. O documentário &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1331111/" target="_blank"&gt;Orgasmic Birth&lt;/a&gt; já mostrou que é possível sim ter prazer com as contrações. Na verdade, a questão não é a possibilidade ou não de ter prazer nesse momento único, mas a necessidade de termos estímulos prazeroso que atuem no alívio e no aumento do limiar da dor. Até mesmo para lidar com as cólicas menstruais, alguns especialistas, defensores de formas naturais de manejar a dor, sugerem as atividades físicas prazerosas, inclusive o sexo e a masturbação, como explica o documentário &lt;a href="http://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher7por7/2009/10/12/a-hora-do-ativismo-menstrual/" target="_blank"&gt;Moon Inside You&lt;/a&gt;, sobre qual já comentei num &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/2011/02/menstruacao-nossa-de-cada-mes.html" target="_blank"&gt;outro post&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-usFkw9107hQ/TyXz_hfONMI/AAAAAAAAAm4/xJZPL43xNtE/s1600/Giving_birth_dance.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-usFkw9107hQ/TyXz_hfONMI/AAAAAAAAAm4/xJZPL43xNtE/s320/Giving_birth_dance.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Imagem: trabalho de parto dançante, do documentário Moon Inside You&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, se vocês está em busca de uma experiência forte, marcante, integrativa em momentos como o parto, converse com o profissional que está a acompanhando no pré-natal e que deve assisti-la no trabalho de parto. Mostre para ele essas evidências científicas que tem sido estudadas inclusive por especialistas em dor. A experiência das contrações não é traumática, mas pode ser muito edificante. Procure profissionais que buscam o seu conforto, em primeiro lugar - que não a aterrorizam com exames excessivos e desnecessários, que não a pressionam exageradamente em relação ao peso, ao enxoval, a data de nascimento de seu filho, enfim, que respeitem seu tempo e seu espaço. Procure também o apoio de amigos e familiares, os grupos de apoio ao parto normal e à amamentação podem ajudar muito nisso. Olhar para seu companheiro, já sonhando com o momento de ter seu filho nos braços e nos seios, pode ser muito encorajador durante o trabalho de parto. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante muito tempo a saúde das mulheres tem sido mal manejada nas clínicas médicas, que tentam controlar o corpo feminino sem compreender seu potencial de prazer e sua relação com dores diversas. A autora do livro critica fortemente a dificuldade da medicina ainda hoje em conciliar assistência clínica e pesquisa científica, em relação aos pacientes com dor crônica - em sua maioria, mulheres. E, no que tange à ginecologia, também podemos perceber a segmentação do corpo e a falta de espaço para que a experiência íntima das mulheres seja reconhecida e usada no manejo da dor e na prevenção de doenças. Assim, é importante, na era da informação, que as próprias mulheres, de todas as classes e grupos sociais, possam dividir suas experiências e buscar o conhecimento direto na fonte - assumindo o papel de protagonistas de sua saúde.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.mooninsideyou.com/" target="_blank"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-OJPs769zu3Q/TyX2rNjvl1I/AAAAAAAAAnA/831dKuuXjIk/s320/embarazada-mundo.jpg" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id="goog_786449348"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_786449349"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Imagem: Embraza Mundo, do documentário Moon Inside You&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2127179057138776091?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2127179057138776091/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2127179057138776091&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2127179057138776091'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2127179057138776091'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2012/01/relacao-entre-dor-amor-e-amizade-no.html' title='A relação entre dor, amor e amizade no parto e na amamentação'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-EL4TBEXfvpU/TyXyjWf6MGI/AAAAAAAAAmw/DPPEcDbp22E/s72-c/1015.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2780128491677250871</id><published>2012-01-23T00:51:00.000-02:00</published><updated>2012-01-23T00:51:26.578-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Domiciliar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relato de Parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corujice'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Normal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Um (novo) relato de parto natural hospitalar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já fazem 2 anos e (quase) 9 meses que Laura nasceu. A maioria das pessoas que me conhecem sabem da história do meu parto: um parto sem anestesia, sem episiotomia, em posição (quase) vertical, numa sala de parto humanizado de uma maternidade privada. Já falei um pouco sobre&amp;nbsp;meu processo até chegar à escolha do parto natural, em outro post, há muito tempo atrás. Mas, hoje, resolvi revisitar a madrugada do dia 23 para o dia 24 de abril de 2009, e contar como foi exatamente o nascimento de Laura, segundo minhas sensações e lembranças. Agora vou falar do que lembro e do que ficou daquela experiência determinante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-L40TyK6UIRo/TxyulaqZZ5I/AAAAAAAAAl4/woTRlem8NnQ/s1600/Foto1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-L40TyK6UIRo/TxyulaqZZ5I/AAAAAAAAAl4/woTRlem8NnQ/s320/Foto1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nessa foto acima, nós (eu, Marcelo e Laura) ainda estávamos na sala de parto, poucos minutos depois de ela nascer, antes mesmo do cordão umbilical ser cortado. E tudo começou mais ou menos as 4 horas da manhã do dia 24. Na noite anterior, tínhamos comemorado o aniversário do Marcelo na casa da mãe dele, e eu já estava super desejante de receber a Laura. Eu já tinha entregado a versão final de minha dissertação, e já tinha marcado a defesa para a primeira semana de junho, meu corpo já estava ansioso para dar à luz! A barriga estava super baixa, e eu já andava como "uma pata", com as pernas abertas! Lembro de reclamar muito disso!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2Ih_Qo2Fqg8/TxywRPm3blI/AAAAAAAAAmA/yP5FgFJxd5c/s1600/HPIM0134.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-2Ih_Qo2Fqg8/TxywRPm3blI/AAAAAAAAAmA/yP5FgFJxd5c/s320/HPIM0134.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu já contava com o obstetra 40 semanas de gestação, já tinha visto o muco sair há mais de uma semana, e tinha verificado 2 centímetros e meio de dilatação na consulta feita dias antes. Pois então, mais ou menos as 4 da madruga, fui fazer um dos 5 ou 6 xixis noturnos em casa, e percebi a saída de uma quantidade grande de líquido (o que possivelmente foi o rompimento da bolsa). As contrações começaram pouco tempo depois, de forma irregular. Começamos a cronometrá-las as 5 horas. É interessante que em nenhum dos filmes de ficção que vi, com cenas de trabalho de parto, as parturientes contam o intervalo entre as contrações - mas esse foi um dos aprendizados mais importantes que tive durante a gravidez. Sabíamos que se viessem 2 contrações num intervalo de 10 minutos, pelo período de pelo menos 1 hora, significava que eu estava entrando em trabalho de parto, teríamos que avisar ao obstetra que me atenderia e nos arrumar para ir pra maternidade. Já tínhamos passado por várias situações de "alarme falso", em que as contrações começavam e depois paravam de vez. Numa ocasião duas semanas antes, estávamos assistindo a uma peça e saímos no último ato, porque eu tinha "certeza" de que era a hora!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante a primeira hora de contrações,&amp;nbsp;&amp;nbsp;fizemos alguns exercícios para o alívio da dor.&amp;nbsp;Digo fizemos porque o Marcelo me ajudou bastante. Repetimos aquilo que tínhamos aprendido juntos num curso de preparação para o parto natural, e funcionou! Eu continuava sentindo as contrações, mas não as sentia como dores insuportáveis. Em um momento, fiquei até meio tonta, por causa da hiperventilação. Eu me sentia meio "anestesiada".&amp;nbsp;Ligamos para o obstetra as 6 horas e para minha irmã Fernanda (que morava a cinco minutos da minha casa e tinha carro).&amp;nbsp;Na verdade, eu só pensava em ficar uns minutinhos debaixo do chuveiro quente, rebolando e respirando, como já tinha visto em documentários e outros relatos de parto. Mas, como eu tinha planejado um parto hospitalar, mesmo contrariada, não tive tempo pra isso. Tive que colocar uma roupa mais decente, sapatos (lembro que isso foi quase insuportável!), e descer pelo elevador até o carro da minha irmã.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante o tempo em que fiquei sentada no banco da frente do carro até chegar à maternidade, as contrações foram incomodando mais. O fato de eu não poder me locomover como queria, atrapalhou. Acho que a evolução do meu trabalho de parto foi bem rápida, por isso, foi tão desagradável esse trajeto. Eu sentia que a Laura não ia demorar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yxm1F0R7dTc/TxyzlwGHqPI/AAAAAAAAAmI/k1ux6HOMa3s/s1600/Parto+Laura+001b.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="231" src="http://4.bp.blogspot.com/-yxm1F0R7dTc/TxyzlwGHqPI/AAAAAAAAAmI/k1ux6HOMa3s/s320/Parto+Laura+001b.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes ainda de ir para o centro cirúrgico, onde fica a sala de parto, fiquei num quarto da maternidade, aguardando o médico chegar, com minha mãe me dando a maior força. Minha irmã mais nova, Julia, também já tinha chegado com sua câmera, registrando tudo. Nosso combinado era de que ela filmaria o processo todo - o que aconteceu, para minha enorme alegria! Fiquei admirada com a força das pessoas que me acompanharam. Fernanda foi super prestativa, pontual, e cuidadosa. Deixou-me na maternidade e voltou pouco tempo depois para ver Laura nascida. Marcelo se mostrou muito envolvido e maduro, sempre me ouvindo e respondendo ao que era necessário (ele assistiu a tudo também!). Minha mãe ficou comigo até o momento de ir para a sala de parto. Ela me ajudou dentro de seus limites. Disse que não conseguiria me ajudar depois daquele momento. E Julia foi sensacional! Filmou tudo, dos ângulos mais impressionantes, falando o estritamente necessário e chorando de emoção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O médico chegou no quarto por volta das 8 horas. Viu que eu já estava com 9 centímetros de dilatação. Eu disse "ela não vai demorar a nascer" e ele disse "eu sei" e foi preparar a entrada no centro cirúrgico. Até aí, eu estava numa boa com as contrações. Ainda não tinha dado um berrinho sequer. Respirava e me sentia quase em transe! Mas, tive que deitar numa maca e ser levada por um auxiliar de enfermagem até o centro cirúrgico, sozinha. O tempo que passei naquele elevador pareceu uma eternidade! Realmente, acho muito impressionante uma mulher que consiga parir deitada - deve mesmo ser muito difícil!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ideia era parir na banheira da sala de parto humanizado. Mas, logo o médico percebeu que não daria tempo, pois a água ainda estava fria. Subi na cama reclinável, especial para parto vertical e comecei a fazer força. Finalmente, eu podia fazer força! Mas, a posição não estava muito confortável, pois eu sentia dores no quadril e nos pés. Acabei encostando na cama e parindo reclinada a mais ou menos 45 graus. O médico me ofereceu anestesia umas duas vezes, mas eu estava bem convicta de minha decisão, e não cedi. A foto abaixo, mostra o primeiro momento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4Z1y_GXMvbE/Txy4l-rUNeI/AAAAAAAAAmY/evpm3iwYnMg/s1600/Parto+Laura+003editada.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="299" src="http://4.bp.blogspot.com/-4Z1y_GXMvbE/Txy4l-rUNeI/AAAAAAAAAmY/evpm3iwYnMg/s320/Parto+Laura+003editada.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois é que começaram os urros! Nos últimos quarenta minutos, além de lidar com as contrações, tive que lidar com o incômodo do médico "passar" o dedo na abertura da vagina, como que para ajudar a cabecinha da Laura a sair. Isso doía de verdade. Até hoje, quando assisto o vídeo, do ângulo frontal, me dá agonia toda vez que ele faz isso. Em um momento até falei "doutor, peraí!" e ele tirou o dedo. Não sei se esse procedimento era realmente necessário, mas foi assim que aconteceu. Então, quando ela coroou mesmo, e ficou com uma parte da cabeça bem encaixada, a dor aumentou bastante. Pra mim, a parte mais dolorosa foi essa: a saída. Acho que ficamos bem uns 20 minutos com os cabelinhos pretos dela pra fora. Em um momento, parecia que as contrações estavam aumentando o intervalo, e cheguei a ficar preocupada. Urrava de dor e de irritação. Eu pedia a ajuda do médico, porque me sentia cansada e quase vencida pelo esforço. Mas, a única coisa que ele podia fazer era realmente continuar com as mãos ali, aguardando a saída da minha filha.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu também falava com minha filha. Pedia pra que ela fizesse força. Dizia "vem minha filha!", talvez até um pouco impaciente. Ao que o médico disse: "ela não vai poder fazer nada, agora é com você!". Eu me sentia uma mulher super poderosa, e também uma criança carente. O poder das contrações é justamente o de nos fazer sentir muito mais do que somos. Eu me senti parte de um universo, parte de um TODO, que me atravessa com suas "leis" e sua complexidade. A natureza se fazia presente de forma inesquecível. Lembro bem de ter pensado em quanto aquilo era sobrenatural! Eu falava com Deus e me surpreendia com a força que me dominava. Mas, eu também tinha instantes de insegurança. Normalmente, quando as contrações davam uma trégua, eu me sentia fraca, com medo de não dar conta. Por isso, acho que parir sob o efeito de anestésico não seria legal pra mim. Acho que a dor fez parte fundamental, as contrações foram cruciais para que conseguisse me desligar um pouco dos estímulos adversos do hospital (incluindo os papos paralelos entre pediatra, obstetra e enfermeira, e os comentários sobre meus gritos). É chato ficar ouvindo as pessoas dizerem "Vai! Vai! Tá quase saindo! Força!". Eu me senti pressionada, e isso me desconcentrou um pouco. Eu até achava que eles estavam mentindo pra mim, que ainda ficaríamos um tempão ali.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O médico preparou uma seringa e eu não entendi pra quê. De qualquer forma, ele não teve que usá-la. Nem fez nenhum corte para ajudar a saída da Laura.&amp;nbsp;O expulsivo foi bem rápido, e por volta das 9 horas da manhã Laura nasceu.&amp;nbsp;Na última contração, com um berro que parecia mais um canto lírico (hoje ouvindo o vídeo, me pergunto de onde veio essa voz!), empurrei-a com toda a força. Ela saiu meio roxinha, rasgando um pouco minha pele, e demorou um pouquinho pra chorar. Depois de ser estimulada por um minutinho nas costas e no peito, com as mãos do médico alisando-as, abriu o berreiro! Chorou um pouquinho no meu colo, mas logo que a coloquei no seio, começou a sugar. Marcelo chorava de um lado e Júlia de outro. Eu me sentia em êxtase! Senti uma fraqueza que eu não saberia definir se era de fundo físico mesmo ou emocional. Comecei a amar a Laura naquele exato momento. Éramos cúmplices. Tínhamos vivido aquela luta do nascimento juntas, e juntas começaríamos a amamentação e os primeiros passos dessa família.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-V7P7x7trQDk/TxzDGDbbGUI/AAAAAAAAAmg/xJVV8ZYbNXs/s1600/HPIM0152.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-V7P7x7trQDk/TxzDGDbbGUI/AAAAAAAAAmg/xJVV8ZYbNXs/s320/HPIM0152.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto eu ia me preparando para ir para o quarto (no qual fizemos alojamento conjunto, ou seja, nós três dormimos juntinhos), Marcelo foi com a pediatra fazer os testes e colocar a primeira roupinha em Laura. Eles aproveitaram e exibiram a nova membro da família para minha sogra, minha mãe e as titias que faziam plantão na maternidade. No quarto, dormimos bem umas quatro horas seguidas, e eu não queria receber ninguém ainda, até descansar e me entender bem com a amamentação. Mas, fomos visitados ainda no mesmo dia pelas pessoas mais próximas da família, inclusive meus sobrinhos fofos! Tivemos alta para ir pra casa no dia seguinte de manhã. Eu já estava transbordando leite!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OEJV6FMbZyY/TxzEgBhS0PI/AAAAAAAAAmo/-aDVpEm6Sj0/s1600/HPIM0186.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-OEJV6FMbZyY/TxzEgBhS0PI/AAAAAAAAAmo/-aDVpEm6Sj0/s320/HPIM0186.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu levei apenas 3 pontinhos, que caíram em menos de uma semana e não me deixaram qualquer sequela. E para quem acha de que é impossível ter uma vida sexual totalmente normal e prazerosa depois de parir pela vagina, saiba que isso é um mito brabo! De lá pra cá, posso dizer que nesse quesito as coisas só melhoraram. Claro que a melhora foi na qualidade e não na frequência - afinal, agora somos pais! Mas, posso dizer que ter vivido a experiência do parto com a companhia de meu marido foi muito importante para nosso relacionamento. As coisas amadureceram mais rápido na cabecinha dele. Foi mais fácil se adaptar às noites mal dormidas a aos cuidados intensivos. Ele ganhou muitos créditos comigo! E eu ganhei muitos créditos com ele e com a Julia. Os dois ficaram tão impressionados com a cena, que mudaram a visão sobre mim. Minha irmã que me via como uma mulherzinha fresconilda, agora me vê como um mulherão de responsa! Ano passado, ela até usou o áudio do meu parto para uma performance artística, com o texto deste &lt;a href="http://juliapombo.tumblr.com/#16235954093" target="_blank"&gt;link&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então é isso. Perguntas e comentários são super bem vindos! Ultimamente, tenho recebido várias mensagens de amigas e conhecidas grávidas que desejam um parto normal e estão às buscas de suas próprias experiências. Espero que este relato sirva para ajudá-las, animá-las. Pra mim, é sempre muito gostoso lembrar desses momentos. De tempos em tempos posso sentir o gostinho de novo daquilo tudo, com ares renovados e muita gratidão no meu coração por ter conseguido o que desejei (apesar de não ter vivido o parto no conforto da minha casa, na água de uma banheira morninha). Tive muitas dificuldades para chegar lá (a gravidez não foi muito tranquila e nem todo mundo contribuiu para que o parto fosse natural), mas o saldo final foi muito positivo! Pra uma mamãe coruja como eu que não planeja ter outro bebê nem tão cedo é bom voltar ao tempo e curtir o que passou, né? Obrigada pela companhia!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2780128491677250871?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2780128491677250871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2780128491677250871&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2780128491677250871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2780128491677250871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2012/01/um-novo-relato-de-parto-natural.html' title='Um (novo) relato de parto natural hospitalar'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-L40TyK6UIRo/TxyulaqZZ5I/AAAAAAAAAl4/woTRlem8NnQ/s72-c/Foto1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-8573966675457938974</id><published>2012-01-16T15:19:00.000-02:00</published><updated>2012-01-16T15:19:29.304-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Linhas de Fuga'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Profissional'/><title type='text'>Em busca de linhas de fuga</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não existe coisa mais angustiante para uma mulher de espírito livre do que a sensação de não poder voar. Seja por causa de limitações materiais ou pelas limitações de um companheiro que não pode ou não consegue seguir caminhando junto. A pior coisa é sentir-se presa a uma perspectiva de vida que não foi escolhida, mas foi imposta pelas circunstâncias. Muitas pessoas convivem com isso e não sofrem tanto. Ou sofrem e procuram “medicar-se” de várias formas – taí tantos sintomas contemporâneos que refletem a falta de realização pessoal, a falta de amor por aquilo que se faz e vive. Tem pessoas que não almejam nada muito diferente do que aquilo ao que já são “destinadas” por suas famílias. E eu não posso falar nada dessas pessoas porque não as compreendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu posso falar das mulheres que, como eu, vêem a vida por uma perspectiva fora do padrão. Mulheres que almejam uma liberdade e uma autonomia de existência pouco alcançada pela maioria. Para os homens, de maneira geral, as limitações impostas por uma vida “normal”, enquadrada, linear, referem-se principalmente à necessidade/pressão de serem “profissionais” bem posicionados no mercado, tendo um salário ou um rendimento estável e suficiente para sustentar um padrão de vida de consumo intenso e acelerado. Espera-se que eles cumpram esse papel, tendo ou não companheiras que também trabalhem e também possam sustentar a família. Mas, para as mulheres, a imposição está em enquadrá-las no papel de boas “governantas”, boas cuidadoras de casa, dos filhos e do marido. Ainda que elas reconheçam a necessidade de ser mais do que isso, de fazer uma faculdade, ou de desenvolver uma profissão, o papel de domésticas estará sempre no horizonte. Como uma mulher que se sente responsável pela vida doméstica de uma família pode sonhar em voar, em ter a liberdade de não se estabelecer num ninho fixo? Eis o tema de tantas obras literárias de mulheres de ontem e hoje, que conseguiram encontrar suas alternativas, libertando-se ou não das imposições de uma vida “recatada”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para mulheres que almejam coisas diferentes da vida, além de filho e de um companheiro para dividir as alegrias e as tristezas, os ninhos devem ser móveis, mutáveis, leves, simples. Os ninhos devem ser apenas um detalhe. Mas, como construir algo assim em parceria com um homem que ainda se sente muito pressionado a exercer esse papel de “provedor”, de profissional bem colocado no mercado? Lembro aqui da história de &lt;span lang="EN-US"&gt;April Wheeler, no romance Revolutionay Road (Foi apenas um sonho), em que a suposta parceria do marido para que ela alçasse vôos se resumia a acompanhá-la em apresentações pífias de um teatro de bairro em auditórios escolares. Ele desejava um ninho móvel, mas se fixava numa casa grande e pesada na mesma cidade e trabalhando na mesma empresa que seu pai. Aliás, na versão cinematográfica da história há uma cena sensacional dos homens na estação de trem, retornando do trabalho, com seus chapéus e ternos idênticos, em contraste com um Leonardo Di Caprio irreverente. A ideia de apoiar a mulher em seu vôo solo e ir com ela para &lt;st1:city w:st="on"&gt;&lt;st1:place w:st="on"&gt;Paris&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt; era apenas uma ideia – longe de ser concretizada – mas que o fazia sentir, de certa forma, superior aqueles homens mudos da multidão. Engano que acabou com o casamento e o sonho de duas pessoas que se sentiam diferentes mas não tiveram coragem para serem de fato diferentes.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GY5tSkwmJJ4/TxRbLB9bt9I/AAAAAAAAAlg/XoAa43_H5r0/s1600/revolutionaryroad.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="134" src="http://1.bp.blogspot.com/-GY5tSkwmJJ4/TxRbLB9bt9I/AAAAAAAAAlg/XoAa43_H5r0/s320/revolutionaryroad.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É possível que os homens se sintam livres apesar dos papéis impostos a eles? Sim, é possível. Existem homens que conseguem usar o próprio sistema para encontrar linhas de fuga. E existem mulheres que assim também o fazem. É muito difícil decifrar se o que estamos traçando é de fato algo novo, respirável, vivível, ou se é uma linha já traçada por tantos outros que não conseguiram livrar-se. Mas, ainda sim, é na busca pela liberdade, na busca por uma compreensão maior da &lt;i&gt;subjetivação &lt;/i&gt;que nos é produzida, que podemos viver com menos angústia. Como li recentemente, numa citação de Deleuze: &lt;span lang="EN-US"&gt;“faz falta chegar a dobrar a linha, para constituir uma zona vivível, onde poder alojar-se, tomar apoio, respirar – brevemente, pensar”. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Não predizer, diz Deleuze, senão estar atento ao desconhecido que toca à porta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Uma boa jornada para mim (que inicio um novo ano de vida) e para todos que almejam algo verdadeiramente novo!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Referências: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Eduardo Pellejero em:&lt;i&gt; &amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;a href="http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&amp;amp;edicao=35&amp;amp;id=419"&gt;http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&amp;amp;edicao=35&amp;amp;id=419&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Deleuze,&amp;nbsp;&lt;i&gt;Foucault.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;st1:city w:st="on"&gt;&lt;st1:place w:st="on"&gt;Paris&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;: Éditions de Minuit, 1986. p. 101&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Leo Cunha em: &lt;a href="http://www.filmespolvo.com.br/site/artigos/story_line/596"&gt;http://www.filmespolvo.com.br/site/artigos/story_line/596&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-8573966675457938974?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/8573966675457938974/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=8573966675457938974&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8573966675457938974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8573966675457938974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2012/01/em-busca-de-linhas-de-fuga.html' title='Em busca de linhas de fuga'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-GY5tSkwmJJ4/TxRbLB9bt9I/AAAAAAAAAlg/XoAa43_H5r0/s72-c/revolutionaryroad.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-5096228046689233355</id><published>2012-01-06T22:21:00.000-02:00</published><updated>2012-01-06T22:21:18.577-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cesariana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Normal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>"Remuneração médica e renda da paciente ditam regras do parto" conclui estudo de economista</title><content type='html'>&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;Publicamos uma nova matéria no blog institucional da &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/" target="_blank"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt;, para contribuir com as reflexões levantadas pela Ceila do &lt;a href="http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/2012/01/eles-venceram.html" target="_blank"&gt;Blog do Desabafo de Mãe&lt;/a&gt;. Contamos com sua participação também!&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;Leia um trecho:&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;O&amp;nbsp;&lt;a _mce_href="http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/materia/?origem=1&amp;amp;matid=28922" href="http://www.ensp.fiocruz.br/portal-ensp/informe/materia/?origem=1&amp;amp;matid=28922"&gt;Informe da ENSP&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz) divulgou hoje uma informação importantíssima sobre a "epidemia de cesárias" que ocorre em nosso país. Segundo estudo de&amp;nbsp;Tabi Thuler, autora da dissertação&amp;nbsp;&lt;em&gt;Evidências de indução de demanda por parto cesáreo no Brasil,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;pela&amp;nbsp;Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), quanto maior é a diferença de valor pago pelo plano de saúde por cesariana em relação ao valor pago para partos normais, maior é o índice de cesarianas. A análise foi feita com base nos partos realizados por um plano de saúde do estado de São Paulo entre 2004 e 2009.&amp;nbsp;A pesquisadora se surpreendeu com o fato de que as indicações clínicas não foram as justificativas mais recorrentes para a cirurgia, e que a falta de dilatação chegou a justificar 25% dos casos.&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;Além disso, a renda da paciente apareceu como outro forte indicativo para o parto cirúrgico. Quanto maiores os ganhos da mãe, mais a cesariana aparece como opção. Isso retrata a confluência de duas coisas: a busca dos médicos por maiores ganhos e uma cultura intervencionista na saúde da mulher - ainda pouco estudada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="background-color: white; font-family: Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; font-size: 13px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//2012/01/remuneracao-medica-e-renda-da-paciente-ditam-regras-do-parto-conclui-estudo-de-economista" target="_blank"&gt;Continue lendo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-5096228046689233355?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/5096228046689233355/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=5096228046689233355&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5096228046689233355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5096228046689233355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2012/01/remuneracao-medica-e-renda-da-paciente.html' title='&quot;Remuneração médica e renda da paciente ditam regras do parto&quot; conclui estudo de economista'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-5188788278955407342</id><published>2011-12-31T14:53:00.000-02:00</published><updated>2011-12-31T14:53:15.914-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><title type='text'>Aprenda com a sabedoria dos desenhos infantis: Shrek Terceiro</title><content type='html'>Uma seleção especial de cenas perspicazes de&amp;nbsp;desenhos infantis, pra começar 2012 com bom humor&amp;nbsp;e inteligência. Pra começar, uma seleção de Fiona e suas amigas princesas, em Shrek Terceiro.&amp;nbsp;Divirtam-se!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-e77a1a7f94560b3b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v21.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3De77a1a7f94560b3b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2A5460969388333DEE4CC4BB3A1EA5D03D6A659F.4B23D03D97F8FF58F82228351B6543713749520C%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De77a1a7f94560b3b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DE17ixjsjL5tBIXG05iZ_b_VNwkA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v21.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3De77a1a7f94560b3b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2A5460969388333DEE4CC4BB3A1EA5D03D6A659F.4B23D03D97F8FF58F82228351B6543713749520C%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De77a1a7f94560b3b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DE17ixjsjL5tBIXG05iZ_b_VNwkA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Qualquer semelhança com alguns comentários que você mesma deve ter ouvido em seu chá de bebê (não)&amp;nbsp;é mera coincidência... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b15383b85ac04d4a" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v16.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db15383b85ac04d4a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D503B77FED693E1B3F242CA8F6717FF2D362E7FA9.82A7281C28C45E70D3798881FBAEAC86F7A9CC9%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db15383b85ac04d4a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D0vJNUQXxDICYdfXKYgwfeQt33ws&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v16.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db15383b85ac04d4a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D503B77FED693E1B3F242CA8F6717FF2D362E7FA9.82A7281C28C45E70D3798881FBAEAC86F7A9CC9%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db15383b85ac04d4a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D0vJNUQXxDICYdfXKYgwfeQt33ws&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Pra que fazer alguma coisa se pode-se esperar pelo resgate do princípe? Igualzinho à vida real, né?&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, só um pitaco: pra quem já conhece o filme Shrek Terceiro, deve ser meio estranha a ideia de que o herdeiro do trono deve ser um parente adolescente do Rei ao invés de sua filha única. Afinal, rainhas boas não costumam aparecer pelos contos de fadas, e esse seria um desfecho ainda mais original (e feminista) para o filme. Mas, nada é perfeito...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um feliz ano novo, especialmente para as leitoras do blog, mães e/ou filhas! Obrigada por me acompanharem durante 2011, aguentando meus altos e baixos, trocando ideias, fazendo críticas e dando sugestões. Obrigada pelo carinho de &lt;a href="mailto:tod@s"&gt;tod@s&lt;/a&gt; e pela força! Em 2012, estaremos juntas novamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-5188788278955407342?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/5188788278955407342/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=5188788278955407342&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5188788278955407342'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5188788278955407342'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/12/aprenda-com-sabedoria-dos-desenhos.html' title='Aprenda com a sabedoria dos desenhos infantis: Shrek Terceiro'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-7015520400883370118</id><published>2011-12-28T01:06:00.001-02:00</published><updated>2011-12-28T20:09:35.184-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pós-modenidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alemanha'/><title type='text'>Uma escolha para começar 2012 com novas forças</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Escolher quase sempre implica em decidir o que é certo, julgar uma situação e a própria posição de si mesmo diante dela. Tomar decisões assim faz a vida mais difícil, porém mais valiosa, mais verdadeira. Normalmente, diariamente, fazemos escolhas baseadas na necessidade de sobreviver. Sem pensar muito, somos capazes de escolher a roupa, o transporte, a refeição, e apesar de tais coisas parecerem triviais, são, em última instância, respostas à necessidade de sobrevivência – que está atrelada à existência social, à capacidade de ser “igual”, “próximo” àqueles que nos cercam. Se colocar a roupa da década de 20 significa suicídio social para o grupo do qual desejo fazer parte, nem pensarei em usá-la, a não ser numa festa à fantasia. É o tipo de escolha que não demoro muito a fazer, sobre a qual quase não penso, e que não parece ter grandes consequências que me demandem um julgamento do que é certo ou errado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para algumas pessoas, determinadas modas parecem impor discriminação à outras, desvalorizam a imagem de certos grupos – e por isso, essas pessoas fazem de sua vestimenta uma decisão consciente. Vestem-se de preto, abandonam os sutiens, usam cabelos soltos e crespos, adotam ou desprezam as mini saias. O que era uma escolha para a sobrevivência se torna uma decisão política. Mas, política no sentido genuíno da palavra, no sentido de ser a defesa pública de um argumento, de um ponto de vista, de um julgamento de valor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Tem algo na Bíblia que sempre me incomodou, mesmo quando eu frequentava igrejas, que diz respeito à afirmação de que “não devemos julgar uns aos outros”. Fazemos julgamentos de valores o tempo todo, e precisamos deles para viver e não apenas sobreviver. Se não podemos julgar àqueles que contrariam o que consideramos certo, se não podemos emitir valores sobre eles, então, somos falsos e vivemos apenas com o esforço de sermos “próximos” daqueles que nos mantém sobreviventes. Acredito que as palavras transcritas nesse trecho bíblico não deviam ter sido traduzidas assim, mas deveriam ser “não devemos &lt;u&gt;classificar&lt;/u&gt;&amp;nbsp;uns aos outros”. Coisas diferentes, que podem estar intimamente ligadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O filme que assisti hoje ilustra meu argumento. O&lt;a href="http://50anosdefilmes.com.br/2010/julgamento-em-nuremberg-judgment-at-nuremberg/" target="_blank"&gt; Julgamento deNuremberg&lt;/a&gt; me ajudou a chegar a algumas conclusões sobre escolhas, julgamentos e sobrevivência. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Antes de fazer parte do Estado Brasileiro, eu era uma aspirante a tal. Cresci ouvindo as histórias de perseguição e tortura da Ditadura Militar em meu país, estudei sobre a posição ambígua que a Psicologia – área que escolhi seguir – tomou durante esses anos, reforçando alguns valores e práticas opressores, e muitas vezes, se eximindo de contrariar as decisões dos governos autoritários, nas figuras de seus reitores e de cada psicólogo e psicanalista clínico que praticavam terapias individualistas e descontextualizadas. Em minha curta carreira como psicóloga, resolvi fazer diferente daqueles que tinham se calado e tapado os ouvidos diante do enclausuramento de pacientes psiquiátricos em manicômios, diante do uso das dependências de tais instituições para o cárcere de perseguidos políticos ou desafetos de pessoas poderosas. Por isso, acreditei na aposta da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Reforma_psiqui%C3%A1trica_no_Brasil" target="_blank"&gt;Reforma Psiquiátrica&lt;/a&gt;, do sonho por uma psiquiatria mais humana, de uma psicologia mais consciente, de uma atuação profissional engajada naquilo que julgo correto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não devemos classificar as pessoas, considerá-las menos valiosas, inferiores por causa da classe a que pertencem – ou, me atreveria a dizer, que não deveríamos considerar as pessoas como partes elementares de classes, porque elas são muito mais e muito mais complexas do que as classes que usamos para categorizá-las (isso sim acho que foi um ensinamento de Cristo). Mas, devemos manter nossos olhos atentos ao que é certo e ao que é errado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Julgamento de Nuremberg mostra vários discursos perfeitamente articulados que vão em direções opostas. De um lado, considera-se crime imputável aos réus a prisão, tortura e homicídio de milhares de pessoas baseados em classificações racistas durante a segunda guerra mundial. De outro, considera-se impossível imputar culpa a alguém diante de crimes cometidos sob o consentimento do Estado e de diversos representantes da comunidade internacional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Seria, portanto, como extensão dos questionamentos levantados no filme, culpa de um psicólogo, consentir no tratamento desumano de centenas de pacientes internados em manicômios, e continuar exercendo sua prática clínica, alheio ao que acontece à vida de seus pacientes, alheio ao que o Estado permite e concorda que o façam? Lobotomia, terapia de choque, altas doses de remédios incapacitantes, somadas à castigos fisicos, falta de alimentos, falta de roupas, restrição total da liberdade, enfim... Práticas comuns até a década de 1990, quando a Reforma Psiquiátrica, com a participação de alguns profissionais dessas mesmas instituições e outros recém-formados, começaram a fazer real diferença para a política de saúde mental de nosso país – que começou a levar em consideração os Direitos Humanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Quando comecei a exercer minha profissão, desejava ser como esses que fizeram a diferença. Dizia, pra mim mesma, que jamais faria parte de uma instituição manicomial, que jamais consentiria numa prática clínica individualista, que trabalharia pelo empoderamento dos mais enfraquecidos e pela cidadania dos alejados em seus direitos. Eu acreditava que estar na saúde pública me permitiria encontrar essas pessoas e ajudá-las.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Com o mesmo sentimento, eu acredito que outras pessoas permaneceram em instituições opressoras – esperando que o contato com o oprimido lhes desse a oportunidade de ajudá-lo. Alguns vivem assim. Negociam seus valores, submetem seu trabalho à práticas corruptas, imaginando que essa é uma forma de produzir alguma resistência no lugar onde estão. Afinal, um Estado não é feito só de cidadãos ruins nem só de bons cidadãos. Se um psicólogo trabalha numa instituição afundada em corrupção e reprodução da miséria, mas trata seus pacientes com humanidade, pode ser considerado um bom cidadão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, aí é que cabem as perguntas, como faca de dois gumes, emitidas ironicamente pelo personagem do réu &lt;a href="http://prosaepolitica.wordpress.com/2011/06/09/quem-era-ernst-janning-2952009/" target="_blank"&gt;Ernst Janning&lt;/a&gt;, no Julgamento de Nuremberg: &lt;i&gt;“&lt;/i&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;i&gt;Por que ficamos em silêncio? Por que participamos? Porque amamos nosso país! Que diferença faria se alguns extremistas politicos perdessem seus direitos? Que diferença faria se algumas poucas minoriais raciais perdessem seus direitos? Era só uma fase passageira. Era apenas um estágio. Seria descartada, mais cedo ou mais tarde. Hitler seria descartado”&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;Os argumentos para se condenar ou &lt;/span&gt;isentar&lt;span lang="EN-US"&gt; de culpa um réu &lt;st1:city w:st="on"&gt;&lt;st1:place w:st="on"&gt;como&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt; Ernst Janning podem ir na direção de teorias do presente e do futuro: sua a&lt;/span&gt;titude era necessária para que a Alemanha se defendesse contra seus inimigos, seu apoio momentâneo a Hitler era necessário para que o país recobrasse o ânimo e sobrevivesse enquanto nação independente, etc. Ou, no caso do psicólogo, pode-se argumentar que se não houvesse alguns como ele, inseridos no sistema, a Reforma Psiquiátrica não teria um êxito tão rápido no país.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Às vezes, as pessoas querem nos fazer acreditar que nosso julgamento de valor deve ser atrelado à essas “teorias”, a certas leituras sobre a sociedade. Foi dessa forma que conseguiram o apoio da população para a Ditadura Militar, para o Comunismo Totalitário, e também, para a impunidade de tantos políticos “de esquerda” que subiram ao poder recentemente no Brasil mas que reproduziram práticas arcaicas de coronelismo. Alguns querem nos fazer acreditar que escolher pelo que consideramos errado pode ser o “mais correto a se fazer na atual conjuntura”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Agora, no meu momento atual, tenho a oportunidade de escolher entre tomar uma atitude pela “sobrevivência”, decidir pelo errado acreditando que ele é o “mais correto”, ou decidir por aquilo que acredito de verdade, ser o certo. Só posso fazer parte de um Estado e de uma carreira profissional que me permitam tomar a terceira atitude – nada mais. No fim das contas, o que importa pra mim não é a capacidade de sobreviver, nem de me aproximar de meus “próximos”, nem mesmo as teorias do presente e do futuro em que acredito, mas de ser fiel ao que considero certo e verdadeiro diante de um ser humano, e assim impor uma resistência de fato ao que, claramente, não vai bem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Lembro-me ainda da música de Chico Buarque que, tão bem, captou o espírito desse conflito: Geni merece pedras porque “dá pra qualquer um”, mas é olvacionada quando convém à sobrevivência da cidade. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por isso, aproveito meu momento de introspecção e reflexão, para desejar que, em tempos de tão fugazes verdades, 2012 seja um ano de despertar para os cidadãos de meu país, principalmente, para os que cuidam de nossas cidades, os que trabalham pelo Estado, e os que educam nossas crianças. Todo mundo deveria ver o Julgamento de Nuremberg e refletir um pouco mais sobre as palavras de Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-7015520400883370118?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/7015520400883370118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=7015520400883370118&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7015520400883370118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7015520400883370118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/12/uma-escolha-para-comecar-2012-com-novas.html' title='Uma escolha para começar 2012 com novas forças'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2675258284445075921</id><published>2011-12-20T23:17:00.001-02:00</published><updated>2011-12-20T23:31:48.583-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bicicleta e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Algumas mães não têm prazer com maternidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desta vez o conflito não se trata entre maternidade e carreira. Se durante o primeiro ano de minha filha, esse foi um tema recorrente, agora, sinto como se ele estivesse definitivamente superado. Surpreendo-me com o fato de que, apesar de ter sentido o gostinho da depressão, principalmente por causa do "desencantamento com o mundo" (talvez um processo desencadeado pela constatação da falta de "humanismo" em um local feito para salvar vidas, em última instância, ainda não sei...), o que mais me dá prazer e ânimo é a companhia de minha filha. E não digo apenas a companhia indireta (mediada por babá, televisão ou o &lt;em&gt;escambau&lt;/em&gt;), mas estar atenta a ela, brincando, brigando, conversando, dando banho, comida, enfim o pacote completo com o &lt;em&gt;plus&lt;/em&gt; das férias escolares.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É verdade, cansa muito. Às vezes não consigo nem ler duas páginas do livro que estou (tentando) terminar, e durmo 10 horas da noite, exausta. Mas, apesar de ter plena consciência de que não voltaria a me dedicar exclusivamente à maternidade (aliás, acho que nunca consegui fazer isso), tem sido muito bom pra mim exercer meu papel de mãe sem intermediários! Acho que alcancei uma maturidade sobre isso: sinto-me muito bem na identidade de mãe, tenho mais clareza sobre a educação que quero dar pra minha filha, mais segurança em minha capacidade e mais tranquilidade em aceitar minhas limitações. E talvez por isso tenho me chocado mais com algumas cenas que contemplo no dia dia aqui pela zona sul do Rio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, em especial, fiquei muito revoltada com a quantidade de piscinas de plástico, alugadas pelas famílias, para suas crianças, na praia do Leblon. As piscinas enormes, alugadas a 8 ou 10 reais,&amp;nbsp;são enchidas com mangueiras dos barraqueiros, com água doce que eu não sei de onde vem (parece brotar do chão, ao lado de cada barraca). Na verdade, o que me incomodou mais foi a falta de interação das crianças com a própria praia e com seus pais (muitas, pra não dizer todas, com exceção de três, permaneceram isoladas em suas "praias particulares", interagindo principalmente com as babás). Nessas cenas, fica evidente o consumismo, o comodismo e a falta de intimidade dessas crianças com a natureza. O que deixa claro que todos esses &lt;em&gt;ismos&lt;/em&gt; foram herdados e não são características inevitáveis das novas gerações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além dessa situação na praia, outras variantes tem me deixado meio atônita com a falta de prazer e intimidade entre pais e filhos pequenos pelas ruas &lt;strike&gt;shoppings&lt;/strike&gt; da minha cidade. Falo especialmente dos pequenos, porque, veja bem, se um adulto que pariu um bebê não cai de quatro por ele nos primeiros anos de vida, provavelmente não se encantará por um adolescente esquisito depois... E aí, entram cenas de famílias inteiras (incluindo avós) carregando uma ou duas babás de branco em restaurantes, lojas, na Lagoa etc,&amp;nbsp;em sábados e domingos. Recentemente, fiquei mexida com um menino de uns 5 anos chorando muito, na verdade, berrando, no colo da babá, num rodízio, enquanto os pais comiam e mal se mexiam - deu pra ouvir a mãe falando baixinho para a "responsável" pela criança levá-lo "pra fora". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, tenho pensado muito sobre esse assunto: que tipo de relação a minha geração de pais tem estabelecido com seus filhos?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembrei de uma artista francesa que já me inspirou muito com suas esculturas: &lt;a href="http://www.nikidesaintphalle.com/" target="_blank"&gt;Niki de Saint-Phalle&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(que é inclusive a autora da escultura da imagem de dezembro, em nossa sessão &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/p/imagens.html" target="_blank"&gt;Cultura, Arte e Imagens&lt;/a&gt;). Com uma história de vida bem complexa (que inclui abusos sexuais do pai, uma relação dolorosa com a mãe e o afastamento das filhas), ela se tornou artista na década de 1960, após um período de internação numa clínica psiquiátrica. Mas, eu, pessoalmente, penso que seu &lt;em&gt;boom&lt;/em&gt; criativo foi a separação do marido e o afastamento dela do&amp;nbsp;papel de mãe. Pois, suas principais obras, as Nanas (criadas durante sua convivência com uma amiga grávida), recriam um arquétipo feminino maternal. São esculturas gigantes, coloridas, com as quais a artista tentava expressar todas as cores de seus sentimentos, jogando com&amp;nbsp;símbolos bem conhecidos da feminilidade. A grande obra de sua vida é o Jardim de Taiocchi, na Itália, onde criou um universo colorido de símbolos&amp;nbsp;que articulam questões pessoais com as imagens das&amp;nbsp;cartas do Tarot, e onde estão algumas de suas Nanas.&amp;nbsp;Eu, aqui com meus botões, penso que o conflito da artista com a identidade materna era tão intenso que ela não pôde ignorá-lo. Apesar de não conseguir viver intensamente a relação com as filhas, ela elaborou-a com sua criatividade, colocando em ação a opressão e a atração&amp;nbsp;que aquele papel marcado a causava. Ela disse uma vez que a arte era sua garantia de sanidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, por que eu trouxe esse exemplo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às vezes, me parece que algumas mães simplesmente não sentem prazer com esse papel. Há mulheres que optam por não ter filhos. Mas, há também aquelas que imaginam que tê-los faz parte do curso da vida, apesar de não desejarem de fato ser mães. Algumas descobrem-se realizadas com a maternidade, mas outras não - não mesmo. E o mesmo pode acontecer com os homens. Isso não é necessariamente culpa de alguém, mas com certeza produz efeitos na vida das crianças. Acho que às vezes falta autenticidade, honestidade, na relação entre pais e filhos, e fica-se preso a certos estereótipos hipócritas de "bons pais".&amp;nbsp;Se todas as pessoas fossem completamente sinceras com seus sentimentos em relação à maternidade/paternidade e pudessem pensar e falar sobre eles&amp;nbsp;(e pintar e criar esculturas, e curtir com os filhos uma manhã de praia, sem coisas e mais coisas de plástico, e receber a gratidão deles com beijinhos e risadas...), acho que a haveria menos babás de branco passeando pela cidade em domingos de sol e, talvez, menos piscinas alugadas na praia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2675258284445075921?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2675258284445075921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2675258284445075921&amp;isPopup=true' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2675258284445075921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2675258284445075921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/12/algumas-maes-simplesmente-nao-gostam-de.html' title='Algumas mães não têm prazer com maternidade'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-3153085585184288024</id><published>2011-12-16T13:15:00.002-02:00</published><updated>2011-12-16T13:16:04.729-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Conflitos da vida real: como entrar em depressão em apenas 4 meses</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando fui convocada para assumir uma vaga de um concurso público, em julho deste ano, fiquei bem feliz e compartilhei &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/2011/07/trabalho-maternidade-e-uma-declaracao.html" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt; minha gratidão pelos últimos anos e pelo novo ciclo que se iniciava. Eu estava empolgada com a possibilidade de exercer uma função ligada aos meus estudos no mestrado, mesmo temendo que isso me atrapalhasse a cuidar da loja e da Laura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A remuneração do meu novo emprego é muito boa, comparada aos últimos trabalho que tive, e vi nela também a oportunidade de juntar mais um dinheirinho para investir em nossos sonhos. Quando a convocação apareceu, eu estava numa fase ótima! Feliz demais com a inauguração da loja e com a possibilidade de conciliar trabalho-maternidade-vocação. Mas, ainda não tinha o retorno financeiro suficiente. Apesar de meu marido segurar as pontas, e de termos muita esperança em nosso negócio, viver no limite orçamentário pode ser muito estressante. E sempre tem aquelas idéias tentadoras de que com mais dinheiro, Laura poderá ter mais oportunidades de fazer atividades, cursinhos, ficar numa boa &lt;strike&gt;cara&lt;/strike&gt; escola, enfim. E meu novo emprego sanava completamente essa questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, eis que a realidade se impõe sobre os sonhos, os projetos, os ideais... O trabalho junto ao Ministério da Saúde mostrou-se um enorme desafio aos meus valores pessoais e profissionais. Percebi que da teoria para a prática há um grande abismo, em se tratando de políticas públicas no Brasil, em especial na área da saúde (tá, você deve estar arregalando os olhos, admirada com a minha ingenuidade). Mas, o fato é que entre fazer pesquisa e fazer gestão em serviços de saúde tem uma diferença radical, e eu, do alto da minha montanha de pensamentos elevados, caí no fundo do poço, ao concluir que não é possível conciliar trabalho-maternidade-vocação lidando com as contradições do dia dia de um hospital público, &lt;i&gt;in loco&lt;/i&gt;. Pelo menos, aqui no &lt;i&gt;meu &lt;/i&gt;hospital, fica muito difícil &lt;strike&gt;impossível&lt;/strike&gt; exercer a minha função sem ter que fazer vistas grossas &lt;strike&gt;arriscar-se por falar demais&lt;/strike&gt;, e entrar em depressão. A deprê chega sorrateira, como um cansaço irremediável, e depois vai se instalando como uma total falta de motivação para tudo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sorte minha que tenho a loja, tenho a Laura e meu marido (que na verdade, se tornam meu verdadeiro motivo para levantar todos os dias, mas também a fonte de minha apreensão em pensar em sair de vez desse trabalho). Nesse ínterim, infelizmente, não consegui postar quase nada no blog, inclusive sobre o &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//2011/11/concurso-cultural-arte-nossa-de-cada-dia" target="_blank"&gt;Concurso Cultural&lt;/a&gt; (que com o perdão de todos, foi um fiasco, porque eu não consegui me organizar para divulgar todas as imagens recebidas e abrir a votação, então, decidi mandar um livro para cada participante mesmo, em breve). Não consegui treinar e ambientar direito nossa nova funcionária, que está nos ajudando muito no dia dia da loja, mas que ainda não domina nosso sistema. E também não consegui botar adiante todas as promoções e lançamentos que tínhamos planejado - com exceção da Feira Baby Bum, da qual inacreditavelmente conseguimos participar, e muito bem, por sinal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, para completar o muro de lamentações que este post está ficando, dei pouca atenção à minha verdadeira vocação. Não consegui revisar o livro escrito ano passado. Continuei escrevendo bastante, mas de forma desordenada e sem qualquer motivação para enviar nada para editoras e afins. Nesse requisito me sinto &lt;b&gt;mesmo &lt;/b&gt;um fiasco (estão escutando o som das chibatadas?).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, instala-se um conflito terrível: sair desse trabalho significa poder dedicar-me mais e melhor para as coisas que amo fazer, porém, significa também menos dinheiro (bem menos) para investir nelas. Agora entendo plenamente aquele velho ditado: tempo é dinheiro. Mas, o conflito não é tão simples assim, fica um pouco pior quando me deparo com outra preocupação. Como eu, que sempre dei muito mais valor ao "ser" do que ao "ter" posso me prender a algo que me faz tão mal por causa do que ele me permite ter? A carolzinha acampada no meu ombro direito responde: &lt;i&gt;afinal, se sacrificar hoje para que sua filha possa ter tudo o que for necessário para ela ser tudo o que quiser no futuro, é trabalhar em prol do "ser" também, ora! Afinal, se seus pais tivessem feito isso, você teria conseguido seguir sua carreira desde cedo, sem se preocupar com questões materiais, ora!&lt;/i&gt; Mas, a carolzinha do meu ombro esquerdo também não se cala. Ela diz: &lt;i&gt;mas, foi exatamente isso que seus pais tentaram fazer por anos e não conseguiram! Você não pensa nas perdas que você mesma e sua família podem ter por causa desse seu estado de espírito atual?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A esse conflito, soma-se minha vontade de fazer alguma diferença no serviço público onde estou trabalhando. Ainda fico tentada a acreditar que, aos pouquinhos, as coisas vão mudar, vão melhorar, e eu farei parte da mudança. Mas, o choque de realidade está tornando essa expectativa muito baixa. Eu já não sei como fazer real diferença numa instituição em que é normal não acreditar. As pessoas ao meu redor também se entristecem, algumas se acostumam (ou tem que se acostumar) e vão e voltam de licenças para tratar-se de problemas mentais, psicossomáticos, e físicos, muitas vezes oriundos do trabalho. Mas, esse assunto é outro capítulo, que ainda estou tentando elaborar e chegar a alguma conclusão, sem me preciptar.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, pessoas queridas que me lêem, dêem um desconto pelas minhas faltas, atrasos e resmungos. Minha cabeça ainda não se inclinou definitivamente para nenhum dos lados, apesar de pender facilmente para o lado do coração (que afinal, se não fosse isso, eu já estaria muito-bem-obrigada &lt;strike&gt;no subsolo da hierarquia moral&lt;/strike&gt;, nos corredores do &lt;i&gt;meu &lt;/i&gt;hospital, beneficiando-me desse sistema &lt;strike&gt;sujo&lt;/strike&gt;, ganhando meu dinheirinho, acostumando-me à deprê, com o lexotan de prache). &amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-3153085585184288024?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/3153085585184288024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=3153085585184288024&amp;isPopup=true' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3153085585184288024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3153085585184288024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/12/conflitos-da-vida-real-como-entrar-em.html' title='Conflitos da vida real: como entrar em depressão em apenas 4 meses'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-6994456797966428168</id><published>2011-12-05T22:32:00.000-02:00</published><updated>2011-12-05T22:32:37.395-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desfralde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão pós-parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Depressão em bebês: existe e deve ser tratada</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há uma semana atrás estava arrumando minha estante da sala e me deparei com um dvd da maternidade que nem lembrava que existia. O título na capa era: "primeiros momentos de Laura". Muito estranho... como eu fui esquecer um dvd assim? Então, assisti novamente e entendi meu "esquecimento". Uma cena horrível de minha bebezinha, recém nascida, nua, sozinha, chorando, chorando e chorando. Nada animador pra uma mãe de primeira viagem. Não só por causa do choro, mas porque me pareceu muito bizarro que a maternidade desse de presente para os pais um dvd desses, com o título "primeiros momentos". A primeira coisa que me veio à cabeça foi: "quando afinal fizeram essa filmagem?!" "Eu tava lá o tempo todo, poxa!".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, pensando bem, acho que "contemplar" um bebezinho chorando é muito mais comum e aceitável do que supõe a minha ingênua filosofia. É fato, eles choram por tudo. Precisam chorar para se comunicar. E muitas vezes, nós nem conseguimos entender a mensagem. Podemos acabar nos acostumando às cenas de sofrimento, e até mesmo achar que elas são tão normais que não precisam ser compreendidas. É assim que corremos o risco de não identificar o estado depressivo em bebês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu não quero que este post tenha um tom sensacionalista. Mas, depois de ler alguns artigos sobre o assunto, fiquei tão impactada, que resolvi chamar atenção de tod@s os leitores do blog para ele. Porque, realmente, sem querer, podemos ignorar os primeiros sintomas de uma depressão que pode se estender por toda a vida da criança e até disparar problemas mais grave na vida adulta. Um artigo científico em especial me fez entender melhor o assunto. Este aqui: "&lt;a href="http://www.scielo.oces.mctes.pt/pdf/aps/v21n1/v21n1a06.pdf" target="_blank"&gt;Depressão no bebé&lt;/a&gt;", de pesquisadores portugueses. Nele, alguns sinais da depressão servem para o diagnóstico precoce: irritabilidade, transtornos do sono, apatia, motilidade reduzida, movimentos físicos anormais, agressividade. Os pais normalmente levam o problema para um pediatra ou psicóloga quando este último sinal fica evidente. É mais fácil identificar comportamentos agressivos do que tristeza em bebês. E infelizmente, em nossa cultura, contemplar o choro infantil é comum.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se um bebê de menos de um ano de idade não sorri com frequência, parece apático e alheio ao ambiente, não se alimenta bem, pode ser um sinal do estado deprimido. Temos que ficar atentos para não "naturalizar" esses comportamentos e perder a oportunidade preciosa de reverter o quadro. Porque com um atendimento adequado com terapeutas e pediatras, os familiares e cuidadores pode mudar completamente o estado do bebê. Nos primeiros 3 anos, a personalidade dele é praticamente toda formada e vai influenciar na forma que o indivíduo responderá à vida até mesmo quando adulto. Além dos sinais mencionados, também vale ficar atentos à timidez excessiva, à comportamentos anti sociais, à regressão ou interrupção do desenvolvimento psicomotor, como a aquisição da fala e o desfralde.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre as causas do estado depressivo em bebês estão aquelas relacionadas à privação do contato com a mãe ou com um cuidador de quem eles são muito próximos. Situações como depressão pós-parto, drogadicção, separação dos pais, processo de adaptação à creche, afastamento de uma babá ou uma vovó muito presentes, enfim. Muitas coisas podem fugir ao nosso controle, e não devemos nos culpar se nossos filhos acabam passando por alguma delas. Mas, precisamos ficar atentos aos sinais que eles nos dão! Quer um exemplo clássico de falta de atenção aos sinais do bebê? A tal adaptação na creche, mal feita, ou feita forçosamente, mesmo com muito choro e sofrimento. Muitas vezes, profissionais mal preparadas pressionam às mães para que deixem seu filho de menos de menos de 1 ano no colo de uma desconhecida, chorando, sem demonstrar comoção, para que ele "se acostume logo". Um horror! Eu mesma já testemunhei uma cena dessas numa das creches que visitei: a mãe visivelmente tensa se encostava na parede, olhando para o nada, com medo de encarar o bebê de 4 meses que chorava desesperadamente no colo de uma cuidadora. No dia até puxei uma conversa com ela, tentando alertá-la de que aquilo não era necessário, mas não tive coragem de me meter. Aliás, as profissionais da instituição insistiam tanto nessa maneira esdrúxula de "adaptar" a criança, que eu me senti um "et" discordando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, é muito importante a gente dar atenção aos nossos incômodos. É muito importante darmos ouvidos aos nossos sentimentos, e assim, buscarmos entender melhor o que se passa com nossos pequenos. Não precisamos concordar com o prazo fixo de um semana para a adaptação na creche ou escola, não devemos tolerar o choro de um bebê que sofre com a ausência da mãe como se fosse algo banal. Claro que chorar é normal, e ele aprenderá gradualmente a lidar com as frustrações da vida. Mas, É GRADUALMENTE, e não em uma semana, um mês, ou um ano. Temos que respeitar o tempo deles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, o que fazer para evitar uma depressão no bebê? Na prática, se você não tiver depressão ou drogadicção, se não houver nenhuma situação atípica de separação, você pode preveni-la. Não deixe que seu filho recém nascido fique muito tempo longe de você após o nascimento, na maternidade; ofereça o seio assim que ele nascer, e continue estimulando-o a mamar no seio, naturalmente; não deixe o bebê de menos de um ano chorando se você pode satisfazê-lo; se você não reconhecer o motivo do choro, fique com ele nos braços, para que se sinta aconchegado; se o motivo for passível de disciplina, nunca apele para castigos físicos, evite gritar, e deixe bem claro o motivo da repreensão, com diálogo; mantenha a rotina de sono e alimentação sem grandes alterações; não deixe-o por muito tempo seguido com uma pessoa estranha; faça adaptações graduais, observando as reações dele. Os bebês são muito mais inteligentes do que imaginamos! E eles captam facilmente os estímulos ambientais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-6994456797966428168?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/6994456797966428168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=6994456797966428168&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6994456797966428168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6994456797966428168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/12/depressao-em-bebes-existe-e-deve-ser.html' title='Depressão em bebês: existe e deve ser tratada'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-8816828521191085002</id><published>2011-11-24T20:43:00.000-02:00</published><updated>2011-11-24T20:43:50.391-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><title type='text'>Atualizações: Arte Nossa, Baby Bum e Blogagem Coletiva</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Querid@s!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um post breve para falar sobre os últimos (e futuros) acontecimentos importantes da What Mommy Needs.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já temos mais imagens enviadas para a participação no concurso cultural &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/2011/11/concurso-cultural-arte-nossa-de-cada.html" target="_blank"&gt;Arte Nossa de Cada Dia&lt;/a&gt;. Aproveitem e confiram aqui uma delas (até dia 30 divulgaremos todas, &lt;i&gt;promess&lt;/i&gt;!):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da Marcia Boiko, uma imagem belíssima de um evento cultural super brasileiro! Vejam só no link:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/voadeiras/6319564404/in/photostream"&gt;http://www.flickr.com/photos/voadeiras/6319564404/in/photostream&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E junto com a foto, ela enviou uma pequena explicação sobre a festa retratada:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;A festa do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Bumba-Meu-Boi,&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;uma das mais tradicionais festas de rua de São Paulo, no Morro do Querosene (bairro próximo ao&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.guiabutanta.com/butantan/index.htm" style="color: #0000cc; outline-color: initial; outline-style: none; outline-width: initial; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;Instituto Butantan&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;). Comandado por Tião Carvalho e o Grupo Cupuaçu, há mais de 20 anos o evento reúne pessoas de diversas regiões da cidade, gente colorida, muitos estudantes, dançantes e brincantes.&amp;nbsp; Como toda tradicional festa de rua, barraquinhas com tapioca, pernil, pastel, cuzcuz&amp;nbsp; e comidas típicas fazem parte do evento .&amp;nbsp;A comunidade maranhense da cidade&amp;nbsp;cidade soube manter acesa no Butantã uma das mais belas tradições populares brasileiras, com toadas lindas e aquele indescritível ritmo das matracas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Nascimento do boi&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São três festas por ano, no sábado de Aleluia comemora-se o nascimento do Boi, que é batizado no mês de junho e morre no fim do ano, perto do dia de Finados. E renasce no ano seguinte. Além da cerimônia de nascimento, durante a festa também se apresentam grupos de maracatu, boizinho-mirim, caboclinhos, cantadores e cirandeiros. Uma ótima opção para quem gosta de cultura popular.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obrigada Marcia!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra informação importante, gente, é que neste sábado e domingo, 26 e 27 de Novembro, a What Mommy Needs estará com um stand na feira Baby Bum, na Casa de Espanha - Humaitá, Rio. Se você estiver pelo Rio ou morar aqui, vem prestigiar a gente, vem?!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Maiores informações aqui:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//2011/11/wmn-e-popolini-na-baby-bum-rio"&gt;http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//2011/11/wmn-e-popolini-na-baby-bum-rio&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E por fim, convido a tod@s para a blogagem coletiva sobre o Fim da violência contra a mulher, proposta pelas Blogueiras Feministas. Tá qui o link:&amp;nbsp;&lt;a href="http://blogueirasfeministas.com/2011/11/chamada-blogagem-coletiva-fim-violencia-contra-mulher/"&gt;http://blogueirasfeministas.com/2011/11/chamada-blogagem-coletiva-fim-violencia-contra-mulher/&lt;/a&gt;. Eu já participei com o último post!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, é isso, são três deveres de casa: mandar sua imagem ou vídeo para nosso concurso cultural, ir na Baby Bum prestigiar a gente (!!!), e escrever um belo post pelo fim da violência contra mulheres!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-8816828521191085002?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/8816828521191085002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=8816828521191085002&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8816828521191085002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8816828521191085002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/11/atualizacoes-arte-nossa-baby-bum-e.html' title='Atualizações: Arte Nossa, Baby Bum e Blogagem Coletiva'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-7751713638697266737</id><published>2011-11-21T20:27:00.001-02:00</published><updated>2011-11-21T20:31:01.169-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Violência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Carta para minhas amigas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caras amigas,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é uma carta séria. Minha vontade é passar toda força que tenho cultivado através das experiências que vivo, em situações semelhantes às que vocês estão vivendo ou acabaram de viver.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sei que às vezes minhas palavras são duras. Fica parecendo que sou&amp;nbsp;insensível, cruel, e &lt;i&gt;perfeitinha &lt;/i&gt;- como uma de vocês me disse recentemente. Mas, tenho certeza que vocês, conhecendo-me, sabem que não é nada disso: sou apenas uma sobrevivente e lutadora que ainda se debate entre os prós e contras dessa minha postura "pronta pra briga a qualquer momento". Eu amo vocês e odeio as injustiças, especialmente aquelas que acometem mulheres diariamente e que pouca gente tem coragem de perceber.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vocês são corajosas, e por isso, sei que não fecharão os olhos (nem os ouvidos) diante das minhas palavras, mesmo que elas pareçam duras demais. Elas não são contra vocês - nem mesmo contra eles. Minhas palavras são contra as desigualdades arraigadas em nosso inconsciente coletivo, em nossa sociedade, nas pequenas atitudes que homens e mulheres reproduzem sem sentir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quer dizer, sentir nós sentimos. E quando chega no limite, sentimos até demais. Até doer tanto que nos damos conta de nossa dependência e do quanto ainda precisamos conquistar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amigas queridas, ele pode ser o cara mais generoso, mais inteligente, mais sedutor que vocês já conheceram. Mas, palavras de ameaça física ou psicológica NÃO. Ciúmes não é justificativa para agressões. E, ciúmes não é prova de amor. Também não vale cobrar de vocês aquilo que lhes é "socialmente esperado", mas do qual não têm a menor obrigação. Não aceitem que ele cobre a roupa limpa e passada, ou a comida feita, porque no fim do mês ele "paga a conta". Não aceitem que te jogue na cara uma escolha que ele mesmo fez. E, se ele não paga a conta, nem mesmo uma parte dela, e isso não foi uma escolha feita pelos dois, também não me parece ser um acordo justo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, fazemos acordos sempre. Casar é um acordo, assim como morar junto, viver junto, namorar... E nesse compromisso não é só a fidelidade que impera. Em primeiro lugar, nós desejamos o cuidado. Cuidar um do outro é o acordo. Então, se ele espera todo carinho e cuidado que você lhe dá quase naturalmente, não deve ficar admirado quando você reclama que ele nem sabe o quanto a prova de amanhã é importante pra você.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque vocês sabem quando ele precisa de apoio. Vocês se esforçam para poupa-lo quando sabem que tem um exame importante, quando ele vai passar por alguma seleção profissional, quando ele tem algo muito importante para escrever, produzir, etc. E isso é muito bom. Na verdade, ele deveria aprender com vocês. Assim, como nós aprendemos a deixar nossos filhos em casa e passar 9, 10 horas por dia no trabalho, ele podia ter aprendido a ser mais cuidadoso, a dar apoio afetivo, emocional, quando precisamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, infelizmente, amigas, ele ainda não consegue enxergar muito bem o motivo de sua tristeza. Ele não entende que vocês não querem um professor, um doutor, um chefe ilustre para admirar. Vocês querem alguém que seja capaz de abrir mão do status de sexo dominante para chegar junto, para admirar o que vocês produzem, para incentivá-las em seu crescimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu não tenho dúvidas que no caso de ele receber uma excelente proposta de estudo ou trabalho em outro país, vocês se sentiriam empolgadas para acompanhá-lo, e fariam das perdas apenas um meio de ganhar amadurecimento na relação. Não tenho dúvidas, que nesse caso, vocês conseguiriam desenvolver projetos, criar alternativas, para viverem ao lado dele, mesmo que uma mudança dessa magnitude não estivesse em seus planos. Isso ele poderia aprender com vocês. O pior é que muitas vezes ele não sabe nem o que quer, fica reproduzindo o comportamento do pai, e não aceita o fato de que vocês tem planos, tem sonhos, e têm o potencial de seguir uma carreira muito bem sucedida. Ele é capaz de chamar seus projetos de ilusão, e coloca sorrateiramente uma dúvida enorme dentro de vocês, se realmente são capazes de prosseguir e realizar aquilo que queriam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não subestimem as palavras. Palavras violentas machucam muito a alma, e podem um dia chegar a se materializar em ações. Palavras de desânimo, de descrédito, tem o poder de nos amedrontar, de nos fazer adiar os projetos mais desejados. É como uma opressão silenciosa, que começa a incomodar, sem que a gente se dê conta de onde ela vem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Amigas, eu vejo de onde ela vem. Porque no dia dia, eu posso senti-la também. É contra ela que luto e não contra ele. Mas, se ele me faz sentir ameaçada, oprimida, por qualquer coisa que seja, enfrento-o. Hoje, depois de muitos enfrentamentos, de muito diálogo, posso dizer que ele entende minha luta. Outro dia mesmo, discutimos porque ele não me dá o apoio afetivo que preciso para continuar perseguindo minha carreira, para continuar escrevendo. Vejam só, quando ele precisou, eu revisei sua monografia inteirinha em uma semana. Mas, o meu livro, que já escrevi há um ano, ele ainda não terminou de ler.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele pode achar que nós é que temos que ser menos afetivas, menos amorosas, mas por que não o contrário? Por que ele é que não deve aprender a ser menos violento?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque violência, amigas, tem vários graus. A negligência é violência. O machismo é violento. E fingir que ele não existe só piora as coisas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, queridas, minha palavra para vocês hoje é SEPARAÇÃO. Se as palavras dele beiram a violência física, ou se as atitudes são negligentes a ponto de deprimi-las, separem-se. Cuidem de si mesmas, porque com certeza é melhor amar-se sozinha do que depender do amor de alguém que não sabe amar. Se ele não enxerga o erro, se ele não percebe o próprio machismo, NÃO TOLERE sua companhia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira arma contra a violência de gênero é a sua atitude.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;** P.S.: Esta carta é fictícia mas se baseia em várias histórias de amigas e pessoas próximas. Com ela junto-me à blogagem coletiva proposta pelas &lt;a href="http://blogueirasfeministas.com/2011/11/chamada-blogagem-coletiva-fim-violencia-contra-mulher/" target="_blank"&gt;Blogueiras Feministas&lt;/a&gt;, para o dia 25 de novembro, sobre o fim da violência contra a mulher. Participe também!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-7751713638697266737?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/7751713638697266737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=7751713638697266737&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7751713638697266737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7751713638697266737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/11/carta-para-minhas-amigas.html' title='Carta para minhas amigas'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-1379435499608831624</id><published>2011-11-16T20:24:00.000-02:00</published><updated>2011-11-16T20:24:34.395-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Tiradas da semana: é pra rir ou pra chorar?!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pai e a mãe discutem na frente da criança sobre o fato de, na escola, a professora estar usando as diferenciações sexuais para ensinar as bases da matemática (classificação, conjunto, diferenciação), e estar usando contos de fada para o projeto literário. Os dois discutem se é por causa disso que a filha tem trazido diariamente princesas, bruxas e príncipes como tema de conversa, além de estar falando, constantemente, das diferenças entre menino e menina.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De repente, a filha interrompe a conversa e diz:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Peraí! Você não pode falar! Agora eu vou falar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pais se calam e esperam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Devedê é de menina e de menino! Menina e menino usa óculos, usa devedê, usa livro, menina e menino! Usa foto, usa música!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pais sorriem, empolgados com a esperteza da menina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mãe: - E bola? Quem usa bola? (querendo testar até onde vai o sexismo ensinado, involuntariamente, na escola).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A filha: - Menino... e menina...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pais se olham aliviados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A mãe: - E boneca, quem usa boneca?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A filha: - A Laura! (afirma, admirada com a obviedade da resposta).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pai: - E carrinho?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A filha: - Carrinho é de menino! (Grita e gesticula com o dedinho, querendo dar um ponto final na conversa).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pais se olham assombrados (afinal, a filha brinca de carrinho em casa e nunca teve qualquer restrição de brinquedos por causa de sexo). A mãe corre para o computador para escrever um post-desabafo no blog, enquanto o pai vai preparar o jantar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;---------------------------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Outras tiradas do feriadão:&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pai: - Olha, Laura, uma bacia cheia de água pra você brincar! (trazendo a bacia, minimamente cheia e colocando-a sobre a toalha no chão).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filha de dois anos e meio: - Obaaa! (colocando as massinhas na água e mexendo com uma colher).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mãe: - Que legal filha! É o caldeirão da bruxa? (com os olhos assustadoramente arregalados).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filha de dois anos e meio: - Não mãe! É uma bacia!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;--------------------------------&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filha de dois anos e meio: - Mamãe, to fazendo uma festa! Você vai na minha festa?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mãe: - Claro filha! É festa de quem?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filha: - É da banca-de-neve-casada-com-píncipe-e-com-sete-anões!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;---------------------------------&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filha: - Menina usa calcinha, menino usa cueca! (durante a volta da escola).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mãe: - É verdade filha.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filha: - Menina usa calcinha de bolinha rosa. E menino? Também tem cueca rosa?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mãe: - Tem filha. Menino também pode usar rosa!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filha: - Menina usa binco. (apontando para os brincos nas orelhas da boneca que carrega)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mãe: - Menino também! Menino também pode usar brinco. O tio Igor usa, lembra?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A menina fica atônita, admirada com a descoberta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-1379435499608831624?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/1379435499608831624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=1379435499608831624&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/1379435499608831624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/1379435499608831624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/11/tiradas-da-semana-e-pra-rir-ou-pra.html' title='Tiradas da semana: é pra rir ou pra chorar?!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-3799134459978873843</id><published>2011-11-10T09:38:00.001-02:00</published><updated>2011-11-13T15:00:09.096-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><title type='text'>Concurso cultural: Arte Nossa de Cada Dia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para estreiar a nova seção do nosso blog &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/p/imagens.html" target="_blank"&gt;Cultura, Arte e Imagens&lt;/a&gt;, convidamos a tod@s para participar do concurso cultural Arte Nossa de Cada Dia! A ideia é divulgarmos a criatividade de mães, pais, avós, avôs, tias e tios, educadores, enfim, de todos aqueles que encontram inspiração com as crianças! Acreditamos que a Arte está presente entre nós, no dia dia, e se ficarmos bem atentos, somos capazes de virar verdadeiros artistas ou de ser muito inspirados por eles. Acreditamos que a Arte é uma linguagem da vida, que nos ajuda a compreender os outros, a lidar com as diferenças, e aprender com elas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além do mais, imagina que delícia seu filhote, neto ou sobrinho vendo a Sua Arte estampada na &lt;i&gt;web&lt;/i&gt;!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Veja abaixo as regras e os prêmios!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Para participar é só enviar uma imagem ou vídeo de sua própria autoria ou com a autorização de reprodução de outro autor. Vale fotos, desenhos, colagens, e o que mais mandar a criatividade!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O tema é livre, mas estão vetadas todas as imagens com teor pronográfico ou que denigra a imagem de crianças, adultos ou animais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Não esqueça de enviar, junto com o trabalho, seu email e telefone de contato, para: contato@wmnloja.com.br&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Você pode enviá-lo até dia 30/11/2011.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Todos os trabalhos serão publicados aqui durante o tempo do concurso. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- A escolha dos melhores trabalhos será feita por júri popular, com votação aberta aqui no blog, entre os dias 30/11 e 07/12.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Prêmios: para os três trabalhos mais votados, enviaremos, nessa ordem: o livro &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/loja/products/205-toda-crianca-gosta.aspx" target="_blank"&gt;Toda criança gosta&lt;/a&gt;, de Hetzel &amp;amp; Massarani;&amp;nbsp; o livro &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/loja/products/213-livro-infantil-ode-estrela-pablo-neruda-cosac-naify-what-mommy-needs.aspx" target="_blank"&gt;Ode a uma estrela&lt;/a&gt;, de Pablo Neruda; e o livro &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/loja/products/229-nascemos-livres.aspx" target="_blank"&gt;Nascemos livres&lt;/a&gt;, com a Declaração Universal dos Direitos do Homem adaptada para crianças e ilustrado por vários artistas e ilustradores. Conheça um pouquinho mais cada um desses títulos nos links. E divlugue essa ideia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="320" nda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-dolrP0lR3kc/Tr_3ZOVpjwI/AAAAAAAAAkY/0-PehcFMdNU/s320/concursocultural.jpg" width="216" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-3799134459978873843?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/3799134459978873843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=3799134459978873843&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3799134459978873843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3799134459978873843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/11/concurso-cultural-arte-nossa-de-cada.html' title='Concurso cultural: Arte Nossa de Cada Dia'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-dolrP0lR3kc/Tr_3ZOVpjwI/AAAAAAAAAkY/0-PehcFMdNU/s72-c/concursocultural.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-5898837566906673248</id><published>2011-11-07T10:28:00.003-02:00</published><updated>2011-11-07T10:30:49.368-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série Mães que Contam'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Boas dicas para uma amamentação feliz!</title><content type='html'>Hoje publicamos uma excelente entrevista com Simone de Carvalho, fundadora do grupo Aleitamento Materno Solidário, que vem movimentando a web com informações valiosas sobre aleitamento e doação de leite materno. Conheça mais o trabalho dessa mãe especialista e ativista, no nosso site e mande suas dúvidas também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se você já está inscrita no grupo da AMS no &lt;a href="http://www.facebook.com/groups/aleitamentomaternosolidario/" target="_blank"&gt;Facebook&lt;/a&gt;, aproveite a promoção desta semana: 20% de desconto em toda a loja What Mommy Needs!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continue lendo &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//2011/11/boas-dicas-para-amamentar-feliz" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-5898837566906673248?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/5898837566906673248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=5898837566906673248&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5898837566906673248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5898837566906673248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/11/dicas-boas-para-uma-amamentacao-feliz.html' title='Boas dicas para uma amamentação feliz!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-6325180083171807517</id><published>2011-11-02T17:21:00.000-02:00</published><updated>2011-11-07T16:25:49.123-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='França'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Cinema, literatura e artes para crianças pequenas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você já viu o novo tema do &lt;a href="http://www.mamatraca.com.br/?id=48&amp;amp;uma-boa-escola" target="_blank"&gt;Mamatraca quer saber&lt;/a&gt;? É sobre a opinião de pais e mães sobre a escola de seus filhos. Aqui no blog eu já discuti bastante esse assunto e não me canso de falar sobre ele, porque, na minha opinião, ainda temos muito o que melhorar, em termos de qualidade das instituições e diálogo com as escolas. E uma das coisas que mais tem me intrigado é sobre o acesso das crianças à cultura no ambiente escolar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar de ainda existirem poucas opções de eventos, filmes e peças infantis legais e acessíveis, aqui em casa a gente se esforça pra que a Laura tenha o máximo de contato com a produção cultural de qualidade do momento. Quer dizer, ficamos atentos para os bons livros que são lançados, os filmes e animações, as peças, e tentamos distinguir entre "produtos" apelativos, que só querem se vender, e as "obras de arte" - que eu defino como trabalhos com conteúdo crítico e construtivo, mesmo quando são cômicos e infantis. Porque, ser infantil não é sinônimo de ser bobo, certo?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu já observei que, na escola, Laura também tem tido oportunidade de entrar em contato com esse universo cultural mais inteligente. Até o momento, gostei de quase todos os livros que foram usados nos projetos literários, e sei que a escola introduz os grande pintores e artistas plásticos nas atividades, apresentando suas histórias de vida e seus trabalhos, incentivando a criação das crianças também. Os murais estão sempre cheios de trabalhinhos de arte e as aulas costumam ser bastante musicadas. Enfim, acho que minha filha tem o privilégio de estar num ambiente escolar estimulante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, eu tenho uma crítica (construtiva!). Acho que, mesmo na primeira fase da educação infantil é possível introduzir temas tipicamente pedagógicos sem apelar para os contos de fadas. E sei que isso é muito comum, muito mesmo. Até a escola da Laura investiu bastante tempo e várias atividades nesse semestre, trabalhando contos tradicionais que tinham princesas e bruxas como personagens. Mas, eu me pergunto porquê não podemos utilizar outros recursos para trabalhar os temas bem/mau, amar/odiar, sorrir/chorar, e suas derivações. Alguns argumentam que os contos de fada mais tradicionais são a expressão mais "pura" das emoções humanas e que por isso ajudam a formar o caráter da pessoa até na idade adulta. Mas, por outro lado, muito estudos tem mostrado que esses contos também são recheados de lições controversas: a passividade e submissão quase natural das meninas complementando o heroísmo dos meninos, a caracterização do mau com cores escuras e com a velhice, o "perigo" da liberdade, o "perigo" dos ambientes naturais como as florestas, etc. Além disso, a oferta de produtos de consumo em torno desses contos é exagerada: é mochila das princesas, estojo da branca de neve, relógio do príncipe encantado (aliás, já parou pra perceber como os príncipes não tem nome nesses contos? Não parece estranho que a única figura masculina forte dessas histórias seja tão sem personalidade que pode ser qualquer homem bonito montado num cavalo?)...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Particularmente, eu acho que seria mais construtivo se as escolas aproveitassem mais a oferta do que está rolando no circuito cultural da cidade ao invés de manterem anualmente os mesmos contos e as mesmas atividades. Acho que, a cada semestre, a escola pode pesquisar a programação cultural dos meses seguintes, e fazer um diálogo bacana com ela durante as atividades diárias. Assim, os temas pedagógicos do currículo escolar poderiam ser mais contextualizados com a realidade das crianças, fazendo uma espécie de intercâmbio com temas novos e inusitados (afinal, não é isso que propõe fundamentalmente a pedagogia da libertação de Paulo Freire?). Não acho que os tradicionais contos infantis sejam indispensáveis da educação das crianças. Temas universais são universais e ponto - eles aparecerão de qualquer forma no dia dia da escola. Acho que ofertar demais essas histórias de bruxas e princesas é até mesmo arriscar-se a deixar a criança monotemática, porque, se ela vai ao shopping, lá estão as princesas distribuindo folhetos das peças em cartaz, se ela vai na loja de brinquedos, lá está a enorme seção rosa de bonecas e acessórios para princesas, se liga a tv, mamãe põe o bendito desenho da Bela Adormecida para acompanhar o "tema" do projeto literário da escola... enfim, acho que isso não é nem um pouco estimulante! Nem para as crianças nem para os professores, nem para os pais!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E para contrapor um pouco essa enxurrada de belas adormecidas, príncipes e bruxas que está acontecendo aqui em casa, aí está a lista de eventos, filmes e livros que temos oferecido para nossa filha:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Menininha: peça encantadora (não encantada!), onde Laura estreou como público teatral quando tinha um ano e meio. Toda a história é contada com as músicas de Toquinho e Vinícius de Moraes, além de Chico Buarque e Adriana Calcanhoto, com uma bailarina palhacinha. Vimos no Centro Cultural do Banco do Brasil e agora está em cartaz em Brasilia. Leia aqui neste &lt;a href="http://guiadecidades.terra.com.br/pe/arte-e-cultura-teatro-infantil-menininha-e-encenada-no-teatro-plinio-marcos-en-brasilia" target="_blank"&gt;link&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Palavra Cantada: grupo musical maravilhoso, que produz músicas de qualidade, com riqueza instrumental e letras inteligentes. Eles também cantam algumas canções populares, fazendo interpretações originais. Desde que começou a ver dvds, Laura assiste os clipes desse grupo, e agora sabemos que eles estão no cinema, em 3D! Leia mais aqui neste link da &lt;a href="http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI258626-10539,00.html" target="_blank"&gt;Revista Crescer&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Atividades no Instituto Moreira Salles: Todos os sábados, a partir das 17hs, o Instituto oferece atividades diversas para as crianças. Além de participarem de ateliês infantis, contações de histórias, oficinas de trabalhos manuais etc, elas desfrutam de um ambiente aberto muito agradável e salas de exposição que têm sempre algo interessante. O Moreira Salles está presente no Rio e em São Paulo além de promover eventos em outras cidades brasileiras. Veja aqui neste &lt;a href="http://ims.uol.com.br/radio/D176" target="_blank"&gt;link &lt;/a&gt;a programação infantil que está rolando no Rio, sempre gratuitamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Um gato em Paris (Une vie de chat): Assistimos esse no cinema, semana passada. Laura ficou compenetrada do início ao fim! É a história de um gato preto que vive entre a casa de uma menina, que não fala e acabara de perder o pai, e a casa de um ladrão da noite. Cheia de mistérios, a animação aborda temas infantis e adultos: a perda, a amizade, a relação mãe e filha, o medo, etc. Agora o filme faz parte do &lt;a href="http://www.cinefrance.com.br/atualidades/festivais?festival=86" target="_blank"&gt;Festival de Animação à Francesa&lt;/a&gt;, que é imperdível! Dá uma olhada na programação, que acontece no Rio e em Porto Alegre, de 04 a 27 de Novembro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Teatro de bonecos Papa Vento: vimos a primeira vez na festa de uma amiguinha da Laura na casa de festas &lt;a href="http://www.umjardimsecreto.com.br/" target="_blank"&gt;Jardim Secreto&lt;/a&gt;, que tem toda uma proposta alternativa e super interessante. Mas, depois ficamos sabendo que o grupo se apresenta todo primeiro sábado do mês no Jardim Botânico do Rio. Eles interpretam histórias conhecidas, mas sempre inserindo um toque mais brasileiro. Melhor ainda são as peças exclusivas, que fogem um pouco dessa "moral" tipicamente cristã, meio medieval, que está em praticamente todos os contos de fada. Na última apresentação que vimos, a "mocinha" tinha que enfrentar um monstro para seguir a carreira que escolheu, e fez isso com astúcia e inteligência, com a ajuda de um vovô jardineiro. Muito legal! Aqui neste &lt;a href="http://www.papaventobonecos.com.br/" target="_blank"&gt;link &lt;/a&gt;você fica sabendo mais sobre o grupo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Os dez patinhos: livro infantil, escrito por Graça Lima, uma artista visual, que, neste livro, também mostrou que é poeta. A típica história de subtração, contada em músicas tradicionais (lembra da música mineira das dez irmãs numa casa, e dá um &lt;i&gt;tangolomango &lt;/i&gt;em cada uma?), mas que aqui vira cômica. Além da bela ilustração, das rimas, e dos patinhos (que as crianças amam!), o livro traz um jogo de tabuleiro, para incentivar a aprendizagem dos números. Ele foi lançado ano passado e é uma das nossas mais novas aquisições! Dá uma olhada na nossa loja virtual, pra conhece melhor, neste &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/loja/products/207-livro-infantil-dez-patinhos-companhia-das-letrinhas-what-mommy-needs.aspx" target="_blank"&gt;link&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bom, eu poderia dar muitas outras dicas! Mas, aí o post vai ficar gigante. E, espero que vocês também me deem suas dicas e suas opiniões sobre a escola aqui, e lá no &lt;a href="http://www.mamatraca.com.br/" target="_blank"&gt;Mamatraca&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;**Outra dica: a What Mommy Needs está dando 25 reais de desconto para as 9 primeiras participantes a enviarem videos sobre o tema para o Mamatraca!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-6325180083171807517?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/6325180083171807517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=6325180083171807517&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6325180083171807517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6325180083171807517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/11/cinema-literatura-e-artes-para-criancas.html' title='Cinema, literatura e artes para crianças pequenas'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-4654097267844400425</id><published>2011-10-23T22:40:00.000-02:00</published><updated>2011-10-23T22:40:05.173-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gravidez'/><title type='text'>Lembre-se de si mesma, após a maternidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes de engravidar, eu adorava ficar horas lendo e ouvindo música. Tinha uma coleção amada de cd's e músicas no computador, desde música clássica até Los Hermanos, Radiohead e Pink Floyd. Eu era capaz de ficar 4 horas, praticamente ininterruptas, escrevendo ou lendo, ouvindo minhas músicas. De vez em quando (tipo umas 3 vezes no ano), eu acendia um cigarro de canela (sim, eu sou uma das únicas pessoas que você conhece que gosta de cigarrilha com sabor) sozinha no meu quarto, e, em alguns minutos me imaginava fazendo as coisas mais inesperadas no futuro: lançando um roteiro de cinema, cantando numa banda, fazendo a posição mais difícil do último estágio da yoga...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, a gravidez totalmente inesperada me tomou um pouco desses momentos solitários e tão prazerosos. Minha coleção de músicas foi sendo gradualmente abandonada, a cada mudança de apartamento ou troca de pc - nas quais os back ups ficavam fechados em caixas cheias de cd's por longos meses. Eu tinha tanta coisa pra me preocupar! Casar, montar uma "casa de família", terminar o mestrado e trabalhar, fazer um pouco de natação e hidro pra não engordar muito e ter fôlego no parto, e trabalhar! Consegui namorar um pouquinho nessa fase também, porque, &lt;i&gt;thanks Lord&lt;/i&gt;, minha libido não me abandonou!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às vezes, quando ficava esperando na ante sala do consultório do meu ginecologista, uma das minhas canções tocava no rádio, e eu tinha um &lt;i&gt;dejà vu&lt;/i&gt; de meus momentos de solteira no meu quarto. Confesso que sentia um pouco de nostalgia, mas as emoções que eu estava vivendo superavam em muito qualquer estado eufórico que eu tinha experimentado nos últimos 26 anos de vida. E assim, fui levando o início de minha jornada como mãe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu passei pelos últimos dois anos e meio meio esquecida de mim mesma, sabe? Até hoje meus cd's não tem um lugar certo na nossa casa (estão empilhados na última prateleira da estante da sala e alguns poucos espalhados num escritório improvisado, que aliás acabou de ser finalmente organizado para ser de fato utilizado).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que por mais que eu não tenha parado totalmente a minha vida, minha filha tomou o centro das nossas atenções. Meu marido e eu, que éramos namorados até então, vivemos uma revolução por dentro e por fora para dar conta do recado. Nenhum de nós manteve o mesmo caminho previsto e planejado lá atrás, mas conseguimos criar novas perspectivas, novos sonhos, tentando incorporar um pouco do que existia antes. Não deu pra ele ter a experiência de morar sozinho (ele teve que ir da casa da mãe direto para &amp;nbsp;o casamento), nem deu pra eu ir fazer meu doutorado fora (ainda!). Nesse período já discutimos muito sobre nossas diferentes expectativas, culpamos um ao outro pelos sonhos não realizados, tivemos vontade de desistir e voltar a ser apenas namorados... Mas, o apoio mútuo tem sido a chave para sermos bons pais sem perder a sanidade. Porque é difícil, viu? Apesar de ser extremamente prazeroso! Talvez a maternidade traga o maior paradoxo da vida: amar um outro ser de forma tão intensa que nos preenche e ao mesmo tempo nos tira um pouco do eixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, admito que deixar minhas coisas, minhas músicas, meus pequenos momentos solitários tão abandonados até hoje não é necessário! Talvez tenha sido durante a gravidez e os primeiros meses de Laura, mas acho que hoje tem um pouco de comodismo, sabe? A gente corre o risco de ir se acostumando em viver quase integralmente para outras pessoas. Isso é sedutor para quem tem uma certa tendência à preguiça...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ai que preguiça! Quando olho pra minhas caixas intocadas ou meus livros empoeirados...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, hoje, depois de finalmente conseguir ver meu escritório minimamente arrumado (e estou conseguindo esticar minhas perninhas embaixo da minha mesa!), resolvi dedicar um tempo, uma música, e uma cigarrilha velha pra mim. E me senti tão leve e inspirada, que vim aqui pra escrever este post domingueiro. Compartilho com vocês, queridas companheiras de labuta, mães, grávidas, mulheres que talvez por diversos motivos têm esquecido de si mesmas, uma música que me emocionou hoje. Com vocês, &lt;strike&gt;Carolina Pombo &lt;/strike&gt;&amp;nbsp;Adele com o música Don't you remember (uma das minhas mais recentes aquisições):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/VGTZwqzK2QE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-4654097267844400425?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/4654097267844400425/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=4654097267844400425&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/4654097267844400425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/4654097267844400425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/10/lembre-se-de-si-mesma-apos-maternidade.html' title='Lembre-se de si mesma, após a maternidade'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/VGTZwqzK2QE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-916363543156208277</id><published>2011-10-13T20:42:00.000-03:00</published><updated>2011-10-13T20:43:09.793-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fraldas Ecológicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Canadá'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>O que é mais estranho: bebê que usa fralda de pano ou boneca que usa fralda descartável?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font: normal normal normal 13px/19px Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0.6em; padding-left: 0.6em; padding-right: 0.6em; padding-top: 0.6em;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que há de estranho em uma família moderna adotar as fraldas de pano? Certamente, todo mundo tem várias respostas pra essa questão. Parece um retrocesso lavar fraldas quando o mercado oferece uma gama de descartáveis, prometendo noites inteiras sem vazamentos, géis poderosos que mantém a pele do bebê seca, super ultra mega conforto, e nenhum trabalho! As propagandas são as mais fofas e, de acordo com minha humilde opinião de mãe que tem uma filha de pele super sensível e alérgica, são as mais enganosas também (já notaram as&amp;nbsp;&lt;a _mce_href="http://www.youtube.com/watch?v=IiuAe3QMJsc" href="http://www.youtube.com/watch?v=IiuAe3QMJsc"&gt;propagandas&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que colocam bebês competindo pela atenção de uma bebezinha, na qual ela desdenha alguns e escolhe o outro por causa da bendita marca de fralda descartável? Alguém já disse que é tipo uma propaganda de cerveja para os machos recém-nascidos!).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, a ideia é falar de como pode ser estranho (ou não) algumas famílias, hoje, escolherem as fraldas de pano em detrimento das descartáveis, mesmo que seus bebês não tenham exatamente uma alergia. Tem gente fazendo essa escolha porque acredita que ela é a escolha certa para o planeta. O que significa que são heróis ou mártires do meio ambiente? Não. O que significa que há pessoas que compreendem o nexo entre o bem estar do planeta e o seu próprio bem estar. Até porque, hoje, não é necessário um grande sacrifício para se usar as fraldas laváveis: elas lavam facilmente na máquina, junto com as demais roupas da família, são de qualidade durável, preços acessíveis, e já existem diversos acessórios biodegradáveis que tornam seu uso ainda mais prático, como os forros de proteção (os&amp;nbsp;&lt;em&gt;liners&lt;/em&gt;, que evitam que as fezes causem muita sujeira) e os detergentes e essências especiais para evitar o mel cheiro. Então, estranho me parece mesmo que a geração das nossas mães tivesse que lavar as fraldas (sem máquinas nem forros), e ainda lutar por um lugar no mercado de trabalho com pouquíssima presença dos homens nas tarefas domésticas!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, fraldas laváveis modernas são vendidas em diversos países, e em alguns já existe até um mercado pungente em torno desse produto considerado ecológico. No programa canadense&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;a _mce_href="http://vieenvert.telequebec.tv/" href="http://vieenvert.telequebec.tv/"&gt;La Vie en Vert&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(A vida em verde)&lt;/em&gt;, que aqui no Brasil passa com legendas em português na&amp;nbsp;&lt;a _mce_href="http://www.tv5.org/" href="http://www.tv5.org/"&gt;TV5 Monde&lt;/a&gt;, aos sábados, &amp;nbsp;fizeram um episódio dedicado à escolha da melhor fralda de pano. Eles informaram que no&amp;nbsp;Quebec&amp;nbsp;existem mais de 60 marcas, e que depois de avaliar o impacto que o uso das fraldas de pano e suas oponentes tem para o meio ambiente, o governo decidiu dar um incentivo financeiro para quem opta pelas primeiras. Assim, o próprio governo economiza na coleta e descarte do lixo e incentiva a economia verde, ou seja, o crescimento de empresas ambientalmente sustentáveis. É dessa maneira que esse "novo" velho hábito tem ganhado força no Canadá.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a _mce_href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//?attachment_id=759" href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//?attachment_id=759" rel="attachment wp-att-759"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a _mce_href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//?attachment_id=761" href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//?attachment_id=761" rel="attachment wp-att-761"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a _mce_href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//?attachment_id=762" href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//?attachment_id=762" rel="attachment wp-att-762"&gt;&lt;img _mce_src="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs/wp-content/uploads/2011/10/bannerfraldacanada1.jpg" alt="" class="aligncenter size-full wp-image-762" height="120" src="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs/wp-content/uploads/2011/10/bannerfraldacanada1.jpg" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="bannerfraldacanada" width="448" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span _mce_style="color: #000000;" class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black;"&gt;Mas, o estado da arte aqui no Brasil é um pouco diferente. Infelizmente, nossas políticas públicas não costumam incentivar hábitos saudáveis e sustentáveis dentro e fora de casa. A gente cresce habituado a ver lixo jogado nas ruas, crianças crescendo a base de açúcar e&amp;nbsp;&lt;em&gt;fast food&lt;/em&gt;, engarrafamentos gigantes, etc. Porque, há um mito de que o Estado não deve "se meter" na vida privada de ninguém - ele se restringe a propagar campanhas midiáticas em prol de mudanças de atitude individuais, mas não cria políticas de apoio aos pais para que estes consigam criar seus filhos, fazendo as escolhas "mais" certas para eles e para toda a sociedade. &amp;nbsp;&lt;a _mce_href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//?attachment_id=759" href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//?attachment_id=759" rel="attachment wp-att-759"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span _mce_style="color: #000000;" class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso fica mais claro quando observamos as propagandas na televisão. Não há regulação de publicidade aqui, nem para as direcionadas às crianças! É como se a telinha fosse terra de ninguém, aliás, é como se ela fosse palco das guerras entre concorrentes pelos desejos, inclusive os desejos dos pequenos. Se na década de 1980, a novidade era uma bebezinha de plástico que se enchia de água e fazia xixi por um buraquinho, e mais tarde foram as bonecas patinadoras, bomboleadoras, falantes e andantes a base de pilhas, hoje a guerra do mercado de brinquedos e da publicidade para crianças chegou ao ápice da bizarrice: bonecas que fazem cocô de verdade e usam fraldas descartáveis!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Falando dessa forma, até parece estranho mesmo que uma boneca use fraldas descartáveis, né?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas parece que a gente se acostuma a ver o comercial na tv, ver a&amp;nbsp;&lt;a _mce_href="http://www.hasbro.com/pt_BR/shop/details.cfm?guid=0CC32226-19B9-F369-D9BA-CA60ACD6AF46&amp;amp;product_id=25736&amp;amp;src=endeca" href="http://www.hasbro.com/pt_BR/shop/details.cfm?guid=0CC32226-19B9-F369-D9BA-CA60ACD6AF46&amp;amp;product_id=25736&amp;amp;src=endeca"&gt;Baby Alive&lt;/a&gt;&amp;nbsp;nas vitrines, e acha até bonitinho -&amp;nbsp;&lt;em&gt;&amp;nbsp;"Imagina se eu tivesse uma boneca assim na minha infância!".&amp;nbsp;&lt;/em&gt;A gente se ilude com a ideia de que as crianças querem esse realismo todo em suas brincadeiras - ditas de fantasia. A gente é capaz de gastar os tubos com um brinquedo desse, e nem pensa que depois a criança vai pedir as fraldas descartáveis para a boneca, e que elas são até mais caras do que as normais, e que se somarão aos montes de lixo, demorando séculos para se decompor. A gente nem conseguem perceber que já está alimentando um comportamento antiecológico nas meninas, e depois exige que elas sejam "amigas do meio ambiente".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, não deve ser por acaso que, lá no Canadá, a Hasbro não venda a Baby Alive. Lá tem regulação de publicidade e incentivo público a comportamentos sustentáveis. Agora, nada impede que nós, famílias que estão começando a ter uma consciência ecológica, com as experiências do dia dia, promovamos mudanças em nosso país! É um longo caminho a percorrer. Precisamos encontrar nossos apoios, nossos pares, em associações, Ong's e empresas que priorizem a sustentabilidade, a assim fazermos também pressão nos governos. Podemos melhorar a cada dia!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse texto nasceu, por exemplo, de um belo e rico diálogo que ocorreu ontem em São Paulo, sob a organização do&amp;nbsp;&lt;a _mce_href="http://www.alana.org.br/Default.aspx" href="http://www.alana.org.br/Default.aspx"&gt;Instituto Alana&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e seu projeto&amp;nbsp;&lt;a _mce_href="http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/Comunicacao.aspx?v=4" href="http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/Comunicacao.aspx?v=4"&gt;Criança e Consumo&lt;/a&gt;. Fui, orgulhosamente, convidada por essa gente boa, encontrei outras personagens fantásticas da blogosfera e da vida real afora, e voltei com energia renovada para continuar defendendo uma vida mais saudável e denunciando as porcarias que nossas crianças às vezes consomem (aguardem desdobramentos!).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por enquanto, espero ter contribuído para diminuir o estranhamento quanto ao uso de fraldas de pano em bebês reais, e para despertar o incômodo com a venda de fraldas descartáveis para bonecas. Venha dialogar conosco! Envie também seus incômodos, suas impressões sobre esse assunto. Participe desse debate! Esperamos a contribuição de vocês por email (contato@wmnloja.com.br) ou nos comentários daqui e lá no&amp;nbsp;&lt;a _mce_href="http://www.whatmommyneeds.net" href="http://www.whatmommyneeds.net/"&gt;whatmommyneeds.com.br&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;h5 _mce_style="text-align: justify;" style="font-size: 0.83em; text-align: justify;"&gt;*Falei sobre a Baby Alive&amp;nbsp;&lt;a _mce_href="http://www.whatmommyneeds.net/2010/02/agora-seu-bebe-baba-de-verdade.html" href="http://www.whatmommyneeds.net/2010/02/agora-seu-bebe-baba-de-verdade.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;também.&lt;/h5&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-916363543156208277?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/916363543156208277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=916363543156208277&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/916363543156208277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/916363543156208277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/10/o-que-e-mais-estranho-bebe-que-usa.html' title='O que é mais estranho: bebê que usa fralda de pano ou boneca que usa fralda descartável?'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2814878903894549036</id><published>2011-10-11T23:15:00.001-03:00</published><updated>2011-10-11T23:15:40.814-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corujice'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vídeo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Vídeo: O que fazer neste Dia das Crianças?</title><content type='html'>Pra vocês se divertirem e se emocionarem... pelo menos, é o que acontece comigo toda vez que vejo esses pequenos trechos de nossa memória familiar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Dia das Crianças para todas elas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-d2ef1d3669b41a28" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v16.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dd2ef1d3669b41a28%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D441902EE9109A25A2DED2CC684A4E7CA4FDB8D9F.50133AD2FD18BDE3656F057E8A5E966AC8E0677A%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dd2ef1d3669b41a28%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dj4LNuVG7Uga0f-GpxW6bOf3XCcw&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v16.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dd2ef1d3669b41a28%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D441902EE9109A25A2DED2CC684A4E7CA4FDB8D9F.50133AD2FD18BDE3656F057E8A5E966AC8E0677A%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dd2ef1d3669b41a28%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dj4LNuVG7Uga0f-GpxW6bOf3XCcw&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2814878903894549036?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2814878903894549036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2814878903894549036&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2814878903894549036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2814878903894549036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/10/video-o-que-fazer-neste-dia-das.html' title='Vídeo: O que fazer neste Dia das Crianças?'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-5527976407825168952</id><published>2011-10-05T14:11:00.000-03:00</published><updated>2011-10-05T14:30:52.476-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Roupa para criança, PARA CRIANÇA!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Todo mundo sabe que o mercado demoda no Brasil tem crescido muito. Mas, uma novidade tem me surpreendido: asmarcas de vestuário infantil. Elas já existiam, mas agora parece que o mercadode roupas para crianças está mais aquecido. Tenho visto lojas bem diferentes, comroupas estilizadas, às vezes até iguais às roupas de adultos. Falando nisso,até lembro de uma situação tragicômica! Estava andando numa rua bem conhecidana Zona Sul do Rio, procurando uma calça jeans pra mim. Passei em frente a umaloja nova e resolvi entrar. Na coleção, uma estampa de sapatinhos de saltoscoloridos chamou minha atenção. Ok, não sou muito de saltos, mas até que elescoloridos numa blusa tomara-que-caia preta ficaram bem bonitinhos... Opa, nãoera uma blusa, era um vestido tubinho para meninas de 6 anos de idade! Avendedora me avisou quando peguei pra experimentar... Escondi a cara no casacoe dei meia volta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Então, de fato, com o crescimentodo setor de vestuário no Brasil, a gente encontra uma enorme diversidade. Paraas crianças, você encontra de tudo! Coisas lindas e desconfortáveis, como roupassociais para casamentos e festividades, e coisas simples e bastanteusuais – como os crocs, que viraram febre! Sem falar, nas aberrações, como ossutiens de bojo para meninas que ainda nem tem seio! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O que tenho gostado mais é demarcas que misturam conforto, beleza e um estilo inspirado na infância. Sabemosque as crianças gostam de brincar de ser adultas, gostam de nos imitar, calçarnossos sapatos, vestir nossas roupas e &lt;i&gt;bijous&lt;/i&gt;,mas a essência não é o amadurecimento precoce, é a brincadeira de faz de conta!E se a gente transforma a fantasia em realidade &lt;i&gt;ipsis litteris&lt;/i&gt;, perde o espírito da coisa. Criança gosta debrincar, e a gente tem que respeitar esse item tão importante dodesenvolvimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, não sejamos ingênuos... omercado não vai ser sempre nosso parceiro na hora de ofertar&amp;nbsp; produtos e serviços para o público infantil.Tem marca que prefere ganhar com as compras por impulso. Por exemplo: aninha,no auge de seus 6 anos, está passando em frente a uma loja de roupas e sapatospara crianças e se depara com uma vitrine à &lt;i&gt;laprincesas&lt;/i&gt;, com um manequim feminino vestido com um tubinho rosa e umasandalinha de cristal (com um saltinho), coroada com uma tiara cintilante sobreos cabelos de náilon cuidadosamente loiros e escovados. Nas mãos o manequimsegura uma varinha de condão, mas sem esquecer a bolsa à tira colo. Aninha ficadeslumbrada com a cena que mistura realeza com a “roupa da mamãe”, e pede,pede, pede, uma igual àquela. &amp;nbsp;Porque, nalinguagem dela, ter uma roupa &lt;b&gt;igual&lt;/b&gt;é ser &lt;b&gt;igual&lt;/b&gt; à princesa e, de quebra,adulta como a mamãe. E tem que ter certa racionalidade fria para resistir aochoro e explicar para a filha que aquela roupa não é adequada, que ela não vaiconseguir brincar de pique com aquela sandália e tal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas, tem marcas que priorizam oconforto, que sabem que o dia dia das crianças pequenas é 90% brincadeira ediversão. E assim, fazem desde roupas simples até mais incrementadas, sem seesquecer de quem irá vesti-las. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;E é aí que eu aproveito paraapresentar a proposta da coleção de roupas multimarcas da &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt;! Nósqueremos que as crianças, pais, mães, avós, tias e tios conheçam umaalternativa que, além de confortável e linda, é ecológica! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nossas roupas são de algodãoorgânico – ou seja, que nasce colorido e dispensa o processo químico dacoloração (que é altamente agressivo e poluente), de marcas nacionais eimportadas. Temos desde bodies para babês até pijama, vestidos e uma jardineiralinda! Além disso, vendemos também as camisas super interessantes da Futuro doPresente, que são feitas com PET reciclado e estampam mensagens educativas einteligentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eis aí, então, algumas dasimagens de nossa nova campanha: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/loja/category/58-roupas-de-bebes-ecologicas.aspx?pageindex=1"&gt;Porque Brincar é Natural!&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; Você pode levar o banner para o seu blog ou site, sequiser nos ajudar a divulgar. E depois de comprar, se quiser deixar seudepoimento estampado em nosso site oficial, é só mandar um email para &lt;a href="mailto:contato@wmnloja.com.br"&gt;contato@wmnloja.com.br&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Aproveite!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qdmGAxuS9-A/ToyPDunCCyI/AAAAAAAAAjE/f1pQYX054ZU/s1600/home-5.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-qdmGAxuS9-A/ToyPDunCCyI/AAAAAAAAAjE/f1pQYX054ZU/s1600/home-5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8hFhvnoQmUY/ToyPJshFL9I/AAAAAAAAAjI/hvuNi3WWjsg/s1600/home-6.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-8hFhvnoQmUY/ToyPJshFL9I/AAAAAAAAAjI/hvuNi3WWjsg/s1600/home-6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-w76g9-2v83k/ToyPOC0MTKI/AAAAAAAAAjM/n8l69iiQsyg/s1600/home-7.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-w76g9-2v83k/ToyPOC0MTKI/AAAAAAAAAjM/n8l69iiQsyg/s1600/home-7.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah e temos uma novidade! 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Basta fazer o pedido por email: contato@wmnloja.com.br, e fazer o pagamento via depósito bancário. &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//promocao-frete-fixo"&gt;Saiba mais aqui&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-5527976407825168952?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/5527976407825168952/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=5527976407825168952&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5527976407825168952'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5527976407825168952'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/10/roupa-para-crianca-para-crianca.html' title='Roupa para criança, PARA CRIANÇA!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qdmGAxuS9-A/ToyPDunCCyI/AAAAAAAAAjE/f1pQYX054ZU/s72-c/home-5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-8947423400797372612</id><published>2011-10-02T08:25:00.000-03:00</published><updated>2011-10-02T08:25:22.282-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Fazendo arte</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui em casa, estamos sempre incentivando a Laura a desenvolver a criatividade. E não precisamos nos esforçar muito. Ela ama desenhar, rabiscar, pintar, colar, e tudo o mais que dê pra fazer no papel ou no quadro (além da parede do banheiro, que já está coberta de adesivos).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há algumas semanas atrás, ela ganhou um quadro de duas faces: para usar com giz e pilot, e adorou! Eu gosto de dar presentes assim, que a criança possa curtir muito tempo e que não perca a graça logo depois da primeira semana. Mas, nem sempre a gente acerta, né? E quando eu vejo a empolgação dela com algo, tenho que registrar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agora, ficou registrada também a minha mania de me meter no que ela faz, sabe? "Ué, o que você tá fazendo?" "Ah mais aqui ainda tem muito espaço!". Acho que eu é que queria sentar alí e rabiscar... Mas, ela sabe muito bem lidar com a ansiedade da mamãe e, como uma artista, é super concentrada no que faz!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obs.: Este é um vídeo caseiro, portanto, tente ignorar os ruídos domésticos... A casa agradece!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-29368f5b0ba2b202" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v20.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D29368f5b0ba2b202%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D8288EC83266BBAED1CF90E9356B9DE0FC664A0FE.1322A1C696D375B3837BF0F2D0F909D1F21D6F0F%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D29368f5b0ba2b202%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DY9FidzP5wU17Aon0kVBEG6YIlEA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v20.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D29368f5b0ba2b202%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D8288EC83266BBAED1CF90E9356B9DE0FC664A0FE.1322A1C696D375B3837BF0F2D0F909D1F21D6F0F%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D29368f5b0ba2b202%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DY9FidzP5wU17Aon0kVBEG6YIlEA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-8947423400797372612?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/8947423400797372612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=8947423400797372612&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8947423400797372612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8947423400797372612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/10/fazendo-arte.html' title='Fazendo arte'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-8252206590589391492</id><published>2011-09-28T21:43:00.000-03:00</published><updated>2011-09-28T21:44:21.244-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Profissional'/><title type='text'>Sobre mulheres, arte e publicidade</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #666666; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #666666; line-height: 20px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;Sabe esses dias em que as coincidências são demais para serem desperdiçadas? Pois então… Hoje é um deles. Depois de passar uma tarde muito agradável na companhia de minha irmã, a artista visual&lt;a href="http://www.juliapombo.blogspot.com/" style="color: #ab0534; text-decoration: none; word-wrap: break-word;"&gt;Julia Pombo&lt;/a&gt;, debatendo, dentre outros temas, a questão da imagem corporal como reflexo ou crítica da diferenciação de gêneros em nossa sociedade, resolvi carregar pra casa um livro ótimo sobre os trabalhos e a vida de diversas artistas do século XX e XXI: “Mujeres Artistas” da editora Uta Grosenick.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; line-height: 20px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;Lá pelas tantas páginas, esbarrei com o capítulo sobre as&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.guerrillagirls.com/" style="color: #ab0534; text-decoration: none; word-wrap: break-word;"&gt;Guerrillas Girls&lt;/a&gt;, e não pude deixar de ler e me mobilizar com o seguinte banner:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//2011/09/sobre-mulheres-arte-e-publicidade/guerrilagirls" rel="attachment wp-att-681" style="color: #ab0534; text-decoration: none; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;img alt="" class="aligncenter size-full wp-image-681" height="566" src="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs/wp-content/uploads/2011/09/guerrilagirls.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; max-width: 100%; padding-bottom: 5px; padding-left: 5px; padding-right: 5px; padding-top: 5px; word-wrap: break-word;" title="guerrilagirls" width="454" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; font-size: 12px; line-height: 20px; text-align: left; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; line-height: 20px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;Na verdade, o banner estampado no livro era de 1989, exatamente igual a este aí, porém com os dados um pouquinho diferentes: ao invés de 3, 5 e ao invés de 83, 85%. Quer dizer, a situação não melhorou em nada… (suspiros e mais suspiros) UAU! Apenas 3% dos artistas do Metropolitan Museum of Art, em Nova Iorque, eram mulheres, em 2004! E não só isso, mas 83% das imagens de nudez eram femininas.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; line-height: 20px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; line-height: 20px; text-align: justify; word-wrap: break-word;"&gt;&lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//2011/09/sobre-mulheres-arte-e-publicidade"&gt;Continue lendo aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-8252206590589391492?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/8252206590589391492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=8252206590589391492&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8252206590589391492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8252206590589391492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/09/sobre-mulheres-arte-e-publicidade.html' title='Sobre mulheres, arte e publicidade'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-3337823327296592117</id><published>2011-09-27T09:20:00.000-03:00</published><updated>2011-09-27T09:23:16.288-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><title type='text'>Sorteio de vale compras no Super Duper! Obaaa!</title><content type='html'>Hoje o blog da Anne Rami, o &lt;a href="http://www.superduper.com.br/"&gt;Super Duper&lt;/a&gt;, está lançando um sorteio sensacional: um vale compras de R$100,00 para gastar na loja virtual &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/"&gt;What mommy Needs&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para participar você precisa ser seguidor deste blog, curtir nossa página no Facebook ou seguir o Twitter. Mas, as inscrições são válidas apenas com um comentário &lt;a href="http://www.superduper.com.br/2011/09/sorteio-3-what-mommy-needs.html"&gt;neste post&lt;/a&gt; do Super Duper. Corre que vai até dia 9 de Outubro!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-3337823327296592117?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/3337823327296592117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=3337823327296592117&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3337823327296592117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3337823327296592117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/09/sorteio-de-vale-compras-no-super-duper.html' title='Sorteio de vale compras no Super Duper! Obaaa!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-6336243693388650584</id><published>2011-09-22T23:47:00.001-03:00</published><updated>2011-09-22T23:48:01.802-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Uma primavera especialmente feminina: Dilma, ONU, e as festas escolares</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; font: normal normal normal 13px/19px Georgia, 'Times New Roman', 'Bitstream Charter', Times, serif; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0.6em; padding-left: 0.6em; padding-right: 0.6em; padding-top: 0.6em;"&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;Esta semana tem sido significativa para nosso país. P&lt;a _mce_href="http://noticias.r7.com/brasil/noticias/em-abertura-na-onu-dilma-diz-que-seculo-sera-das-mulheres-e-defende-uniao-dos-paises-contra-a-crise-mundial-20110921.html" href="http://noticias.r7.com/brasil/noticias/em-abertura-na-onu-dilma-diz-que-seculo-sera-das-mulheres-e-defende-uniao-dos-paises-contra-a-crise-mundial-20110921.html"&gt;ela primeira vez uma Presidenta abriu a sessão da ONU&lt;/a&gt;, e aproveitou devidamente a oportunidade para colocar na mesa temas importantíssimos e delicados. Dilma teve uma postura afirmativa. Ela iniciou seu discurso ontem reafirmando o papel feminino na política, na economia, no mundo. Depois, falou sobre a necessidade da criação do Estado Palestino, da crise econômica, das desigualdades entre as nações, entre outros temas urgentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;A Presidenta Dilma tem conseguido recolocar uma nova imagem da liderança feminina, fazendo-nos pensar sobre o lugar, o papel das mulheres na política. Longe de ser uma governanta ideal, apesar disso, ela não tem esvanecido diante de fofocas e comentários vulgares de partes da mídia, como as críticas à sua roupa ou os boatos sobre o câncer - aparentemente para enfraquecerem sua imagem de líder e colocarem em questão sua feminilidade, como se as duas coisas fossem incompatíveis. Há também críticas inteligentes ao Governo, e eu leio algumas delas por aí. Vejam bem, este não é um post ufanista, de apoio político ou eleitoral a ninguém! Mas, acho importante que, mesmo tendo discordâncias importantes com o rumo de algumas políticas públicas, mesmo mantendo o senso crítico, a gente não deixe passar desapercebido o momento histórico que vivemos, enquanto nação, e especialmente enquanto mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;A figura da nossa presidenta evidenciada na ONU é um ícone das mudanças sociais mais recentes, que afeta a forma das pessoas pensarem e encararem a desigualdade de gêneros. Não é o fim de toda uma luta por igualdade, travada por séculos, mas é o sinal de que houve avanços e de que temos fôlego para lutar ainda mais. O que me deixa mais orgulhosa é ver que, no papel de liderança, Dilma tem contrariado uma série de estereótipos, desafiando a cultura machista que ainda domina, e abrindo novos exemplos de feminilidade para as novas gerações.&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;Minha filha vai crescer sob uma nova imagem das mulheres brasileiras. Claro que ainda existem, e existirão, as "celebridades" que se esforçam para reforçar os estereótipos, que continuam vendendo mundo afora a imagem da brasileira mulher-objeto, reduzida a corpos artificiais. Mas, olha que contra-exemplo maravilhoso: a maior liderança do país é uma mulher! Uma brasileira que não se afirma pelos atributos do corpo, mas pela habilidade política.&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;Por isso, eu vejo que estamos em dias especialmente femininos. Nesse início de primavera, os dias são femininos não porque as flores começam a aparecer - lindas e delicadas flores, que nas festas escolares são sempre encenadas pelas meninas, com exceção do Cravo que brigou com a Rosa - mas porque o discurso de abertura feito pela Presidenta Dilma, na ONU, marca uma nova cultura, que cada vez mais incorpora a ideia de que mulheres são fortes, inteligentes, líderes, e muito mais coisas além de belas esposas.&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;Ah! Primavera! Eu sinto o cheirinho gostoso das flores, saio rodando com meu vestido anos 50, com um sorriso maquiado, celebrando o perfume, a doçura, a beleza dessa estação! E depois, volto pra casa com a sensação maravilhosa de que minha filha vai ter muito mais motivos para comemorar! Enquanto a mamãe aqui trabalha bastante, discute de igual pra igual com o papai, escreve o que pensa e fala o que precisa, ela também vê uma líder brasileira discursando, numa indumentária sóbria, para uma assembléia majoritariamente masculina, na ONU, e ser altamente aplaudida.&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;As bundas e peitos à mostra atoa, na tv, ainda persistem, e continuarão a fazer seu show, certamente, em todas as estações do ano. Mas, minha filha não vai se sentir oprimida entre um ideal feminino de submissão total e um ideal de libertinagem sexual - que no fim das contas, gera mais submissão, escravizando as mulheres na corrida pela beleza física. Quando criança, fui florzinha de apresentação escolar algumas vezes... fui borboleta e até gotas de chuva! Mas, meu sonho era ser a jardineira - que passeava saltitante entre as plantas e enfrentava os bichos da floresta, devidamente masculinos, para cuidar delas. As jardineiras andavam nas pontas dos pés, simulavam o balanço delicado das flores ou o bater das asas de abelhas e borboletas. Sempre delicadas... Mas, na Presidenta do Brasil, Laura pode ter um contra-exemplo dessa divisão sexual do trabalho. E não só ela, mas toda a sociedade tem tido a oportunidade de mudar os paradigmas!&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;Eu voto pela revolução feminina das primaveras! Meninos, vistam suas pétalas!&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: justify;" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div _mce_style="text-align: center;" style="text-align: center;"&gt;&lt;a _mce_href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//2011/09/uma-primavera-especialmente-feminina-dilma-onu-e-as-festas-escolares/flower-power" href="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs//2011/09/uma-primavera-especialmente-feminina-dilma-onu-e-as-festas-escolares/flower-power" rel="attachment wp-att-607"&gt;&lt;img _mce_src="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs/wp-content/uploads/2011/09/flower-power-400x265.jpg" alt="" class="size-medium wp-image-607 aligncenter" height="265" src="http://www.whatmommyneeds.com.br/blogs/wp-content/uploads/2011/09/flower-power-400x265.jpg" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="flower-power" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h6 _mce_style="text-align: center;" style="font-size: 0.75em; text-align: center;"&gt;*Imagem: Foto de Bernie Boston, feita nos protestos contra a guerra do Vietnã, nas Primaveras da década de 1965 e 1966&lt;/h6&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-6336243693388650584?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/6336243693388650584/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=6336243693388650584&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6336243693388650584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6336243693388650584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/09/uma-primavera-especialmente-feminina.html' title='Uma primavera especialmente feminina: Dilma, ONU, e as festas escolares'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-6017663428576191606</id><published>2011-09-13T22:13:00.000-03:00</published><updated>2011-11-07T16:25:49.127-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Balanço da Bienal: livros politicamente corretos para crianças</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fui à Bienal do Livro aqui no Rio, no último domingo. Nos preparamos para ir cedo, chegar as 10h, carregar lanchinhos de casa (para diminuir o tempo em filas e comer coisas mais saudáveis e gostosas, porque a qualidade da comida nesses eventos é péssima!), e voltar antes do almoço. Assim, conseguimos evitar o fluxo da tarde.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não conseguimos ver todos os pavilhões. Se não fosse o último dia, iríamos de novo! Mas,&amp;nbsp;vou logo adiantando o balanço final: super positivo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei se eu tenho olhos muito tendenciosos, mas reparei numa coisa muito legal. Há várias opções de livros infantis com conteúdo mais crítico, ou seja, que fazem críticas sociais, que convidam as crianças a participarem dos grandes debates contemporâneos. Quer dizer, livros que inspiram os pequenos a conhecerem seus direitos, a aceitarem as diferenças, a conhecerem diferentes culturas, etc. Algumas pessoas usariam o termo "politicamente correto" para definir esses livros, mas sei que na maioria das vezes ele é usado de forma pejorativa - que pena.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aí vão alguns exemplos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O melhor livro de todos, que eu gostei demais e gostaria de dar de presente para cada criancinha desse mundo: "Les plus belle berceuse du monde". É um livro francês, com cd, que tem ilustrações maravilhosas, e canções de ninar e músicas de roda, de diferentes culturas. São 23 músicas: 4 africanas, 4 créoles, 4 distribuídas entre Ukrania, Russia e Polonia, 4 ligadas a cultura judaica, 3 da língua portuguesa, inclusive do Brasil, e 4 do Oriente, incluindo China e Japão. Em cada grupo de músicas, há os créditos dos artistas que fizeram as ilustrações, dos músicos que gravaram a canção, e para cada música, um pequeno texto explicativo. Aliás, cada música tem uma página ilustrada com a letra original e a tradução para o francês. Não sei o que é mais lindo, as ilustrações ou as canções! Veja aí uma palhinha da segunda música do livro:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f72b2b2124658d30" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v4.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df72b2b2124658d30%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DFC76A01738D4E4CE24DE416FF928CDE277A76E7.7147DBDCC629EAB421D59B6E1764342EFCD9F330%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df72b2b2124658d30%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DGApSPaCmSiLo3Eib9wVU5wKuAsg&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v4.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df72b2b2124658d30%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1331468097%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DFC76A01738D4E4CE24DE416FF928CDE277A76E7.7147DBDCC629EAB421D59B6E1764342EFCD9F330%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df72b2b2124658d30%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DGApSPaCmSiLo3Eib9wVU5wKuAsg&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa chama-se Nkwihoreze (Eu vou te consolar), e é da Ruanda. A ilustradora é &lt;a href="http://imagiervagabond.fr/illustrateurs/elodie-nouhen"&gt;Élodie Nouhen&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único problema é que ele não tem versão em português. O meu comprei no stand da Livraria Francesa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O segundo melhor livro que vi por lá é a versão ilustrada, para crianças, da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O título de capa é &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/loja/products/229-nascemos-livres.aspx"&gt;"Nascemos livres"&lt;/a&gt;, e ele também é uma&amp;nbsp;coletânea&amp;nbsp;das mais lindas e criativas imagens de artistas de diversos países do mundo. Essa imagem abaixo é de &lt;a href="http://www.schoollibraryjournal.com/article/CA6419833.html"&gt;Marcia Williams&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DZKry1n2cqw/Tm_tf9Q1zlI/AAAAAAAAAi0/NVuKnkKXc78/s1600/nascemoslivres+001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-DZKry1n2cqw/Tm_tf9Q1zlI/AAAAAAAAAi0/NVuKnkKXc78/s320/nascemoslivres+001.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O terceiro livro que recomendo é o &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/loja/products/230-as-panquecas-de-mama-panya.aspx"&gt;"As panquecas de Mama Panya"&lt;/a&gt;, que é da mesma editora do anterior, a &lt;a href="http://www.edicoessm.com.br/"&gt;SM&lt;/a&gt;. Aliás, essa editora é muito especial, porque nos oferece um catálogo maravilhoso de livros sobre os temas mais interessantes e que são dificilmente direcionados para o público infantil. Por exemplo, nela também encontrei um livro para crianças de 8 a 12 anos sobre a inclusão social nas escolas, um sobre separação dos pais para crianças pequenas, e um livro sobre o prazer da leitura para os pequenos que estão começando no letramento, "O monstro que adorava ler". Mas, voltando ao título que recomendei, quero dizer que além de ser uma obra de arte, com ilustrações originais, &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/loja/products/230-as-panquecas-de-mama-panya.aspx"&gt;"As panquecas de Mama Panya"&lt;/a&gt; é um livro sobre a vida cotidiana de um menino africano, do Quênia. O enredo se passa na ida de mãe e filho ao mercado, para comprarem os ingredientes para uma panqueca, e&amp;nbsp;aproxima o nosso mundo ocidental - etnocêntrico - à vida na aldeia de Adika, o protagonista.&amp;nbsp;A história faz parte de uma coleção genial chamada "Cantos do Mundo", que tem o objetivo de apresentar diferentes culturas para as crianças, fugindo dos estereótipos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além desses títulos, vi outros que falam da cultura afro, ou que colocam o protagonismo de personagens negros, como bailarinas, anjos, princesas,&amp;nbsp;deslocando-os dos papéis estereotipados e racistas comuns. Há os livros que trazem assuntos polêmicos, como a fé, a religiosidade, a melancolia e o bullyng. Enfim, não sei se estou mais "focada" nisso agora, mas reparei que a oferta de livros está muito mais variada e de melhor conteúdo do que na minha infância! Claro que ainda há espaço para os contos de fadas &lt;i&gt;waldisneyanos, &lt;/i&gt;os livros fofos de bichinhos e fadinhas, e tal. Mas, acho ótimo que agora, mesmo dando também os livros &lt;i&gt;besteirol&lt;/i&gt;, posso contar com a ajuda de outros mais interessantes no manejo de questões difíceis ou polêmicas com minha filha. Certamente, em algum momento terei que abordar o tema "preconceito" com ela, e será muito bom poder fazer isso de forma lúdica com uma história bonita e bem ilustrada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3lVNmx1_b3Q/Tm__Ne-rIwI/AAAAAAAAAi4/obavlHy6Bu0/s1600/aspanquecas+002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://2.bp.blogspot.com/-3lVNmx1_b3Q/Tm__Ne-rIwI/AAAAAAAAAi4/obavlHy6Bu0/s320/aspanquecas+002.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso eu sou sim totalmente a favor dos livros "politicamente corretos". E esse ano, a Bienal arrasou nessa matéria! Parabéns às editoras que nos oferecem esses livros! Meus sinceros agradecimentos de mãe, blogueira e lojista ecológica! : )&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-6017663428576191606?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/6017663428576191606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=6017663428576191606&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6017663428576191606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6017663428576191606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/09/balanco-da-bienal-livros-politicamente.html' title='Balanço da Bienal: livros politicamente corretos para crianças'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-DZKry1n2cqw/Tm_tf9Q1zlI/AAAAAAAAAi0/NVuKnkKXc78/s72-c/nascemoslivres+001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2025481071871280995</id><published>2011-09-10T21:03:00.002-03:00</published><updated>2011-09-10T21:04:00.406-03:00</updated><title type='text'>Novo sorteio no Dicas da Mel: Kit Orgânicos Native</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O blog &lt;a href="http://www.dicasdamel.net/"&gt;Dicas da Mel&lt;/a&gt; está lançando um espaço próprio, independente do site &lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt;. Mas, continua a fazer parte dele, claro. Isso significa, apenas,&amp;nbsp;que agora você pode adicioná-lo em sua lista de blogs, assinar seu feed, segui-lo, e trocar mais e mais dicas com essa minha querida amiga, Melissa Marsden.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Pra quem ainda não sabe, Mel, que hoje&amp;nbsp;é minha sócia, no passado, foi minha supervisora de estágio! Trabalhamos juntas quando eu estava terminando a faculdade de psicologia, num centro de saúde público e escrevemos juntas um artigo do qual me orgulho muito! (Se você tiver curiosidade para ler sobre a prática dos psicólogos nos serviços de saúde pública, veja o artigo &lt;a href="http://146.164.3.26/seer/lab19/ojs2/index.php/ojs2/article/view/70/149"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Depois fizemos mestrado na mesma instituição, ficamos pairando entre uma bolsa acadêmica e outra, ralando para um dia chegarmos ao posto de pesquisadoras de uma instituição pública de pesquisa, e no meio do caminho, descobrimos que nossas afinidades iam muito além da psicologia e da saúde. A preocupação com a sustentabilidade de nosso planeta nos uniu nesse lindo projeto que é a loja virtual &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;Melissa sempre teve dotes culinários e artesanais admiráveis! Adora pesquisar receitas, e formas mais naturais de fazê-las. Tem um repertório vasto de dicas para o dia dia na cozinha e na criação de hábitos mais saudáveis e ecologicamente corretos. Além disso, tem a fotografia como hobbie e um coração gigante! (Olha que coisa mais linda a montagem que ela fez quando Laura tinha um aninho!).&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LzplI_b4Yfw/Tmv5BvVTvgI/AAAAAAAAAik/rBZt-iU9mik/s1600/colagem+-+Laura+no+Parque+Lage.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" nba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-LzplI_b4Yfw/Tmv5BvVTvgI/AAAAAAAAAik/rBZt-iU9mik/s320/colagem+-+Laura+no+Parque+Lage.jpg" width="298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;*Imagem: Ana, Mel, eu e Laura, no Parque Lage &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;E, agora, para comemorar esse novo lançamento de seu blog &lt;a href="http://www.dicasdamel.net/"&gt;Dicas da Mel&lt;/a&gt;, ela está sorteando um kit de produtos orgânicos da marca &lt;a href="http://www.nativealimentos.com.br/"&gt;Native&lt;/a&gt; - nossa fornecedora e parceira. O kit inclui:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- 1 litro de bebida de soja orgânica, adoçada, sabor original&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- 2 embalagens de 200ml de bebida de soja orgânica, adoçada, sabor chocolate&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- 3 embalagens de 40g de cookies orgânicos sabor chocolate&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- 3 embalagens de 40g de cookies orgânicos sabor baunilha&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- 3 embalagens de 40g de cookies orgânicos sabor banana&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- 1 embalagem de 300g de cereal matinal de milho orgânico, açucarado&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- 1 embalagem de 400g de achocolatado em pó orgânico instantâneo de alto teor de cacau&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gente, é coisa&amp;nbsp;à bessa, COM FRETE INCLUÍDO, para qualquer lugar do Brasil! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para participar, basta ir lá no blog, comentar no post e &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Curtir a página do Dicas da Mel no Facebook OU &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Seguir o twitter do Dicas da Mel OU&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Seguir o blog&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WkmgUEIKfWM/Tmv2O1SxxMI/AAAAAAAAAig/bvxpL0bE2qc/s1600/greensoychocolate_native.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" nba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-WkmgUEIKfWM/Tmv2O1SxxMI/AAAAAAAAAig/bvxpL0bE2qc/s320/greensoychocolate_native.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Native é uma empresa que dedica-se estritamente a produzir alimentos orgânicos variados - desde açucar e café até cereais matinais e sucos. Ela possui vários certificados, que garantem a qualidade e a sustentabilidade de seus processos de produção. Antes de vendê-la, eu e minha família já éramos consumidores fiéis. Se você ainda não a conhece, vale a pena aproveitar o sorteio para experimentar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Inscreva-se até dia 20 de setembro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2025481071871280995?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2025481071871280995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2025481071871280995&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2025481071871280995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2025481071871280995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/09/novo-sorteio-no-dicas-da-mel-kit.html' title='Novo sorteio no Dicas da Mel: Kit Orgânicos Native'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-LzplI_b4Yfw/Tmv5BvVTvgI/AAAAAAAAAik/rBZt-iU9mik/s72-c/colagem+-+Laura+no+Parque+Lage.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-6853823901969032869</id><published>2011-09-01T23:08:00.002-03:00</published><updated>2011-09-01T23:10:39.084-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Entre livros e laptops</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZYWCJdA9fuA/TmA6iIfEbMI/AAAAAAAAAiU/ZVHxg0vVr0Q/s1600/laptop.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZYWCJdA9fuA/TmA6iIfEbMI/AAAAAAAAAiU/ZVHxg0vVr0Q/s1600/laptop.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vocês já devem ter reparado na invasão dos laptops em lojas de brinquedos infantis. Há alguns anos eles ganharam as prateleiras e despertam o desejo dos pequenos. Os olhos brilham diante de um negócio igualzinho ao do papai ou da mamãe (mas com a cor rosa ou o personagem favorito), cheio de botões pra apertar e barulhos agudos que chamam a atenção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se por um lado, nos sentimos tentados a introduzir tão cedo nossos filhos no mundo virtual, por outro, sabemos que os laptops podem ser descartados na primeira semana em troca de uma boa e velha bola ou boneca. A verdade é que eles têm poucas atividades - até porque não faz sentido encher uma criança de 3 anos de idade de jogos eletrônicos, pois ela vai buscar uma válvula para toda sua energia corporal - e o fetiche está mesmo na aparência do artefato. Ele é encantador porque aproxima o mundo do adulto ao mundo infantil. Tomando-o a criança sente-se um pouco mais igual aos pais, ao irmão mais velho, aos adultos que admira. Ela sente-se de alguma forma parte do mundo do trabalho. Mais ou menos como nos sentimos no início do letramento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A alfabetização não é só uma etapa formal da educação, ela é uma porta sem saída para a sociedade, para um ambiente social mais amplo - praticamente ilimitado. Quando uma criança lê um livro, não está empolgada apenas com a descoberta de sua capacidade, mas com a sensação de pertencimento, de fazer parte agora da um mundo que antes era tão distante e almejado.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde muito cedo, os pequenos "fingem" que lêem e escrevem. Rabiscam e cantam as letras, inventam as historinhas dos livros enquanto olham as figuras, enfim,&amp;nbsp;querem ser sujeitos ativos na produção do conhecimento coletivo. Isso é quase instintivo, mas na verdade&amp;nbsp;pode ser mais ou menos&amp;nbsp;estimulado. Quanto mais contato com livros, histórias, narrativas, músicas, e outras formas de expressão da linguagem, mais as crianças se apropiam delas e sentem-se capazes de se afirmarem como sujeitos de linguagem. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, podemos pensar que o computador é uma extensão ou uma variação dessas expressões. Além de ele ser também um instrumento de letramento, é uma porta de entrada no mundo virtual - um mundo&amp;nbsp;"extra" com suas próprias lógicas dentro da sociedade. Se um livro desperta todo esse sentimento de pertencer e ser igual aos outros, no sentido de ter a mesma capacidade&amp;nbsp;que eles, um computador também pode ter esse potencial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas,&amp;nbsp;ainda não há estudos conclusivos sobre o impacto da introdução de computadores na vida de crianças tão pequenas (a partir dos 3 anos de idade). As novidades tecnológicas não esperam o aval de especialistas ou a consideração de sociólogos&amp;nbsp;sobre seu uso na infância. Elas simplesmente chegam às lojas, e quase&amp;nbsp;batem à nossa porta. Enquanto uns defendem o uso prematuro delas, outros são radicalmente contra, como pode&amp;nbsp;ser visto nesta entrevista da &lt;a href="http://www.ime.usp.br/~vwsetzer/debate.html"&gt;Revista Galileu&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de 1999. É curioso como&amp;nbsp;a entrada dessas novidades na vida doméstica e especialmente na vida das crianças suscitou tantos temores e, por outro lado, muito alvoroço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda hoje, depois de mais de 30 anos do lançamento&amp;nbsp;do primeiro computador pessoal, o uso das novas tecnologias pelas crianças gera polêmica. A reportagem na &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/965847-manguel-e-sarlo-brigam-com-editora-britanica-de-apps-infantis.shtml"&gt;Folha Ilustrada&lt;/a&gt;, descreve o debate acalorado,&amp;nbsp;ocorrido recentemente, entre Kate Wilson (editora de livros que acabara de lançar um novo app infantil) e dois escritores e críticos literários.&amp;nbsp;A ideia da editora é que o app estimula o letramento, e para ela, isso já justifica seu uso - independente do conteúdo. Para os dois debatedores, o novo produto desestimula o prazer da leitura, pois é a-hisórico e anacrônico, ou seja, mistura diferentes conteúdos sem coerência histórica, sem preocupação em formar leitores. Kate justifica que o importante é que eles gostem de ler, independente do quê. O que está por trás de sua fala é o mito de que, diante de um mundo recheado de novas tecnologias, se elas não forem rapidamente incorporadas à educação infantil, as crianças perderão o prazer de ler.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DJVHUQjMv_s/TmA6CWbqBeI/AAAAAAAAAiQ/jWzmgeXOpTU/s1600/0000404_300.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-DJVHUQjMv_s/TmA6CWbqBeI/AAAAAAAAAiQ/jWzmgeXOpTU/s1600/0000404_300.jpg" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O grande problema de adotarmos a postura estimulada por produtos como esses apps infantis é o de criarmos monstrinhos consumistas em busca da última novidade, constantemente, sem que tenham se apropriado afetiva e linguisticamente de nenhuma. Ficar repetindo frases de efeito ao som de vozes de princesas ou robôs, que trocam de roupa, dançam e dão ordenadas para jogos, resulta numa relação de recompensa instantânea, de leitura sem esforço, de banalização do contexto das lendas e das fábulas. É uma lógica binária que pouco abre espaço para a crítica, a reflexão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabemos que não introduzir tão cedo os computadores na vida das crianças não trará nenhum grande prejuízo à sua formação, pois elas são perfeitamente capazes de desenvolverem o raciocínio lógico, a criatividade e&amp;nbsp;as habilidades específicas através do desenvolvimento corporal, da relação com a escola, da leitura de livros, da relação e pelo exemplo dos pais, e especialmente através dos diálogos que traçarão com eles. Mas, também não precisamos nos prender numa redôma e negar a influência das tecnologias na racionalidade hoje. Entendendo que elas fazem parte do processo de socialização, podemos utilizá-las sem exageros, sem &lt;em&gt;"fetichizá-las". &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;E você, o que acha dessa polêmica? Aproveite a &lt;a href="http://www.bienaldolivro.com.br/"&gt;Bienal do Livro no Rio&lt;/a&gt; (que vai até dia 11 setembro), para estimular a leitura de seu filho!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-6853823901969032869?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/6853823901969032869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=6853823901969032869&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6853823901969032869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6853823901969032869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/09/entre-livros-e-laptops.html' title='Entre livros e laptops'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ZYWCJdA9fuA/TmA6iIfEbMI/AAAAAAAAAiU/ZVHxg0vVr0Q/s72-c/laptop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-1840492639124930475</id><published>2011-08-27T02:16:00.003-03:00</published><updated>2011-11-07T16:29:27.753-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Sobre o sofrimento dos filhos</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eis aí um buraco negro da maternidade / paternidade: saber lidar com o sofrimento, a dor, os conflitos dos filhos. É uma questão importante sobre a qual pouco sabemos – só aprendemos mesmo com a experiência. E parece que, apesar de não haver muita ciência a esse respeito, a natureza nos dá oportunidades de nos prepararmos, desde o início. O que são as sessões de cólicas e de choro mal compreendido dos primeiros meses, senão formas de aprendermos na prática sobre o sofrimento desses pequenos seres humanos?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A forma como o bebê chora, o volume da voz ao reclamar de pequenas coisas, os movimentos do corpo ao se debater contra a dor, o semblante mais caidinho durante as gripes, a ausência de sorrisos, o sono prolongado ou a falta dele são manifestações, muito pessoais e ao mesmo tempo humanas, da insatisfação &amp;nbsp;e da tristeza. A gente, como mãe e pai, vai se acostumando com os sinais, aprendendo a decifrá-los, e pode saber, desde cedo, se ele ou ela é uma criança “chorona”, “sensível”, quais são os incômodos que mais a afeta emocionalmente e como ela reage a eles.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eles vão crescendo e a gente vai levando sustos – que nos servem de lições e amostras cada vez mais completas sobre sua personalidade e sobre como lidam com o sofrimento. Quando eu tinha cerca de cinco anos de idade, lembro bem de uma situação que me despertou muito sofrimento e deixou minha mãe assustada: eu brincava na praia quase vazia, correndo atrás dos pombos, e me perdi! Quando percebi a falta de minha mãe, fiquei angustiada! Comecei a olhar por todos os lados e não achava o guarda sol da gente, e comecei a chorar discretamente com aquele bolo entalado na garganta - em público eu ficava mais tímida e não era de minha personalidade gritar ou sair correndo atrás de alguém que me ajudasse. Mas, para meu alívio, um salva vidas me observava e me abordou, conduzindo-me até minha mãe. Eu não estava longe, o evento durou apenas alguns minutos, mas só o fato de tê-la perdido de vista foi angustiante. Minha irmã mais nova era muito mais descolada que eu! Ela não entrava em pânico só por causa da ausência de nossa mãe. Mas eu carreguei esse medo de perdê-la até a adolescência, e chorava copiosamente quando ela demorava um pouquinho mais pra chegar em casa, sempre imaginando coisas ruins que podiam acontecer no meio do caminho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-A4cj7zmlMps/TliC7RafiLI/AAAAAAAAAiM/-ILT41IQqBY/s1600/mamaediana.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-A4cj7zmlMps/TliC7RafiLI/AAAAAAAAAiM/-ILT41IQqBY/s320/mamaediana.jpg" width="238" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Talvez por isso, hoje em dia, meu temor seja o de provocar angústia na minha filha devido à minha ausência. Para voltar a trabalhar fora de casa, em tempo integral, eu preciso de um tempo para aprender a lidar com o sofrimento dela. É normal que ela proteste contra a minha saída de manhã cedo, e que peça pra eu não ir trabalhar. Por outro lado, ela tem demonstrado tranquilidade para ficar com outras pessoas, e se adaptou bem rápido a nova babá (que já foi demitida e substituida pela avó materna, diga-se de passagem – mas isso é assunto pra outro post). O sofrimento dela aparece mesmo na saída da escola e durante o sono. Ela não quer ir pra casa, porque tem sono e isso significa que ela não vai poder ficar muito tempo em minha companhia. Ela quer ficar passeando pela rua, pelo shopping, comer fora, e curtir minha presença até o úlimo minuto da noite. Então, se eu insisto em ir pra casa, ela chora, berra, se debate, e às vezes até acorda meio “sonâmbula” dizendo coisas como “vamos desenhar de giz mamãe!”. Outro dia, passamos por uma sessão de choro intenso, depois de acordar, na qual ela chamava a mamãe mas não me deixava de jeito nenhum pegá-la ou tocá-la. Ela estava com raiva de mim.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nós temos a tendência de ser mais sensíveis àquele sofrimento com o qual nos identificamos. Quer dizer, se eu, na infância, morria de medo de perder minha mãe, me sensibilizo muito com o sofrimento de minha filha ao me ver sair. Por um lado, isso é bom, é providencial, porque nos ajuda a cuidar de quem depende de nós. Porém, é também ums coisa delicada, pois, às vezes, ultrapassamos o limite da criança com nossos próprios medos e nos tornamos excessivamente cuidadosos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Há um filme muito bonito de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0001885/"&gt;Lars Von Trier&lt;/a&gt; que aborda um pouco essa questão. O filme &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt1527186/"&gt;Melancholia&lt;/a&gt;&amp;nbsp;traz com sensibilidade o conflito de uma mãe para evitar que o sofrimento, e em última instância, a morte, se aproxime do filho – o que é, senão, uma forma de evitar sua própria melancolia. Cheio de simbolismos, ele nos lembra que não é possível evitar de todo o sofrimento dos outros, nem mesmo dos filhos, e que fugir de nossos próprios fantasmas projetando-os na criança, pode nos roubar a racionalidade e nos fazer agir de forma desesperada, opressora, e ainda mais traumática para ela.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nossa posição, como pais, é mesmo muito delicada. Porque temos o dever de zelar e proteger as crianças, mas ao mesmo tempo não temos o poder de prever e evitar todo o sofrimento. De fato, ao nos esforçarmos para isso, mesmo sabendo que é uma tarefa sem limites e fadada à frustração, podemos até provocar a melancolia nelas. Porque, a melancolia, enquanto tristeza permanente e sem motivo óbvio aparente, nada mais é do que a constatação implacável de que a vida não tem um sentido último, imutável. O melancólico debate-se o tempo todo com a inexistência da perfeição, do ideal, da vida ininterrupta - e perde a vontade de criar sentidos novos e renováveis para ela. Diz-se que uma mãe "excessivamente boa" - ou seja, que faz de tudo para satisfazer todas as necessidades do bebê prontamente - deixa-o muito mais vulnerável a esse estado de triste contemplação, porque ao se dar conta da realidade, o sujeito prefere regredir ao máximo, àquele estado de inteira fusão com a mãe, em que existir resume-se a ser saciado. Por isso, Freud disse que "o melancólico está mais perto da verdade".&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A verdade é que enquanto humanos estamos suscetíveis às frustrações e ao sofrimento. Ninguém pode nos privar das experiências autênticas de encará-los. Somos feitos também sessas experiências. Naturalmente, aprendemos com elas e nos transformamos para respondê-las. Então, não podemos e nem devemos, enquanto pais, tentar privar nossos filhos dessa realidade. O conflito está em, justamente, sabermos o limite da tolerância deles e nossa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Este é um post reflexivo, mas não é triste! É minha forma de expor meus fantasmas de mãe e fazê-las/os pensar também sobre como cada um lida com esse tema. Eu estou às voltas &amp;nbsp;com ele, no momento, e adoraria aprender um pouco mais com sua experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;* Imagem: minha mãe com minha irmã mais nova. Linda demais, né? Mas, a &lt;u&gt;cópia não está permitida&lt;/u&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-1840492639124930475?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/1840492639124930475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=1840492639124930475&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/1840492639124930475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/1840492639124930475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/08/sobre-o-sofrimento-dos-filhos.html' title='Sobre o sofrimento dos filhos'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-A4cj7zmlMps/TliC7RafiLI/AAAAAAAAAiM/-ILT41IQqBY/s72-c/mamaediana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-7008405873976683010</id><published>2011-08-21T01:54:00.000-03:00</published><updated>2011-11-07T16:25:49.134-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Globalização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pós-modenidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Livros para os pequenos cidadãos globais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você já deve ter visto algum dos livros desta coleção em alguma livraria, pois eles estão fazendo o maior sucesso! A coleção Isto é… da Cosac Naify inclui três títulos: um sobre Nova York, um sobre Paris e outro sobre Roma, ilustrados e escritos pelo artista tcheco M. Sasek, entre as décadas de 1950 e 1960. A coleção original foi amplamente elogiada, em tempos de guerra fria e exílio. O artista conseguiu criar livros lindos e divertidos sobre as grandes cidades mundiais, com uma linguagem acessível, tanto para crianças quanto para adultos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A versão traduzida para o português mantém o texto e os desenhos originais do artista, mostrando que a&amp;nbsp;coleção permanece atual. Em cada livro, há citações e descrições dos lugares turísticos e característicos das cidades, trazendo curiosidades históricas e culturais eternizadas nos monumentos, ruas e museus. No Isto é Roma, por exemplo, há referências ao mito de Rômulo e Remo, e uma curiosidade sobre as fitas azúis encontradas nas portas das casas quando nasce um romano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Cor1AYm5ZaA/TlCO52mioFI/AAAAAAAAAh0/FxcGXokOKJU/s1600/istoeroma.jpeg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" qaa="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-Cor1AYm5ZaA/TlCO52mioFI/AAAAAAAAAh0/FxcGXokOKJU/s320/istoeroma.jpeg" width="228" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/site/2011/08/livros-para-os-pequenos-cidadaos-globais/"&gt;Continue lendo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-7008405873976683010?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.wmnloja.com.br/site/2011/08/livros-para-os-pequenos-cidadaos-globais/' title='Livros para os pequenos cidadãos globais'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/7008405873976683010/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=7008405873976683010&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7008405873976683010'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7008405873976683010'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/08/livros-para-os-pequenos-cidadaos.html' title='Livros para os pequenos cidadãos globais'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Cor1AYm5ZaA/TlCO52mioFI/AAAAAAAAAh0/FxcGXokOKJU/s72-c/istoeroma.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-6621130745424155668</id><published>2011-08-14T21:17:00.001-03:00</published><updated>2011-11-07T16:29:54.595-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bicicleta e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desfralde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>"Todo mundo foi embola!"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas observações sobre nossa nova fase aqui em casa (lembrando que estou voltando a trabalhar fora&amp;nbsp;&lt;i&gt;full time&lt;/i&gt;, além de ter toda a dedicação que a loja me exige nos horários extras):&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O desfralde do xixi, que já estava completo, deu uma regredida radical: vários xixis na roupa por dia, somando-se ao cocô na calcinha diariamente (ela estava começando a ir para o vaso espontaneamente para o n.2, mas agora...), tem me deixado extremamente cansada e frustrada. Gostaria que o pouco tempo que temos juntas fosse plenamente aproveitado, mas acaba sendo gasto parcialmente com as crises da "torneira aberta" e banhos e mais banhos, barriga no tanque, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- As noites da semana passada foram quase todas desesperadoras, regadas a muitos berros e "ordens" da princesa Laura: "mamãe aqui!", "dá a mão", "quer mamar" (umas vinte vezes ao longo de cada madrugada). Até que, num estalo de lucidez e imensa saudade, decidi convidá-la a vir pra nossa cama quando deu o primeiro grito - e ele foi o último. Ela já estava muito bem acostumada a dormir em seu bercinho a noite toda (sempre foi assim, com um ou outro revés, em eventos específicos), mas agora está gostando de dormir a segunda metade da noite conosco. É a coisa mais linda do mundo abrindo um sorrisão e se agarrando no meu pescoço quando eu pergunto: "quer ir pra cama da mamãe?".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- O berço não combina mais com o quarto e com a fase da Laura. Quando a vejo entre grades me dá uma sensação de que ela é prisioneira em sua própria cama! Se antes o berço servia para lhe dar segurança e um "cantinho" próprio, agora acho que ele enfatiza a "distância" entre nós e a falta de liberdade dela. Por isso, decidimos comprar uma cama. Aliás, decidi mudar quase todo o quartinho, que ainda estava com uma cara muito &lt;i&gt;baby&lt;/i&gt;. Ele era todo branquinho com azul nas cortinas, uma poltrona de amamentação verde, lençóis do Pequeno Príncipe, e com os brinquedos meio entocados no armário, em prateleiras altas e num cesto meio bagunçado. Aos poucos, as coisas estão mudando. Os livros estão à altura das mãos dela, os jogos de encaixe e lógica saíram do armário para ficarem à vista, uma grande almofada azul com corações coloridos veio preencher o branco, junto com um varal lindo, para expor os desenhos dela. Além disso, o quarto ganhou mais fotos da família, um cesto de lona laranja para guardar as pelúcias, e uma convidada especial: uma gatinha rosa, que acende como um abajur, e que nomeamos de Petit. Agora, a Petit está servindo de companhia pra Laura durante a primeira metade da noite. E ela me lembra todos os dias de que quer a cama nova "com uma boneca"! (O que já está sendo providenciado).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CalXj-pest4/TkhkF2HVQjI/AAAAAAAAAhw/aN3lg8Wi9ZU/s1600/DSC00734.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-CalXj-pest4/TkhkF2HVQjI/AAAAAAAAAhw/aN3lg8Wi9ZU/s320/DSC00734.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Às vezes me sinto culpada por sair pra trabalhar, às vezes me recrimino por tentar "compensar" minha ausência... Mas, a melhor coisa que fiz até o momento foi conversar claramente com a Laura. Eu expliquei que preciso trabalhar, que gosto de trabalhar, mas que sinto saudades dela também, e que por isso quero que o tempo da gente seja muito bom, seja alegre, cheio de coisas boas. Disse que eu vou mas sempre volto e que me esforço ao máximo para buscá-la na escola (mesmo trabalhando a mais de 30Km da minha casa, sem carro). Ela gostou da conversa, e resolveu se abrir também: "A Laula choiou na escola. Papai foi tabaiá, mamãe foi tabaiá. Não pecisa tabaiá! Papai foi embola, mamãe foi embola. Todo mundo foi embola!". Partiu meu coração... mas me deu a oportunidade de dizer que a gente não foi embora, e que a gente saiu, mas os amigos e as professoras estão na escola para fazerem companhia, e que ela pode brincar com a Cíntia (a nova babá), antes de ir pra escola. Ela me pareceu mais tranquila, e dormiu abraçadinha nas duas pelúcias que mais gosta, depois de mostrar pra "elas" a gatinha Petit acesa, toda orgulhosa!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Hoje fomos ao Zoológico do Rio, para comemorar o Dia dos Pais. Programa interessante. Laura pôde ver de perto vários bichos que só conhecia em desenho ou foto. E eu me pus a pensar sobre a origem e a vida desses animais enjaulados. Saí de lá meio deprê... Marcelo se comprometeu a me ajudar numa pesquisa sobre isso. Estamos cada vez mais unidos pelo tema da sustentabilidade, o cuidado com o meio ambiente, a relação harmoniosa com a natureza. Ele está estudando um conceito super revolucionário que tem nos feito pensar: a &lt;a href="http://www.steadystate.org/"&gt;Economia Estacionária&lt;/a&gt;, que se refere a defesa de um desenvolvimento econômico sem crescimento (baseado no fato de que o planeta não suporta mais o aumento da produção e do consumo, por isso, precisamos mesmo é investir em empreendimentos sustentáveis que possam substituir gradualmente a economia predatória em que vivemos).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- &lt;i&gt;Jabás&lt;/i&gt;: 1) Os novos acessórios do quarto de Laura são da &lt;a href="http://www.obaarquitetura.com.br/#/home/"&gt;Oba! Arquitetura&lt;/a&gt;, uma loja linda de morrer. A cama não vai ser de lá porque é incrivelmente cara, mas os objetos decorativos tem o preço razoável e alguns são de materiais reciclados, recicláveis e duradouros. 2) Nossa loja virtual publicou hoje um post dedicado ao &lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/site/2011/08/dicas-de-pai-pra-pai-que-servem-pra-toda-familia/"&gt;Dia dos Pais&lt;/a&gt; e, em sua primeira &lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/site/newsletter-what-mommy-needs/"&gt;Newsletter&lt;/a&gt;, traz um texto em que meu marido conta como passou de filho a pai, com a vinda de Laura. 3) Ficam aqui três dicas pra quem quer acompanhar nosso trabalho com a loja: acabamos de aumentar nosso sortimento de livros (tanto infantis quanto adultos), tem coisas sensacionais, dá uma olhada&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/category/66-livros-cds-e-dvds.aspx"&gt;aqui&lt;/a&gt;;&amp;nbsp;as roupas e brinquedos estão em liquidação até dia 05 de setembro; e Melissa continua nos presenteando com receitas naturais saborosas no&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/site/category/dicas-da-mel/"&gt;Dicas da Mel.&lt;/a&gt; Esperamos suas visitas, seus comentários e sugestões!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-6621130745424155668?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/6621130745424155668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=6621130745424155668&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6621130745424155668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6621130745424155668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/08/todo-mundo-foi-embola.html' title='&quot;Todo mundo foi embola!&quot;'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-CalXj-pest4/TkhkF2HVQjI/AAAAAAAAAhw/aN3lg8Wi9ZU/s72-c/DSC00734.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-5218719773360474019</id><published>2011-08-09T22:49:00.000-03:00</published><updated>2011-08-09T22:49:52.827-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corujice'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Limites'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>A pirraça e os vizinhos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É senso comum que após os dois anos de idade as crianças fiquem, digamos assim, &lt;i&gt;"pirracentas". Briguentas, gritonas, impacientes, exigentes.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade, é nessa idade que elas começam a se apropriar da linguagem, do poder de usar as palavras e gestos para serem completamente compreendidos - e elas usam e abusam dessa "nova" habilidade. Quando o bebê é recém nascido, os pais se desesperam com as crises de choro inexplicáveis (e ficamos tentando adivinhar as razões do sofrimento, quase que como num jogo de ampulheta, antes que acabemos chorando junto). Com o tempo, os bebês passam a entrar no ritmo da família e a entender a forma com a qual conseguem ser entendidos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A fala vai crescendo gradativamente. Primeiro como a coisa mais fofa do universo! E as avós saem contando a vitória de escutarem o primeiro "vovó" e passam a contabilizar cada sílaba somada ao vocabulário escasso. As mães até choram de emoção ao ouvirem o pedido do &lt;i&gt;mamá&lt;/i&gt;, agora verbalizado e não mais dependente das lágrimas. E todo mundo parece prontamente disponível a atender aos chamados do "novo falante".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele se empolga, larga tudo que impede a verborragia - como a chupeta - e passa a falar repetidamente as mesmas palavrinhas mágicas (as que fazem todo mundo rir ou correr para atendê-lo). Depois, ele vai desenvolvendo uma capacidade sagaz de se fazer ouvir mesmo em meio ao barulho, sem precisar chorar: ele grita. A mãe finge não perceber, para não ter que dizer não e dar o &lt;i&gt;start &lt;/i&gt;para o choro (claro, nem sempre ela vai poder atender aos anseios do filho). Mas, então, ele desenvolve uma habilidade ainda maior de articular frases certeiras com o volume elevado da voz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando ele escuta "não vou te dar pipoca agora, porque está na hora de jantar", responde "QUERO PIPOCA AGOOOOORA!". E, se não é atendido, aprimora o repertório com as caras e bocas de desespero e se joga no chão. Taí a famosa "pirraça".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que poucos pais sabem é que existem fortes aliados para combaterem as crises de pirraça, sem sucumbirem à tirania dos pequenos (sim, porque até Freud reconheceu que nessa idade o ser humano é capaz de ser tirano com os próprios pais, para testar e apreender os limites da vida). Esses aliados são os vizinhos! Eles podem ser muito chatos e ficarem ainda mais incomodados que você com os escândalos de seu filho, mas também podem ser tranquilos e bastante compreensivos. Não importa. Se você seguir a dica que darei aqui terá pelo menos algumas semanas de tranquilidade no lar:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comente com seu filho de dois anos que todo o barulho que ele está fazendo também pode ser escutado pelos vizinhos, e que portanto, eles não devem estar conseguindo dormir, ver tv, ouvir &amp;nbsp;música, enfim fazer aquilo que tanto gostam e devem estar muito chateados com isso. Ele abrirá um olhão, com um sorrizinho nervoso e passará a falar com frequência dessa "entidade" quase virtual, os vizinhos. Mas, depois de compreendida a existência dos mesmos, faça seu filho conhecê-los de fato. Num dos momentos de crise, diga-o que vocês terão que ir juntos na casa de um vizinho para pedir-lhe desculpas pelo barulho. Os olhões voltarão a aparecer e desejarão acompanhá-lo, com uma grave tensão no ar, como se vocês estivessem a ponto de explorar a casa do "lobo mau". Dirija-se então à porta do vizinho, toque a campainha e fale diretamente com ele, na frente de seu filho. Peça desculpas pelo barulho, explique que o pequeno acabou de largar a chupeta, que está enjoado com uma dor de barriga, saudades do pai, enfim, o que pode ser associado à crise do momento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Independente da reação do vizinho, seu filho nunca mais esquecerá o contato de primeiro grau com a "entidade". Lembrará com frequência dele, nos próximos chiliques, e, eventualmente, até parará de gritar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-5218719773360474019?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/5218719773360474019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=5218719773360474019&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5218719773360474019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5218719773360474019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/08/pirraca-e-os-vizinhos.html' title='A pirraça e os vizinhos'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-3351889471115285535</id><published>2011-08-05T00:33:00.003-03:00</published><updated>2011-08-05T21:46:26.647-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Amamentar: todo mundo ganha com essa atitude!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Ministério da Saúde nos convocou a participar desta Semana Mundial de Amamentação, compartilhando relatos no youtube. Eu criei coragem e enfrentei a câmera do meu &lt;em&gt;note,&lt;/em&gt; para compartilhar com vocês uma das coisas mais importantes que ganhei com a experiência de amamentar. Taí:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/XW9qCMKdIQE?hl=pt&amp;amp;fs=1" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além de tudo que disse nesse breve um minuto e meio, quero registrar aqui que amamentar também me trouxe mais consciência política, de cidadania, ao reconhecer que, sem o apoio de meus pares, sem as condições sociais adequadas, seria quase impossível dar à minha filha o melhor alimento que ela podia receber. Então, pais, avós, patrões, colegas de trabalho, enfim, sejamos todos apoiadores ativos dessa causa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate entre seis mães ativas e conscientes, publicado no blog O &lt;a href="http://futurodopresente.com.br/blog/index.php/2011/08/semana-mundial-de-amamentacao/"&gt;Futuro do Presente&lt;/a&gt;, aborda esse tema: o papel central da mulher na amamentação e a necessidade de apoio e informação&amp;nbsp;para que ela assuma esse papel.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-3351889471115285535?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/3351889471115285535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=3351889471115285535&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3351889471115285535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3351889471115285535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/08/amamentar-todo-mundo-ganha-com-essa.html' title='Amamentar: todo mundo ganha com essa atitude!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/XW9qCMKdIQE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-5332877412819525991</id><published>2011-08-01T10:00:00.003-03:00</published><updated>2011-08-01T10:00:05.524-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><title type='text'>Resultado do sorteio</title><content type='html'>Enfim, nosso sorteio foi realizado, depois de um enorme sucesso e exatas 40 inscrições! Abaixo a lista das participantes (na ordem em que foram comentando) e o Print Screen do &lt;a href="http://randon.org/"&gt;RANDON.ORG&lt;/a&gt;, site no qual rodamos o sorteio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WAbSZR4gUNY/TjX80KDPVCI/AAAAAAAAAho/zeaNOb-0wOI/s1600/Sorteio+WMN+agosto.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-WAbSZR4gUNY/TjX80KDPVCI/AAAAAAAAAho/zeaNOb-0wOI/s320/Sorteio+WMN+agosto.jpg" t$="true" width="177" /&gt;&lt;/a&gt;1 - Priscila Perlatti&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;2 - Alice Ibeli&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;3 - Layana Lossë&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;4 - Mariana Machado&lt;/div&gt;5 - Daniela Garbelini&lt;br /&gt;6 - Ivana Luckesi&lt;br /&gt;7 - Talita Cavalcanti&lt;br /&gt;8 - Priscila Rezende&lt;br /&gt;9 - Lourdes Cristina&lt;br /&gt;10 - Fabiana Alvim&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;11 - Ana Paula&lt;/div&gt;12 - Vanessa&lt;br /&gt;13 - Patricia Toledo&lt;br /&gt;14 - Juliana de Melo&lt;br /&gt;15 - Ilana&lt;br /&gt;16 - Ana Claudia de Moura&lt;br /&gt;17 - Sheila&lt;br /&gt;&lt;span style="background-color: yellow;"&gt;18 - Maribel Barreto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;19 - Priscilla&lt;br /&gt;20 - Ana Paula MG Cruz&lt;br /&gt;21 - Mariana Andrade&lt;br /&gt;22 - Betania&lt;br /&gt;23 -&amp;nbsp;Simone Jacques&lt;br /&gt;24 - Juliana Duarte&lt;br /&gt;25 - Ligia&lt;br /&gt;26 - Luciana Moura&lt;br /&gt;27 - Cyntia Santos&lt;br /&gt;28 - Ana&lt;br /&gt;29 - Larissa Xavier&lt;br /&gt;30 - Elaina&lt;br /&gt;31 - Nazimar Medeiros&lt;br /&gt;32 - Paloma Avendanho&lt;br /&gt;33 - Michele L Lemos&lt;br /&gt;34 - Juliana Aparecida Carvalho&lt;br /&gt;35 - Priscila Lamenza&lt;br /&gt;36 - Carol Carvalho&lt;br /&gt;37 - Carolina Neves&lt;br /&gt;38 - Lelis&lt;br /&gt;39 - Evelyn&lt;br /&gt;40 - Dany Lombardi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARABÉNS MARIBEL!!! &lt;br /&gt;Enviaremos as instruções para seu email, para que você já possa utilizar seu vale compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GENTE, UM ENORME AGRADECIMENTO A TODAS AS PARTICIPANTES, SEGUIDORAS, TWITTEIRAS, E LEITORAS DESTE BLOG!!!&lt;br /&gt;Contamos cada vez mais com o apoio de vocês e esperamos atender a&amp;nbsp;todas as expectativas! Fiquem ligadas, porque vem aí mais promoção e sorteio na blogosfera afora!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-5332877412819525991?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/5332877412819525991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=5332877412819525991&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5332877412819525991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5332877412819525991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/08/resultado-do-sorteio.html' title='Resultado do sorteio'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-WAbSZR4gUNY/TjX80KDPVCI/AAAAAAAAAho/zeaNOb-0wOI/s72-c/Sorteio+WMN+agosto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-5513364313894080029</id><published>2011-07-30T09:31:00.001-03:00</published><updated>2011-07-30T09:32:49.242-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Morte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Profissional'/><title type='text'>Sobre câncer infantil e nossos hábitos de consumo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Poucas pessoas sabem que já trabalhei numa grande pesquisa acerca de leucemias infantis, do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Sob supervisão da pesquisadora Dra. Maria do Socorro Pombo de Oliveira, a pesquisa é na verdade uma grande e permanente busca pelos fatores genéticos e ambientais causadores das leucemias na infância. Eu contribui apenas com um pedacinho dela, ajudando a desenvolver o questionário exploratório, e coordenando sua aplicação durante um período, em diferentes cidades no Brasil. Fui pessoalmente ao nordeste para aplicá-lo e fui muito impactada com o contato direto com as famílias das crianças internadas ou em tratamento. Foi um período de muita reflexão e crescimento pessoal. Guardo até hoje uma linda recordação de uma mãe e filho que comemoravam a alta dele e tiravam fotos com todos da equipe do hospital em Salvador, inclusive eu (que estava lá para fazer as entrevistas!). Uma alegria contagiante!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na época, tive a oportunidade também de fazer um curso sobre o câncer relacionado ao trabalho e ao meio ambiente. Ótima experiência! Não continuei a trabalhar com essa temática porque, confesso, me sentia despreparada emocionalmente para lidar com o dia dia de diagnósticos, óbitos, e tal. Mas, ainda me interesso muito pelo tema, e admiro quem se dedica a vida inteira para desvendar um pouquinho mais dos mistérios dessa doença complexa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho orgulho ao dizer que a referida pesquisadora, com a qual trabalhei, é minha tia! Uma médica hematologista, super mãe (de três marmanjos já), com pós-doutorado, arduamente dedicada às suas pesquisas no INCA. Ela mesma deu a entrevista para o &lt;a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110720/not_imp747185,0.php"&gt;Estadão&lt;/a&gt; alertando para o uso de tinturas durante a gravidez - &lt;u&gt;inclusive no primeiro trimestre, quando a maioria das mulheres ainda não sabe da gestação&lt;/u&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sua pesquisa, em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz (ENSP) encontrou pelo menos 32 substâncias nas tinturas que são potencialmente prejudiciais à saúde do bebê, e está dedicando-se a revelar os mecanismos biológicos relacionados, que causariam o câncer em menores de dois anos de idade. Então, vale muito a pena ler a reportagem e refletir sobre as influências de nossos hábitos de consumo na saúde de nossos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos produtos que usamos, corriqueiramente, expõem nossas crianças a riscos pouco ou não conhecidos. Normalmente, o que uma pesquisa exploratória faz é justamente buscar &lt;i&gt;a posteriori &lt;/i&gt;os efeitos que tais produtos têm sobre o desenvolvimento de alguma doença. Muitas vezes, os rótulos nos alertam sobre esses riscos, mas não os enfatizam. Então, acabam passando desapercebidos. Mas, sabe-se que a incidência do câncer é maior em países desenvolvidos, o que aponta para a interrelação dos padrões contemporâneos de consumo com a doença. Claro que nesses países o acesso ao diagnóstico é melhor, o que também pode influenciar nesses dados, mas não podemos descartar as hipóteses que relacionam a exposição a produtos altamente industrializados, inclusive alimentícios, com o aumento da incidência de câncer infantil nesses mesmos países. Então, o ideal é sempre lermos os rótulos, e evitarmos ao máximo possível o contato com químicos ainda pouco estudados ou até mesmo já condenados pela ciência.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-5513364313894080029?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/5513364313894080029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=5513364313894080029&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5513364313894080029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5513364313894080029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/07/sobre-cancer-infantil-e-nossos-habitos.html' title='Sobre câncer infantil e nossos hábitos de consumo'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-683490123179693501</id><published>2011-07-24T20:00:00.002-03:00</published><updated>2011-07-24T20:00:01.338-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corujice'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Trabalho, maternidade, e uma declaração de amor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, dia 24 de julho de 2011, fazem dois anos e três meses exatos que minha filha nasceu. Foram dois anos intensos, vividos plenamente, com muito choro, questionamentos e uma felicidade profunda quase inexplicável. Vivi uma transformação interna e externa.&amp;nbsp;E vocês, leitora/es do &lt;strong&gt;What Mommy Needs&lt;/strong&gt; foram e são testemunhas de uma parte dessa experiência: da minha experiência em me &lt;strong&gt;tornar&lt;/strong&gt; mãe.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu não optei por deixar de trabalhar integralmente para viver essa experiência. Mas, as circustâncias me deram essa oportunidade. Tive até convites para trabalhar fora de casa, 40 horas semanais, quando Laura ainda tinha poucos meses e depois quando já tinha um ano. Mas, nenhuma delas me deu paz em deixá-la sob os cuidados de outra pessoa ou numa instituição, e por isso não compensavam financeiramente. Certamente, a minha insegurança maior não era a de que minha filha fosse mal cuidada, mas de que eu perdesse a oportunidade de viver intensamente sua companhia. Eu &lt;strong&gt;precisava&lt;/strong&gt; disso. Já contei aqui alguns de meus dilemas sobre &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/search/label/Identidade%20Profissional"&gt;maternidade e trabalho&lt;/a&gt;, cheguei a experimentar diferentes arranjos de cuidados em casa e trabalhos de carga horária parcial e flexível. Mas, nada fluiu tão bem quanto minha dedicação a ser mãe e escrever sobre isso. Escrevi aqui no blog e &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/2010/12/neste-fim-de-ano-estou-terminando-de.html"&gt;escrevi um livro&lt;/a&gt;, que teve sua primeira versão terminada em 31 de dezembro de 2010 (ainda esperando revisão...) - concluindo um ciclo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2010 fechei um ciclo e em 2011 comecei outro. O projeto do &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/"&gt;novo site&lt;/a&gt; e da&amp;nbsp;loja virtual veio unir vocação, experiências profissionais, sonhos pessoais e ideais coletivos. Sinto-me orgulhosa e grata pelo sucesso que&amp;nbsp;ele tem feito, pelos elogios, e pelos clientes que temos conquistado. Temos muito a melhorar, claro, mas estamos só no começo (um mês e pouco no ar!). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho trabalhado mais, porém, mantendo as manhãs em função da Laura, buscando-a na escola, e fazendo a maior ginástica para conciliar tudo com um trabalho temporário às quintas e sextas na Fiocruz. Enfim, achei que tinha estabilizado meus dilemas e minha rotina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Contudo, Deus não estava satisfeito com toda a reviravolta acelerada que, até semana passada (mais precisamente), ocorrera em minha vida, e fui surpreendida com uma convocação do Ministério da Saúde para assumir um cargo pelo qual concursei em 2008 (ainda grávida)! Eu nem lembrava mais do concurso! Foi minha querida irmã Júlia quem trouxe a correspondência, que chegara em sua casa -&amp;nbsp;meu endereço na ocasião. Primeiro, desconfiei palidamente. Mas, depois de ler no Diário Oficial, a palidez foi completa! É um trabalho na área em que me especializei&amp;nbsp;durante o mestrado, bem remunerado e que me demanda dedicação &lt;strong&gt;fora de casa&lt;/strong&gt; por 40 horas semanais. Apesar de ser um contrato de dois anos garante uma experiência promissora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, aí que, ao ler a carta de convocação, meu coração quase saltou pela boca de felicidade e ao mesmo tempo de&amp;nbsp;apreensão: terei que, enfim, após esses anos de presença intensa no dia dia de Laura, passar a maior parte do tempo longe dela. Falando assim, parece até um dramalhão típico de TPM, mas o fato é que, com a loja, eu podia passar horas trabalhando enquanto Laura "trabalhava" sentadinha ao meu lado, e brincava com a nossa empregada (que me ajudou muito nesse período de transição), e podia levá-la e buscá-la na escola quase todos os dias. Mas, em breve (muito breve), a semana será toda bem diferente do que estamos acostumadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E olha que novidade: &lt;strong&gt;eu estou feliz&lt;/strong&gt;! Estou segura do que fazer e muito otimista! Sinto-me muito agradecida por ter recebido essa oportunidade agora, depois dos dois anos completos de minha filha, especialmente depois de ela&amp;nbsp;ter se adaptado bem&amp;nbsp;às tardes na escola. E, quer maior privilégio do que ter feito uma transição gradual e tranquila (com o trabalho às quintas e sextas), sem nem saber que era de fato uma transição?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, hoje, olhando minha princesinha dormir, senti a maior gratidão. E quero, publicamente, agradecer a Deus e aos meus amigos (inclusive virtuais)&amp;nbsp;e familiares (em especial meu marido, paizão super participativo), que me deram apoio desde a gravidez. Sabe, é bom demais sentir que somos capazes de amar desse jeito, de ver refletida à nossa frente uma pequena herança, uma herdeira das melhores coisas que&amp;nbsp;a gente&amp;nbsp;tem pra dar (por isso, chamo-a, às vezes, de "princesinha"). É bom demais ver seu semblante tranquilo, sua mãozinha agarrada suavemente na minha, com aquela certeza de que &lt;strong&gt;sempre estarei ali&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sempre estarei aí, meu benzinho, no seu coração cheio de boas lembranças (e também daquelas nem tão boas, nas quais briguei, botei de castigo e lhe ensinei limites para toda a vida). Obrigada, por ter me "aguentado" a seu lado, tão pertinho, nos dias de bom e mau humor, e por ser, mesmo pequenina, a maior companheira da mamãe! E vamos que vamos, inciando mais um ciclo juntos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-683490123179693501?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/683490123179693501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=683490123179693501&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/683490123179693501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/683490123179693501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/07/trabalho-maternidade-e-uma-declaracao.html' title='Trabalho, maternidade, e uma declaração de amor'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-6848729729351900625</id><published>2011-07-17T19:03:00.002-03:00</published><updated>2011-11-07T16:30:20.937-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><title type='text'>Novo sorteio: super fácil de participar!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para que você tenha a oportunidade de conhecer o catálogo inovador da &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/default.aspx"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt; e escolher livremente um produto diferente e sustentável em nossa loja,&amp;nbsp;abrimos agora&amp;nbsp;as inscrições para o sorteio de um &lt;span style="font-size: large;"&gt;vale compras no valor de R$50,00.&lt;/span&gt; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para participar, basta comentar aqui neste post, com seu nome e email, e fazer uma das coisas a seguir:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Curtir a página da &lt;a href="http://www.facebook.com/home.php#!/pages/What-Mommy-Needs/100869400007187"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt; no Facebook&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Seguir o twitter da &lt;a href="http://twitter.com/#!/WhatMommyNeeds"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Seguir este blog &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você já faz uma ou todas essas coisas, é só deixar seu comentário aqui com nome e email.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abaixo uma pequena amostra de tudo que você encontra na loja. Já são&amp;nbsp;quase 200&amp;nbsp;produtos!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-wzjlTTUWzbA/TiNaahIfIQI/AAAAAAAAAhI/kNtNl-NPtTs/s1600/blusa+azul.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="284" m$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-wzjlTTUWzbA/TiNaahIfIQI/AAAAAAAAAhI/kNtNl-NPtTs/s320/blusa+azul.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-KntfwGbgIY8/TiNawaIPtyI/AAAAAAAAAhM/emSmNvcv5R8/s1600/pote+de+jardinagem.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="294" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-KntfwGbgIY8/TiNawaIPtyI/AAAAAAAAAhM/emSmNvcv5R8/s320/pote+de+jardinagem.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-et70tTMBK_A/TiNa5QakhyI/AAAAAAAAAhQ/5xR5eHozYdE/s1600/Tapa-fralda+bolhas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-et70tTMBK_A/TiNa5QakhyI/AAAAAAAAAhQ/5xR5eHozYdE/s320/Tapa-fralda+bolhas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ArNSOB-txsw/TiNbIJySaLI/AAAAAAAAAhU/evnvHXB56Ak/s1600/DSC_0203.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="294" m$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-ArNSOB-txsw/TiNbIJySaLI/AAAAAAAAAhU/evnvHXB56Ak/s320/DSC_0203.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando você participa de nosso projeto e divulga nossa loja, está contribuindo para o desenvolvimento sustentável! E nós agradecemos sempre a parceria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**Esta promoção está aberta a inscrições até dia 30 de julho. O sorteio será realizado no dia 01 de agosto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-6848729729351900625?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/6848729729351900625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=6848729729351900625&amp;isPopup=true' title='44 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6848729729351900625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6848729729351900625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/07/novo-sorteio-super-facil-de-participar.html' title='Novo sorteio: super fácil de participar!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-wzjlTTUWzbA/TiNaahIfIQI/AAAAAAAAAhI/kNtNl-NPtTs/s72-c/blusa+azul.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>44</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-7806798268949242875</id><published>2011-07-13T21:06:00.002-03:00</published><updated>2011-11-07T16:25:49.145-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Dia mundial da atitude!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Hoje é o Dia Mundial do Rock! Sim! Dia de comemorar um marco definitivo na música mundial. O Rock é inegavelmente o grande estilo musical que deixou marcas em diversas esferas da vida e&amp;nbsp;da história humana. É uma representação da atitude de contestação, mudança e crítica social genuína. Claro, como todo grande movimento social, tem também as apropriações contraditórias: os usos comerciais e a massificação (e por isso, eu tento me preparar para a fase adolescente de minha filha, mesmo torcendo para que ela, por si mesma, rejeite as &lt;strike&gt;porcarias enlatadas&lt;/strike&gt; que hoje chamam de rock).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lNdu1xs9PUc/Th4yoUapHqI/AAAAAAAAAhE/9G7q0iqgQLU/s1600/defining-live-aid-431x300.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;img border="0" height="222" m$="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-lNdu1xs9PUc/Th4yoUapHqI/AAAAAAAAAhE/9G7q0iqgQLU/s320/defining-live-aid-431x300.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Mas, algo que nem todo mundo sabe é que o dia 13 de julho de 1985 foi marcante para o Rock e para a África, em especial para as mães e crianças da Etiópia. Foi nessa data que ocorreu o &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vagalume.com.br/news/2011/07/13/especial-saiba-por-que-hoje-e-o-dia-mundial-do-rock.html"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;"Live Aid"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;, show histórico que reuniu os grandes nomes da música em prol da arrecadação de dinheiro para ajudar o país que literalmente morria de fome. As terríveis cenas de um&amp;nbsp;documentário despertaram &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.vagalume.com.br/bob-geldof/"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Bob Geldof&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp;para tratar a causa como algo extremamente pessoal, uma questão de vida ou morte. E ele conseguiu reunir tanta gente talentosa que o show duplo (nos EUA e na Inglaterra) se tornou histórico pra todo mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;A Etiópia é um dos piores países do mundo para as mulheres, em especial as mães, e pior ainda para os bebês, segundo o relatório&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.savethechildren.org/atf/cf/%7B9def2ebe-10ae-432c-9bd0-df91d2eba74a%7D/SOWM-2010-INDEX-RANKINGS.PDF"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;11th annual "Mothers' Index"&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt; da Ong &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.savethechildren.org/site/apps/nlnet/content2.aspx?c=8rKLIXMGIpI4E&amp;amp;b=6230287&amp;amp;ct=8569023#"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;Save the Children&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;. A Ong &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.savethechildren.org/atf/cf/%7B9def2ebe-10ae-432c-9bd0-df91d2eba74a%7D/EXOPRTNDSRCMAF.PDF"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;The Partnership&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt; também tem chamado a atenção para a situação nos países da África Subsariana, e mostra que as maiores causas de morte dos recém nascidos ainda são as infecções (inclusive&amp;nbsp;por HIV)&amp;nbsp;e as intercorrências no parto, agravadas pela desnutrição. Mortes infantis por causas evitáveis, que nos deixam envergonhados de fazermos parte dessa espécie de seres vivos. O evento do Rock'n Roll foi marcante sim, e arrecadou uma quantia record. Mas, de fato, ainda há muito o que fazer pelas mães, crianças, e homens da Etiópia.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Faça do dia de hoje um marco na sua atitude frente à condição social de milhares de famílias. Hoje a gente sabe que fazer uma doação, num renomado show, não basta. É importante assumirmos uma postura crítica diante do &lt;em&gt;status quo&lt;/em&gt; que reproduz a probreza. Racismo, preconceitos, discriminação de toda ordem, consumo desmedido e inconsciente, competitividade desrespeitosa, corrupção, alienação política, e outras coisas fazem parte desse &lt;em&gt;status -&lt;/em&gt; que vez ou outra é abalado em sua estrutura pelas iniciativas e ideias poderosas de gente que tem atitude de verdade!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-7806798268949242875?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/7806798268949242875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=7806798268949242875&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7806798268949242875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7806798268949242875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/07/dia-mundial-da-atitude.html' title='Dia mundial da atitude!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-lNdu1xs9PUc/Th4yoUapHqI/AAAAAAAAAhE/9G7q0iqgQLU/s72-c/defining-live-aid-431x300.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-8023213403714713465</id><published>2011-07-07T13:09:00.001-03:00</published><updated>2011-07-07T13:10:42.258-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série Mães que Contam'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Mamãe viajante: Carol Passuelo na Série Mães que Contam</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Carol é a editora do Blog &lt;a href="http://vinhosviagenseumavidacomum.blogspot.com/"&gt;Vinhos, viagens, uma vida em comum... e&amp;nbsp;dois bebês&lt;/a&gt;. Ela está participando da nossa Série Mães que Contam um relato sobre a dobradinha &lt;em&gt;maternidade x trabalho&lt;/em&gt; (com o detalhe de que seu trabalho é viajar e seus filhotes são gêmeos!). Seu exemplo nos motiva a continuar buscando crescimento pessoal e profissional mesmo&amp;nbsp;após a chegada dos filhos, pois eles mesmos se beneficiam com isso. Aproveitem para conhecer a Carol e sua linda família, rir e refletir com seus posts bem humorados, que muitas vezes trazem assuntos sérios para debate.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mamãe Viajante&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tu és mãe e viaja? Como assim? Muitas vezes é com esse espanto que as pessoas respondem quando falo sobre minha profissão e sobre minha rotina de trabalho. Sou mãe de gêmeos de 1 ano e 4 meses, consultora em gestão de risco em uma multinacional norueguesa e trabalho em todo o Brasil atendendo clientes. Viajo, em média, duas semanas por mês e o resto do tempo trabalho home office.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Costumo dizer que há três fatores que possibilitam e sustentam minha permanência nesse trabalho (que gosto muito, diga-se de passagem): meu marido, a estrutura que montamos e a própria empresa. O primeiro, e mais importante, é o apoio que tenho do Rodrigo, meu marido e pai da dupla. Além de ser um super pai que faz tudo (fraldas, banho, comida, nina, acorda de madrugada) e é super paciente, me incentiva a continuar trabalhando e desenvolver minha carreira. Ele não só assume os meninos como me estimula. Essencial.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Montamos uma estrutura de apoio. Não temos dinheiro sobrando, mas contratamos uma empregada que ajuda em casa diariamente e uma babá que dorme com os meninos durante a semana. Penso nisso como um investimento e como a única forma de continuar viajando. Somos de Porto Alegre e como moramos em São Paulo não temos mãe, sogra ou irmãs disponíveis para quebrar um galho quando precisamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Minha empresa também ajuda. E muito. Tenho a felicidade de trabalhar com pessoas ótimas que entendem que antes de ser profissional sou um ser humano. Claro que tenho um histórico na companhia e quando eu falo que alguma coisa é difícil para eu atender eles sabem que é quase impossível. Esses dias a carga de viagem estava pesada e fui conversar com minha chefe para reorganizar algumas datas. Sabe o que ela me respondeu? Carol, tu tem que me dizer qual é o teu limite.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tenho pensado que essa minha rotina não é para qualquer mãe, e aqui não faço julgamento de valor de nenhuma forma. É preciso ser apaixonada pelo trabalho para deixar os filhos para viajar, ter desprendimento e até um pouco de sangue frio. Esse é o meu perfil. Não conseguiria trabalhar das 09hs às 18hs em um escritório fazendo sempre as mesmas atividades ou ficar em casa full time. Frequentemente questiono sobre o impacto que essas ausências terão no desenvolvimento dos meninos, e acho que só no futuro terei a resposta. Enquanto isso, procuro pensar que minha satisfação profissional e o exemplo de fazer o que se gosta de verdade servirão como um bom modelo para eles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img height="212" src="https://mail.google.com/mail/?attid=0.1&amp;amp;disp=emb&amp;amp;view=att&amp;amp;th=131041e643bfb5e0" width="320" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Imagem: Carol com o super papai de seus filhos, Rafael e Leonardo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-8023213403714713465?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/8023213403714713465/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=8023213403714713465&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8023213403714713465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8023213403714713465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/07/mamae-viajante-carol-passuelo-na-serie.html' title='Mamãe viajante: Carol Passuelo na Série Mães que Contam'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-6344334074327363861</id><published>2011-07-02T12:51:00.001-03:00</published><updated>2011-07-02T12:53:08.919-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Chupeta: a saga da despedida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, ela se foi. Na verdade, foi jogada no lixo, mas permanece como assunto e como objeto de saudade. Laura jogou a última chupeta sobrevivente no lixo, hoje de manhã. Mas a saga da despedida começou há mais ou menos uma semana, e ainda não terminou!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde que fez dois anos de idade, há dois meses atrás, sentimos algumas mudanças significativas no comportamento de Laura. Começou a não querer ir pra escola, a soltar berros cada vez mais assustadores, a chupar chupeta o dia todo, e a querer dormir em nossa cama quase todos os dias. Estranhamos muito no início, mas pensando bem, havia alguns motivos para que ela ficasse assim. Não gosto de cair da justificativa fácil do "terible two" (apesar de concordar que esta fase é peculiar!), não gosto de colocar a "necessidade de limites" como motivo para tudo e a imposição de regras, castigo e broncas como solução pra tudo também (apesar de também ser a favor da boa disciplina começar cedo). Pensando em todo o contexto dos últimos meses, algumas mudanças e eventos me deram a pista para entender o que estava acontecendo com minha filha: mudança de bairro e repentina perda de contato com os amiguinhos da pracinha (que passou a ser bem menos frequente, mesmo não tendo cessado completamente), mudança para um quarto bem maior (ela passou a ter muito mais espaço na casa, e consequentemente quis ter mais voz de decisão também!), quedas e machucados rotineiros na escola (devido à fase de crescimento em que está e também a algumas questões da escola, que abordarei mais adiante), abertura de nossa loja e maior dedicação da mamãe aqui ao trabalho, processo de desfralde (que tem sido bom, apesar de ainda não estar completo).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esses eventos devem ter produzido nela uma mistura de onipotência com frustração. Sentindo-se cada vez mais independente, socializando mais, e portanto, livrando-se um pouco da mamãe e do papai, ela percebeu sua capacidade de desejar, rejeitar e brigar pelo que quer. E às vezes é mais importante pra ela o exercício dessa capacidade do que o objeto de desejo em si. Soma-se a isso o medo, um sentimento novo, atraente e ameaçador. Ela adora quando a luz do hall do prédio se apaga e pode dizer "foi o lobo mau!", mas que não seja por mais que doi segundos! Então, nessa fase tem rolado, pra ela, uma mistura de sentimentos tão humanos quanto a impaciência nossa de cada dia. E nós vamos tentando nos ajustar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também fui na escola conversar com a coordenadora da Educação Infantil e a professora da turminha dela sobre as quedas frequentes e a resistência em ir, que começaram de repente e ao mesmo tempo. Entendi melhor a proposta da escola de incentivar as atvidades coletivas e o intercâmbio entre as crianças, mesmo com idades e em fases diferentes. E também destaquei que Laura devia estar precisando de uma atenção um pouco mais individualizada, porque as quedas podiam sugerir que ela não estava conseguindo acompanhar as demandas por todas as atividades. Ela é uma das mais novas da turma e ainda tinha pouco vocabulário enquanto os amiguinhos de dois anos e meio e mais de três anos já falam bastante. A professora ouviu minhas preocupações e eu fiquei tranquila, porque confio de verdade na escola. Dias depois, Laura já apresentava mais empolgação para ira pra lá e reclamava menos. E as quedas deram uma boa trégua!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, a chupeta permanecia como uma companheira constante. Eu e o pai sempre nos esforçamos para não oferece-la à toa, mas também evitamos transformá-la num "tabu" ou num tema de briga. Apenas fomos observando que o hábito de "chupar" se trasmutava em "morder". Laura começou a morder com força a tal companheira antes mesmo dos dois anos, mas com a intensificação do hábito, a durabilidade das chupetas foi caindo MUITO. Ao ponto de ela rasgar com os dentes, duas chupetas em um dia! Comprei na quinta feira e na sexta já estavam no lixo (R$30,00 pelo ralo). Ela mesma jogou-as lá, bateu palmas, e mostrou orgulhosa para a avó. Mas, nesse mesmo dia ela foi dormir na casa da vovó, e clamou por uma nova "pá" (apelido carinhoso da dita cuja) na beira do sono. Vovó comprou a última das sobreviventes e deixou claro que esta seria só para dormir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em casa, o acordo foi respeitado ao pé da letra (com exceção de uma ou outra ocasião em que a nossa empregada foi pega no flagra dando a chupeta de graça durante o dia). Mas, a própria Laura passou a tirar automaticamente a chupeta da boca ao acordar. Pedimos também à escola que esse plano de ação fosse seguido. E, &lt;i&gt;tcharam&lt;/i&gt; em uma semana minha filha adquiriu mais vocabulário do que eu poderia imaginar! Passou a sair da escola cheia de história pra contar, falando das atividades, da festa junina que está sendo planejada, simulando ligações telefônicas para os amigos, e &lt;i&gt;blá blá blá blá blá...&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje de manhã, com uma semana de uso da última "pá", Laura rasgou-a com um sorriso maroto. Pegou-a da minha mão para lançá-la direto no lixo. Tia Júlia foi testemunha da façanha. E então, ela foi passear com a tia, feliz da vida, sem a companheira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na volta pra casa, depois que o sono bateu, ela começou a clamar pela chupeta, e eu, firme e ao mesmo tempo compreensiva, lembrei que a "pá" tinha estragado, que a Laura agora é uma pequenininha grande (fazendo alusão ao argumento do momento: "mas eu sou pequenininha"). E depois de um longo tempo de choro de saudade, adormeceu no meu colo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou aqui, então, escrevendo a nossa saga, que ainda não terminou, enquanto ela dorme sem a chupeta, deitada no meu colo (já tentei colocá-la na cama, mas o berreiro volta e com ele a lembrança da "pá"). E vocês, tem alguma dica para essa fase peculiar?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-6344334074327363861?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/6344334074327363861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=6344334074327363861&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6344334074327363861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/6344334074327363861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/07/chupeta-saga-da-despedida.html' title='Chupeta: a saga da despedida'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-3033024630786420505</id><published>2011-06-30T22:00:00.001-03:00</published><updated>2011-06-30T22:00:02.138-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><title type='text'>Blogagem coletiva e resultado do sorteio</title><content type='html'>O que é consumo consciente pra você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas leitoras do blog &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt; aceitaram o desafio de respoder à pergunta para participar de nossa &lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/site/?p=136"&gt;blogagem coletiva&lt;/a&gt;. Cada uma escreveu sobre o que pensa e como pratica uma forma mais sustentável de consumir no dia dia. Eu aprendi muitas coisas legais e resolvi adotar algumas dessas ideias, como a substituição de potes de plástico pelos de vidro, a premiação da empregada doméstica pela economia de energia e gás, a reutilização de recipientes, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vamos conhecer cada uma das participantes com seus blogs, e apresentar a vencedora do sorteio de uma &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/products/160-roupa-algodao-organico.aspx"&gt;camisa Planeta Minha Casa&lt;/a&gt; de algodão orgânico da Natural Fashion. O número de cada uma na lista abaixo foi usado para o sorteio feito com o Random.org. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/site/?p=251"&gt;Continue lendo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-3033024630786420505?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/3033024630786420505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=3033024630786420505&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3033024630786420505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3033024630786420505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/blogagem-coletiva-e-resultado-do.html' title='Blogagem coletiva e resultado do sorteio'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-3989516074459306203</id><published>2011-06-26T23:15:00.001-03:00</published><updated>2011-06-26T23:19:50.634-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Você já usou os Direitos da Infância na sua vida de mãe/pai?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Blog do Desabafo de Mãe nos sugeriu um tema para debate: &lt;a href="http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/2011/06/direitos-da-infancia-o-que-sao.html"&gt;"Você já usou os &lt;b&gt;Direitos da Infância &lt;/b&gt;na sua vida de mãe?"&lt;/a&gt; Extremamente relevante, a pergunta me fez pensar e lembrar de algumas situações nas quais invoquei o Estatuto da Criança e do Adolescente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O&amp;nbsp;ECA poderia ser o principal referencial, o melhor guia, para nossas condutas como mães, pais, educadores e&amp;nbsp;familiares. Assim como a maioria das leis sociais no Brasil, o ECA é exemplar. Ele coloca a criança e o adolescente como cidadãos de direitos, que precisam de proteção mas podem exercer também autonomia. Nele, está colocada a ideia de que as crianças não podem proteger a si mesmas, porém, dando a elas &lt;em&gt;status&lt;/em&gt; de pessoas singulares com direitos garantidos. Ou seja, pais e mães, mesmo sendo os tutores principais de seus filhos, não possuem todos os direitos sobre eles. Nós não podemos discipliná-los como queremos. Não podemos agredi-los fisicamente e verbalmente. Não podemos ser displicentes quanto às suas necessidades básicas e direitos sociais, como o direito&amp;nbsp;a educação e a saúde. O Estado Brasileiro é o principal defensor desses sujeitos e deveria ser também o principal provedor de seus direitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa dupla característica de nossa legislação me parece exemplar: exige responsabilidade dos pais, e por outro lado, cobra a ação do Estado. De um lado, somos chamados a refletir sobre nossa condição de "tutores" desses cidadãos brasileiros em desenvolvimento, de outro, devemos nos posicionar como cidadãos que exigem de seus representantes o cumprimento da lei. Afinal, como podemos sozinhos garantir uma educação de qualidade?&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tempo todo me vejo como essa espécie de tutora de Laura. Sei que ela tem direitos e que o Estado pode tomar a minha guarda caso eu falhe com as minhas obrigações. Ser mãe não é fácil, nem é somente uma realização pessoal! Mas, também já me vi em situações em que tive que me posicionar enquanto cidadã, e recorri ao Estado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um vez fui surpreendida com uma ligação de um conselheiro tutelar. Uma denunciante deu a ele minhas referências para que eu contribuísse num caso. Eu não tinha muita proximidade com a crianças em questão nem com a mãe. Mas, tinha algo sim com o qual contribuir. A primeira sensação após ter sido convidada a dar meu testemunho informal foi de insegurança. Fiquei com medo de retaliações. Mas, depois, percebi que, se eu me negasse a dar a informação que tinha, estaria dificultando o acesso de uma criança à seus direitos. Eu invoquei o ECA para me lembrar de meu papel de cidadã e&amp;nbsp;do papel do Conselho Tutelar como representante do Estado e dos direitos das crianças. Foi uma ótima experiência ter conhecido o conselheiro da minha região, ter visitado o Conselho, ter visto as condições adversas nos quais ele trabalha, e ter contribuido para o andamento de um caso. Esqueci a insegurança, e me armei de todos os telefones e referências institucionais,&amp;nbsp;se fosse&amp;nbsp;incomodada por alguém relacionado ao caso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em outra ocasião, recorri ao ECA para lembrar a uma família que eles não tinham o direito de agredir os filhos fisicamente como estavam acostumados a fazer. Pode parecer uma atitude agressiva de minha parte, mas acho que foi muito eficaz. Na verdade, muitas pessoas não sabem que seus filhos tem direitos e que os pais não podem decidir sozinhos como devem educá-los. Há uma cultura no Brasil, acerca da vida familiar, que não admite a interferência de terceiros - é como se a vida privada estivesse totalmente à parte da vida pública. A cultura da cidadania ainda está em processo de construção, depois de um longo período de ditadura e restrição democrática. Assim, não é incomum encontrar famílias nos ambulatórios de psicologia que estão completamente perdidas em relação a suas responsabilidades e direitos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ECA e os Conselhos Tutelares são nossos. São nossos referenciais de cidadania para a infância. A cada ano, vamos aprendendo a conhecê-los e usá-los. Parabéns&amp;nbsp;para &lt;a href="http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/"&gt;Ceila e Sueli&lt;/a&gt; que propuseram este debate e nos chamaram mais uma vez a refletir sobre esse assunto!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-3989516074459306203?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/3989516074459306203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=3989516074459306203&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3989516074459306203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3989516074459306203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/voce-ja-usou-os-direitos-da-infancia-na.html' title='Você já usou os Direitos da Infância na sua vida de mãe/pai?'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-8706917229696308067</id><published>2011-06-23T23:11:00.002-03:00</published><updated>2011-11-07T16:30:57.817-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><title type='text'>Por que não comprar o mais barato?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estava assistindo a este video &lt;a href="http://evolucaosustentavel.blogspot.com/2010/11/historia-das-coisas-o-que-voce-ainda.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;, e me deparei com uma afirmação certeira! É a segiunte: &lt;i&gt;"Pergunte para sua avó. Nos dias dela, gerar e cuidar dos próprios bens era desejável"&lt;/i&gt;. Mas eu nem preciso perguntar pra minha vó. Lembrei de uma situação que acontece frequentemente comigo: vou à casa de minha sogra para um almoço de fim de semana ou uma comemoração, e sempre ouço um pouco das histórias dos objetos que ela usa para servir à mesa, cozinhar e ornamentar a casa. Geralmente, elas começam lá no enxoval de seu casamento, há mais de 30 anos atrás, e ela me conta pra que usava, como cuidava e me ajuda a entender porquê aquele objeto tão antigo não está velho apesar do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-I_jNwaQvIuc/TgPsSN26f4I/AAAAAAAAAgs/nLz6Q2BKz2k/s1600/colher+de+sorvete.gif" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-I_jNwaQvIuc/TgPsSN26f4I/AAAAAAAAAgs/nLz6Q2BKz2k/s200/colher+de+sorvete.gif" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Uma vez fiquei impresionada com o estado da colher de pegar sorvete dela. Soube que ela fez parte desse enxoval. Não acreditei! Mas, como? Como uma colher de aço, com um mecanismo de mola, usada com frequência, manteve-se em tão perfeito estado por mais de 30 anos?! &lt;span id="goog_157788136"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_157788137"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí, lembrei que eu tinha visto a mesma colher, da mesma marca, à venda na loja em que criei a minha lista de presentes de casamento, e, na época, optei pela mais barata. Lembro que pensei que era um absurdo pagar cinco vezes mais pelo mesmo produto! A colher que ganhei era então de plástico e nem preciso dizer que já perdeu uma parte do cabo. Não durou nem três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, quando um objeto dura três anos temos a tendência de achar que ele é durável. Quem tem filhos pequenos então, se acostuma com a rapidez com que as crianças perdem as roupas ou estragam os brinquedos. Achamos normal ter que comprar roupinhas de dois em dois meses porque as outras estão pequenas, manchadas e desbotadas. O pior é que, em termos de vestuário, até as marcas caras não garantem qualidade. Muitas delas vedem caro a blusinha feita com o mesmo material daquela vendida no camelô, só porque ela tem uma etiqueta X ou Y. Eu demorei pra encontrar lojas com uma boa relação &lt;i&gt;custo x benefício.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E cada vez mais tenho aprendido com minha sogra o quanto é importante comprar pela qualidade, e assim, tenho colocado em prática um dos motes do consumo consciente: comprar menos com melhor qualidade, mesmo pagando mais. Não só porque assim aproveito mais do objeto comprado, mas também porque produzo menos lixo - muito menos lixo. No video indicado, a apresentadora faz uma pergunta perspicaz: como um rádio pode ser vendido por 4,50 dólares? Esse valor não pagaria nem pelo espaço que o produto ocupa na prateleira da loja - se o vendedor fosse pago de forma justa, se a cadeia de produção não usasse mão de obra infantil, o petróleo extraído de países de terceiro mundo em guerra constante, se seus componentes de plástico não fossem feitos em fábricas insalubres no país com a maior desigualdade social do mundo, etc. E, claro, tal rádio dificilmente terá utilidade daqui a seis meses. Ou ele parará de funcionar ou será substituído pela "nova" novidade do mercado, somando-se aos montes de lixo eletrônico nos aterros sanitários.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-EM41a6RBfRI/TgPu4QxoOOI/AAAAAAAAAgw/xFdJJAl0pts/s1600/body+manga+longa+popo.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-EM41a6RBfRI/TgPu4QxoOOI/AAAAAAAAAgw/xFdJJAl0pts/s200/body+manga+longa+popo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Então, é por isso que atualmente eu não caio facilmente na sedução do "mais barato". Também não dou status ao mais caro só por causa de uma marca estampada. Mas, tento entender o que levaria tal produto a custar mais do que o outro. Procuro ser fiel as marcas que têm demostrado qualidade, durabilidade e responsabilidade social. Tento encontrar &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/products/138-body-ajustavel-popolini.aspx"&gt;roupas infantis ajustáveis&lt;/a&gt; - o que não é fácil, justamente porque as confecções têm medo de perder a rotatividade, a aceleração do consumo. Se você compra um body de bebê que promete aumentar 6cm, não precisará comprar outro daqui a dois meses, certo? Então, seria até fácil entender porque este tipo de body é um pouco mais caro do que os outros. Mas... acontece que, mesmo não sendo ajustável, o body bonitinho da última coleção da marca Y tem o mesmo preço ou é até mais caro do que aquele que dura mais. E cabe a nós, consumidores, saber identificar a marca que tem melhor &lt;i&gt;custo x benefício&lt;/i&gt;, inclusive para o planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-X18e_oqYKHQ/TgPvUw_Hv1I/AAAAAAAAAg0/LYe0G3_F3Ig/s1600/DSC_0206.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="184" src="http://1.bp.blogspot.com/-X18e_oqYKHQ/TgPvUw_Hv1I/AAAAAAAAAg0/LYe0G3_F3Ig/s200/DSC_0206.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Descobri também o &lt;a href="http://www.naturalfashion.com.br/"&gt;algodão orgânico&lt;/a&gt;, uma matéria prima que tem aplicado a tecnologia dos transgênicos para o bem: evitar a enorme poluição do tingimento e transformação do algodão comum em roupas diversas e coloridas. É um algodão desenvolvido pela EMBRAPA, que já nasce colorido, e que, para ser ainda mais coerente com o consumo consciente, tem uma cadeia produtiva responsável, utilizando mão de obra cooperativada, respeitando o meio ambiente e oferecendo preços justos aos revendedores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, este post é para fazer uma apologia ao consumo consciente na sua forma mais cotidiana: lembremos sempre das histórias dos objetos. Ler as etiquetas, a composição, as recomendações de uso, buscar informações sobre os produtores e os países de origem, sobre a confecção do material, dentre outras coisas, não é perda de tempo. É assim que aprendemos a dar o devido valor às coisas. E, com esta apologia eu dou início à minha participação na Blogagem Coletiva: &lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/site/?p=136"&gt;"O que é consumo consciente pra você?"&lt;/a&gt;, que este blog está promovendo e que está aberta à participações até dia 30 de junho. Alguns blogs já fizeram suas postagens, veja aqui &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/o-que-e-consumo-consciente-pra-voce.html"&gt;neste post&lt;/a&gt; e depois volte para nos indicar o seu link!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-8706917229696308067?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/8706917229696308067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=8706917229696308067&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8706917229696308067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8706917229696308067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/por-que-nao-comprar-o-mais-barato.html' title='Por que não comprar o mais barato?'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-I_jNwaQvIuc/TgPsSN26f4I/AAAAAAAAAgs/nLz6Q2BKz2k/s72-c/colher+de+sorvete.gif' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2564698978399050369</id><published>2011-06-20T16:25:00.001-03:00</published><updated>2011-11-07T16:31:21.021-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>O que é consumo consciente pra você? (Blogagem coletiva e sorteio)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje começa, oficialmente, a Blogagem Coletiva "O que é consumo consciente pra você?". Queremos convocar outras mães e pais editores de blogs para refletirem junto com a gente sobre esse tema tão importante e tão em voga atualmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você pode escrever sobre o que faz no dia dia que considera ser consumo consciente, ou fazer uma reflexão mais abrangente. Se você fizer uma busca na Internet, verá que já tem muita gente interessada no tema, e ele dá panos pra manga! Tem gente que acredita que tomar coca cola faz parte de um consumo consciente porque os catadores de latinhas precisam delas, assim como as recicladoras... Mas, tem gente que acha que deixar de tomar sucos naturais para beber um refrigerante é o oposto disso... Eu tenho minha posição. A &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt; tem sua posição. Mas, também queremos refletir junto com vocês. Saber o que pensam, o que acreditam, e como lidam com essa realidade: a de que precisamos adquirir cada vez mais consciência das consequências de nossos hábitos de consumo pela preservação da vida em nosso planeta! Então, como em nosso dia dia atarefado de mães e pais conseguimos incluir a preocupação com o consumo? Como podemos transmitir para nossas crianças que o "ser" é mais importante do que o "ter"? Como fazê-los perceber que cada atitude nossa tem consequências para toda a sociedade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu participarei da blogagem e publicarei meu texto em breve. Você também pode fazer isso, até dia 30 de Junho, e deixar seu link aqui ou na página do blog exclusivamente dedicada aos destaques e promoções da loja WMN. Além disso, você pode levar nosso banner para divulgar a blogagem e o sorteio que faremos no fechamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dcJtbgBt6mg/Tf-emqTCvkI/AAAAAAAAAgM/HvmvWkW0tXM/s1600/Blogagem+Coletiva.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" i$="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-dcJtbgBt6mg/Tf-emqTCvkI/AAAAAAAAAgM/HvmvWkW0tXM/s400/Blogagem+Coletiva.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faremos o sorteio de uma camisa Planeta Minha Casa, da marca &lt;a href="http://www.naturalfashion.com.br/"&gt;Natural Fashion&lt;/a&gt; -&amp;nbsp;que só produz roupas e acessórios com algodão orgânico produzido aqui no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Participe! Espero sua contribuição!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2564698978399050369?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2564698978399050369/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2564698978399050369&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2564698978399050369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2564698978399050369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/o-que-e-consumo-consciente-pra-voce.html' title='O que é consumo consciente pra você? (Blogagem coletiva e sorteio)'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-dcJtbgBt6mg/Tf-emqTCvkI/AAAAAAAAAgM/HvmvWkW0tXM/s72-c/Blogagem+Coletiva.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-8126482202942123134</id><published>2011-06-19T13:29:00.000-03:00</published><updated>2011-06-19T13:29:05.738-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cesariana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Normal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><title type='text'>Qual é a relação entre corticoides, cesariana eletiva e doenças respiratórias do bebê?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há muito tempo estou pra escrever sobre o uso de corticoides em bebê de menos de dois anos de idade. Escrevi sobre o uso exagerado de medicamentos há um tempo atrás, depois que Laura teve crises de otite aguda e tivemos que decidir entre a repetição de tratamentos emergenciais com antibióticos e corticoides ou o tratamento homeopático. Você pode acessar o texto &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/2011/04/como-lidar-com-as-doencas-na-infancia.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Mas, quero falar sobre um dado interessante que acabei de descobrir num artigo da edição de junho da &lt;a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/?ed=949&amp;amp;lg="&gt;Revista Fapesp&lt;/a&gt;. Uma pesquisa coordenada pela médica Melania Amorim - conhecida pelo incentivo ao parto natural no nordeste - me fez entender que relação a cesariana eletiva pode ter com o uso ineficaz de corticoides e o abalo do sistema imunológico dos bebês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No estudo, ficou claro que o uso desse tipo de medicamento para&amp;nbsp;reduzir os problemas respiratórios dos&amp;nbsp;bebês prematuros tardios é ineficaz. Ou seja, aqueles que nascem no intervalo de 34 a 36 semanas completas de gestação são considerados prematuros tardios e não se beneficiam do uso do corticoide. As evidências científicas tem mostrado a eficácia desse tratamento em bebês que nascem com 26 a 33 semanas - geralmente devido a alguma complicação séria na gestação - que precisam ter o desconforto respiratório controlado para conseguirem crescer no ritmo normal. Sabe-se que um prematuro tardio tem menos risco de vida, porém, apresenta mais complicações respiratórias, problemas de nutrição e icterícia do que bebês que nascem com 37 semanas ou mais. O uso do corticoide, porém, pode produzir efeitos negativos nesta faixa etária, diminuindo a imunidade e tornando os bebês mais suscetíveis a infecções. Por isso mesmo, as bulas dos antialégicos&amp;nbsp;só recomendam o uso a partir dos dois anos de idade.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Dra. Melania observa no artigo que a principal maneira de lidar com os possíveis casos de prematuridade tardia é sustentando a gravidez ao máximo possível, aguardando o desencadeamento normal do trabalho de parto. Este é mais um motivo para que não se incentive a escolha pela cesariana sem indicações médicas explícitas. Geralmente o que vemos acontecer é o parto ser antecipado pelo médico, com bases em argumentos frágeis, como a posição pélvica do feto ou a circular do cordão umbilical. Tais quadros podem ser manejados de diferentes formas, sem que o nascimento seja antecipado e mãe e bebê sejam submetidos a uma cirurgia. O importante é que a equipe profissional que acompanha a dupla esteja segura de procedimentos mais vantajosos e menos arriscados. O parto vaginal estimula a preparação do pulmão do bebê, libera hormônios que estimulam a nutrição correta e consequentemente o crescimento normal e saudável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, acho que todas as mães e pais que medicam seus filhos com corticoides precisam saber dos efeitos adversos do uso desse tipo de medicamento. Ele não é feito para uso indiscriminado, como em gripes e resfriados comuns. Eles não tem eficácia comprovada em casos de otite crônica, e devem ser usados com cuidado em todas as formas de infecções respiratórias. O ideal é não acostumar-se com ele e não banalizar seu uso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-8126482202942123134?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/8126482202942123134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=8126482202942123134&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8126482202942123134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8126482202942123134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/qual-e-relacao-entre-corticoides.html' title='Qual é a relação entre corticoides, cesariana eletiva e doenças respiratórias do bebê?'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2936458253151709598</id><published>2011-06-17T18:05:00.002-03:00</published><updated>2011-11-07T16:31:45.664-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Promoção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Atualizações, inauguração e blogagem coletiva</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gente querida!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Decidi manter o blog aqui apesar de estar com um novo espaço lá no &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/"&gt;http://www.whatmommyneeds.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vou fazer uma dobradinha com ele: publico aqui e indico o resto da leitura lá ou publico lá e indico o resto da leitura aqui. Porque não quero perder todo meu arquivo nem minhas amizades, seguidores e seguidos, do Blogger e afins.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A loja está aberta à público desde as 22hs do dia 15. Foi um dia suado, de luta com as entidades invisíveis do mundo da programação virtual, mas graças a Deus, deu tudo certo. O site está no ar, com o novo &lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/site/?cat=4"&gt;Blog Dicas da Mel&lt;/a&gt;, com uma receitinha MARAVILHOSA de barrinhas de cereal caseiras, naturais, orgânicas, e uma loja com mais de 200 produtos! Estamos preparando uma ampla divulgação, mas por enquanto vamos com calma, observando o comportamento do sistema da loja.&amp;nbsp;O mais importante é que todos os produtos cadastrados estão perfeitamente armazenados para serem enviados EM BREVE para sua casa!!! O frete será feito pelos correios, com a opção de sedex ou PAC. O custo é baseado no peso e tamanho da mercadoria e no endereço do cliente. Mas, se você ainda não tem o hábito de comprar pela internet, aí vai uma dica: os correios usam intervalos de peso para definirem o custo do frete, assim, se você faz uma encomenda de um achocolatado orgânico de 400g, vai pagar a mesma coisa (de frete) que se comprasse dois dele e mais um body para seu bebê!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Continuando a seção jabá...&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aproveito para anunciar o Evento de Inauguração da Nova What Mommy Needs, que será AMANHÃ, 14hs, na &lt;a href="http://www.escolavirtualparapais.com.br/"&gt;Escola Virtual para Pais&lt;/a&gt;. Divulgamos o evento no &lt;a href="http://www.facebook.com/pages/manage/updates.php?id=100869400007187&amp;amp;sent=1&amp;amp;e=0#!/event.php?eid=126193740797009"&gt;Facebook&lt;/a&gt; e agora aproveito para lembrar àqueles que já se inscreveram e convidar aos que ainda não sabiam da nossa programação.&amp;nbsp;Veja aí no banner!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AxyBmHE-wrc/Tfu--GYXulI/AAAAAAAAAgI/5HMFyZZw6aE/s1600/banner+inaugura%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" i$="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-AxyBmHE-wrc/Tfu--GYXulI/AAAAAAAAAgI/5HMFyZZw6aE/s400/banner+inaugura%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem quiser participar e ainda não se inscreveu por e-mail nem confirmou presença no Facebook, pode comentar aqui, deixando o e-mail para que a gente envie as orientações de login. Se todas as pessoas confirmadas até agora se conectarem amanhã com a gente, a sala ficará lotada. Mas, podem ocorrer imprevistos e desistências, então, ainda dá para tentar participar!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, faremos uma blogagem coletiva pós-evento sobre o tema da palestra da &lt;a href="http://www.futurodopresente.com.br/"&gt;Ana Cláudia Bessa&lt;/a&gt;: "Consumo consciente para a maternidade/paternidade ativa". A blogagem começa amanhã e vai até dia 30 de junho. Abrirei uma página aqui no blog especialmente para vocês postarem seus links! Veja aí abaixo do cabeçalho!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obrigada a &lt;a href="mailto:tod@s"&gt;tod@s&lt;/a&gt; pelo apoio e carinho!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2936458253151709598?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2936458253151709598/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2936458253151709598&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2936458253151709598'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2936458253151709598'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/atualizacoes-inauguracao-e-blogagem.html' title='Atualizações, inauguração e blogagem coletiva'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-AxyBmHE-wrc/Tfu--GYXulI/AAAAAAAAAgI/5HMFyZZw6aE/s72-c/banner+inaugura%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-724900304572829978</id><published>2011-06-16T11:40:00.001-03:00</published><updated>2011-06-16T20:18:21.660-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desfralde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fraldas Ecológicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><title type='text'>Você pode escolher a fralda para o seu bebê!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o bebê ainda está na barriga e começamos a planejar o chá de fraldas e a montar o enxoval, nem imaginamos o mundo de opções de fraldas que podemos comprar e/ou pedir de presente! Depois que já temos o bebê nos braços, no dia dia atarefado e emocionado dos primeiros meses, fica ainda mais difícil parar para conhecer e escolher os produtos mais adequados às nossas necessidades. Muitas vezes nos contentamos com os mais vistos nas propagandas e as indicações de amigos e parentes que já tiveram filhos. Aí, sofremos com as alergias e assaduras, as brotoejas, os vazamentos frequentes, e aquele cheiro de fralda descartável suja na lixeira do quarto. Mas, achamos tudo muito normal, e prosseguimos usando cremes, maizena, e todas as dicas disponíveis de soluções passageiras e paliativas. Nos acostumamos com os quilos de lixo produzidos e despejados posteriormente nos aterros de nossas cidades. E depois que ficamos sabendo das 5.000 fraldas descartáveis que nosso bebê usará em toda sua vida e que demorarão em média 500 anos para se decompor, ficamos preocupados em diminuir o impacto negativo de nossas ações no meio ambiente e na saúde de nosso bebê. Mas, temos pouco acesso à esse tipo de informação e pouco tempo para correr atrás dela!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu mesma tenho uma bebê de dois anos que já usou vários tipos de fraldas e já apresentou alergias, assaduras, brotoejas e cia. No chá de fralda, ganhei duas marcas, majoritariamente, e tive que doar pelo menos a metade delas, por causa das alergias. Fui comprando marcas diferentes até chegar nas fraldas de pano modernas e descobrir a ajuda que elas dão ao processo do desfralde e à prevenção de todos esses problemas de pele. Além disso, aprendi que, usando de forma racional, evitamos a poluição sem aumentar muito o consumo de água.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, hoje eu quero falar especialmente com você que está em busca da informação, ou que ainda está esperando seu bebê, que ainda não fez seu chá de fralda e que ainda tem tempo para planejar a compra de seu enxoval: você pode escolher a fralda que vai comprar! Você pode conhecer os produtos com antecedência, refletir sobre as dicas que já lhe foram dadas, pesquisar preços e saber do impacto ambiental de seu consumo. Isso pode ajudá-la a decidir de forma tranquila e consciente e evitar o desperdício de dinheiro, presentes e preocupações! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para ajudá-la, listei abaixo todos os tipos de fraldas que conheço, com as informações que pesquisei, e com pitacos de minha experiência. Vamos lá!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Continue lendo &lt;a href="http://www.wmnloja.com.br/site/?p=7"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-724900304572829978?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.wmnloja.com.br/site/?cat=7' title='Você pode escolher a fralda para o seu bebê!'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/724900304572829978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=724900304572829978&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/724900304572829978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/724900304572829978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/voce-pode-escolher-fralda-para-o-seu.html' title='Você pode escolher a fralda para o seu bebê!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-5993810729211357813</id><published>2011-06-14T09:26:00.000-03:00</published><updated>2011-06-14T09:26:23.664-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><title type='text'>AVISO IMPORTANTE</title><content type='html'>Olá queridas/os leitoras/es! Quem nos acompanha sabe que nossa loja virtual está prestes a abrir. Amanhã, dia 15, já esperamos ter o sistema em funcionamento para compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, ontem de noite levamos um grande susto quando vimos que a loja foi publicada! Provavelmente por um erro da empresa que está responsável pela programação, vocês já podem acessar e visualizar nosso catálogo. Porém, não é possível realizar compras ainda! Estou aguardando uma explicação da Neomarkets e acredito que esse problema estará resolvido hoje de tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por enquanto, vocês podem aproveitar para ver como ficou a loja e conhecer um pouco nossos produtos (aguns ainda estão sem fotos, mas amanhã estará tudo OK!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradeço mais uma vez o apoio e a paciência de todos que tem nos dado motivação, palavras de força e sucesso. Obrigada por esperarem com carinho a abertura de nossa loja e o nascimento desse meu segundo filho! OBRIGADA!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-5993810729211357813?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/5993810729211357813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=5993810729211357813&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5993810729211357813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5993810729211357813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/aviso-importante.html' title='AVISO IMPORTANTE'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2166473904059271095</id><published>2011-06-07T21:03:00.001-03:00</published><updated>2011-11-07T16:25:49.158-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='WMN'/><title type='text'>Quase mamaço e quase cinema: notas para um debate necessário</title><content type='html'>Esta semana começou super bem! Um domingo que começou chuvoso nos presenteou com um belo arcoíris e um encontro gostoso com mamães e papais que se preparavam para o &lt;a href="http://mamacocarioca.wordpress.com/"&gt;Mamaço Carioca&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-aAcOhDosFXQ/Te6pBnPLmcI/AAAAAAAAAf0/VRFwzi4tmwM/s1600/DSC05772.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-aAcOhDosFXQ/Te6pBnPLmcI/AAAAAAAAAf0/VRFwzi4tmwM/s320/DSC05772.JPG" t8="true" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chegamos apreensivos, cheios de muffins de mel e barrinhas de cereais orgânicas, muffins salgados de azeitonas e ervas, e sucos orgânicos de cenoura com laranja e limão galego. O sol foi se aproximando e resolvemos nos instalar no local combinado incialmente para o mamaço, ao lado do chafariz, no Parque Lage. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estendemos nossa toalha impermeável e ficamos aguardando as pessoas... elas foram chegando aos poucos, de mansinho. Umas já sabiam que o mamaço carioca tinha sido adiado, outras não. Mas, todas pareciam adorar o lanchinho oferecido. Tiramos várias fotos, distribuímos os kits que tinham sido preparados para as palestrantes e profissionais que dariam o apoio à manifestação, e até fizemos um sorteio de uma fralda ecológica WMN! Queríamos prestigiar as pessoas que, mesmo no frio, e mesmo sabendo do adiamento, ficaram lá conosco firmes e fortes.&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Cristiane Pitzer foi a sorteada! Mas a família What Mommy Needs&amp;nbsp;é que agradece a &lt;a href="mailto:tod@s"&gt;tod@s&lt;/a&gt; pelo apoio e participação! Sem vocês, nossas comidinhas teriam estragado... ou teriam sido doadas... mas foi muito bacana ver que nosso trabalho não foi em vão! E aproveitamos para convocar aos participantes para o dia 12 de junho, quando acontecerá de fato o Mamaço Carioca.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mjRxL8bUD2s/Te6sPPbfPII/AAAAAAAAAf4/_MhaL5yMrfI/s1600/DSC05788.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-mjRxL8bUD2s/Te6sPPbfPII/AAAAAAAAAf4/_MhaL5yMrfI/s200/DSC05788.JPG" t8="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nqu3sG1l9sQ/Te6sUXiu1BI/AAAAAAAAAgA/EvbaD2lfhRY/s1600/DSC05776.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-nqu3sG1l9sQ/Te6sUXiu1BI/AAAAAAAAAgA/EvbaD2lfhRY/s200/DSC05776.JPG" t8="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_dajC7Hh2vI/Te6sSCErpII/AAAAAAAAAf8/mbBBbQHjMko/s1600/DSC05795.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-_dajC7Hh2vI/Te6sSCErpII/AAAAAAAAAf8/mbBBbQHjMko/s200/DSC05795.JPG" t8="true" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;Mas, a semana não parou por aí!&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;Aqui em casa tivemos outra novidade. Ontem, levei Laura ao cinema, pela primeira vez! Era dia de escola, mas resolvi mudar os planos. Desde que nos mudamos de apartamento e de bairro, Laura está meio tristinha, meio enjoada, briguenta. Pra piorar teve duas quedas na escola na mesma semana e ficou bem machucadinha. Então, começou a dizer, de repente, que não queria ir pra escola. Já há alguns dias que tenho escutado ela dizer isso. Mas, com tanto trabalho, até no fim de semana, com a inauguração da loja às portas, o apoio ao mamaço e meu envolvimento num curso de especialização da Fiocruz, eu não podia me dar o "luxo" de&amp;nbsp;passar a tarde toda com ela, despreocupadamente.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;Quer dizer, se&amp;nbsp;eu não podia eu não sei, só sei que fiz. Saindo&amp;nbsp;para levá-la à escola, de uniforme, com a mochila e tudo, ouvindo-a dizer novamente "não quer escola", ouvi meu coração e chutei o balde! Perguntei o que ela queria&amp;nbsp;fazer e ela respondeu "popoca", apontando pra uma barraquinha de churros. Entendi o pedido e fui no shopping procurar a pipoca, que aqui só é permitida&amp;nbsp;uma vez por semana! Ela tinha almoçado bem,&amp;nbsp;e eu achei que nem ia querer comer muita. Mas, se fartou! Depois voltamos pra casa, e enquanto eu trabalhava com o computador, ela fazia a maior bagunça&amp;nbsp;brincando de "trabaiar" do meu lado.&amp;nbsp;Eu expliquei pra ela o que é um cinema, disse que é escuro, com uma tv bem grandona, que a gente tem que ficar quietinha e&amp;nbsp;perguntei se ela gostaria de ir mais tarde.&amp;nbsp;Não tinha nenhum filme infantil passando aqui no shopping, mas tinha o documentário &lt;a href="http://www.babiesthemovie.com.au/"&gt;Babies&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;É um documentário lindo, que não tem narrador, nem legendas. Apenas constrói uma narrativa de imagens, nos levando a entrar nas casas e hábitos de quatro famílias totalmente diferentes ao redor do mundo, na criação de seus bebês.&amp;nbsp;Laura simplesmente adorou! Ficou uma hora inteirinha, ininterrupta, assistindo compenetrada os quatro bebês (uma americana, uma&amp;nbsp;da Namíbia, um japonês e um da Mongólia). Fazia observações como "olha o gatinho!", "o bebê tá chorando", baixinho pra não incomodar as poucas pessoas que nos acompanhavam numa segunda feira a tarde no cinema.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;Ter visto este filme, acompanhada de minha filha de dois anos,&amp;nbsp;logo depois de participar do debate acerca da amamentação em público, foi muito bom. Nele vi algumas diferenças e semelhanças entre mães tão distantes e desconhecidas. Oferecer&amp;nbsp;o leite é sempre uma etapa marcante. Cada uma faz de seu jeito próprio e de acordo com os hábitos de sua cultura.&amp;nbsp;É preciso dizer que a diferença marcante entre a mãe americana e a mãe de uma tribo da Namíbia é a centralidade da amamentação na relação com a criança, não só porque no segundo caso a mulher dedica-se quase exclusivamente para o bebê, mas porque esse é um dos poucos alimentos disponíveis para ele. A mãe americana extrái o leite e&amp;nbsp;a bebê toma mamadeira. Ela tenta estimulá-la com diversas coisas, brinquedos, banhos, sons, enquanto&amp;nbsp;a bebê da Namíbia mama ao seio da mãe e distrái-se com moscas, pedras, e o irmão. O que&amp;nbsp;me fez pensar em quanto também somos condicionados pelos recursos que possuímos. Muitas vezes eles são fundamentais para garantir uma amamentação sem traumas, outras, eles são ruídos, interferências. Se algumas culturas a falta de recursos materiais estimula e valoriza a amamentação, em outras, esse problema é crucial para o desmame precoce.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;Uma manifestação como o &lt;a href="http://grandemamaconacional.wordpress.com/"&gt;Mamaço Nacional&lt;/a&gt; pode ser então o primeiro passo para uma transformação mais ampla em nosso meio social, se conseguirmos olhar para além de nossas vidas. É preciso lembrar que amamentar por livre demanda não é sempre uma escolha viável. Mas, mostrar ao mundo que queremos amamentar, que temos esse recurso natural e que ele é bem vindo, é o primeiro passo na direção de convocar a sociedade para um debate maior sobre as condições ambientais em que, nós ocidentais, em especial as ocidentais de países em desenvolvimento ou não desenvolvidos, tentamos exercer a maternidade. É tempo de mostrar à sociedade qual é a nossa prioridade. Mostrar que a amamentação deve ser respeitada como um ícone da sociedade que queremos reproduzir: uma sociedade humana que se relaciona bem com a natureza, mesmo recorrendo muitas vezes à tecnologia de ponta. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;Para a grande maioria das brasileiras só é possível falar em amamentação por livre demanda quando família, trabalho e&amp;nbsp;esfera pública favorecem tal prática. Estamos enredadas em muitas demandas, em tantas necessidades. Precisamos de uma sociedade que afirme&amp;nbsp;em suas leis o direito da mulher escolher sobre a maternidade, e ter recursos para escolher o melhor caminho.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;Eu fico feliz que, mesmo em meio a tanto trabalho, eu posso, mesmo com sacrifício, dedicar uma tarde de segunda feira às&amp;nbsp;necessidades emocionais de minha filha de dois anos de&amp;nbsp;idade, e num domingo de manhã, mesmo com frio, apoiar um encontro de pessoas em defesa da amamentação livre!&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2166473904059271095?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2166473904059271095/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2166473904059271095&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2166473904059271095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2166473904059271095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/quase-mamaco-e-quase-cinema-notas-para.html' title='Quase mamaço e quase cinema: notas para um debate necessário'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-aAcOhDosFXQ/Te6pBnPLmcI/AAAAAAAAAf0/VRFwzi4tmwM/s72-c/DSC05772.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-482655140064666150</id><published>2011-06-04T23:43:00.002-03:00</published><updated>2011-11-07T16:32:16.811-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><title type='text'>What Mommy Needs AMANHÃ no Parque Lage do Rio de Janeiro</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;ATENÇÃO queridas leitoras: o Mamaço Carioca foi adiado para dia 12 de Junho, em decorrência da chuva forte hoje de noite. Mas, nós do WMN estaremos lá no local combinado, as 10hs, para a distribuição dos lanches orgânicos que prometemos e já fizemos. Mesmo as mamães que não estiverem amamentando e sem o filhote, poderão aproveitar as delícias caseiras e naturais que a Mel fez para estreiar seu blog: o &lt;a href="http://www.facebook.com/#!/pages/Dicas-da-Mel/100155780077012"&gt;Blog da Mel&lt;/a&gt; (que por enquanto só tem página no Facebook, mas em breve estará no ar para todos).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Blog da Mel faz parte do novo site What Mommy Needs e da loja virtual, que estão previstos (agora com mais certeza) para inauguração no dia 15 de Junho. Ele terá como foco dicas de culinária orgânica e natural, organização de eventos sustentáveis, como chás de fralda de pano e aniversários conscientes, e educação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje estamos estreiando no Facebook, então aproveitem para curtir nossa página!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Até amanhã para as cariocas!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3tdQC7miFyU/TertGyoy0ZI/AAAAAAAAAfo/aEEss1EeUBA/s1600/Logo_Dicas_da_Mel_dourado_e_rosa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-3tdQC7miFyU/TertGyoy0ZI/AAAAAAAAAfo/aEEss1EeUBA/s200/Logo_Dicas_da_Mel_dourado_e_rosa.jpg" t8="true" width="197" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sNo_vYKe7Xs/TertJ_u5rEI/AAAAAAAAAfs/XY-jue0E_sI/s1600/estampa+camiseta.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="242" src="http://4.bp.blogspot.com/-sNo_vYKe7Xs/TertJ_u5rEI/AAAAAAAAAfs/XY-jue0E_sI/s320/estampa+camiseta.png" t8="true" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-482655140064666150?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/482655140064666150/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=482655140064666150&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/482655140064666150'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/482655140064666150'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/what-mommy-needs-amanha-no-parque-lage.html' title='What Mommy Needs AMANHÃ no Parque Lage do Rio de Janeiro'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3tdQC7miFyU/TertGyoy0ZI/AAAAAAAAAfo/aEEss1EeUBA/s72-c/Logo_Dicas_da_Mel_dourado_e_rosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-7145225488042754172</id><published>2011-06-04T13:41:00.001-03:00</published><updated>2011-06-04T13:42:07.450-03:00</updated><title type='text'>Por que NÃO vacinar sua filha adolescente contra o HPV?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há algum tempo temos visto uma campanha dispersa pelos meios de comunicação promovendo a "nova" vacina contra o HPV (papiloma vírus humano), inclusive para meninas a partir de 12 anos. O argumento principal é o de que estima-se que 80% da população feminina sexualmente ativa seja portadora de algum tipo do&amp;nbsp;vírus, e que ele é a principal causa de câncer no cólo do útero. Porém, apesar de altamente difundido como informação científica, pela mídia de massa, esse argumento não é inteiramente legítimo nem justifica a aplicação da vacina para todas as mulheres e adolescentes. A vacina tem efeitos colaterais, inclusive neurológicos. Mas, como seus efeitos positivos ainda não foram completamente evidenciados, não podemos dizer que os riscos prováveis dos efeitos adversos são superados pelos benefícios comprovados à saúde - como é no caso de diversas outras vacinas distribuidas pelo Ministério da Saúde. O que dizer portanto da aplicação em meninas que ainda nem tiveram a primeira relação sexual? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A indicação quase indiscriminada feita por alguns médicos ginecologistas (inclusive para pacientes já portadoras do vírus e para adolescentes sem vida sexual ativa) deve ser questionada. O lobby da indústria farmaceutica é forte em nosso país, porque não temos uma tradição de regulação da saúde no âmbito privado. Nossas agências, a ANS e a ANVISA,&amp;nbsp;são mais acostumadas a fazer "regulação de mercado" do que fiscalizar e orientar profissionais e indústrias quanto à prescrição e uso de medicamentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém,&amp;nbsp;o site do &lt;a href="http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=327"&gt;INCA (Instituto Nacional do Câncer)&lt;/a&gt; traz vários esclarecimentos sobre o assunto, e desmistifica essa correria desenfreada de médicos e pacientes em busca dessa vacina (que é muito cara e não está disponível em postos de saúde). Abaixo, transcrevo alguns trechos da página de perguntas e respostas do INCA acerca do HPV. Mas, não deixe de lê-la na íntegra, pois traz muitas informações importantes!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Qual é o risco de uma mulher infectada pelo HPV desenvolver câncer do colo do útero?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora estudos epidemiológicos mostrem que a infecção pelo papilomavírus é muito comum (de acordo com os últimos inquéritos de prevalência realizados em alguns grupos da população brasileira, estima-se que cerca de 25% das mulheres estejam infectadas pelo vírus), somente uma pequena fração (entre 3% a 10%) das mulheres infectadas com um tipo de HPV com alto risco de câncer desenvolverá câncer do colo do útero.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;O que é a vacina contra o HPV?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a vacina criada com o objetivo de prevenir a infecção por HPV e, dessa forma, reduzir o número de pacientes que venham a desenvolver câncer de colo de útero. Apesar das grandes expectativas e resultados promissores nos estudos clínicos, ainda não há evidência suficiente da eficácia da vacina contra o câncer de colo do útero. Foram desenvolvidas duas vacinas contra os tipos mais presentes no câncer de colo do útero (HPV-16 e HPV-18). Mas o real impacto da vacinação contra o câncer de colo de útero só poderá ser observado após décadas. Há duas vacinas comercializadas no Brasil. Uma delas é quadrivalente, ou seja, previne contra os tipos 16 e 18, presentes em 70% dos casos de câncer de colo do útero e contra os tipos 6 e 11, presentes em 90% dos casos de verrugas genitais. A outra é específica para os subtipos 16 e 18. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Qual o impacto desta nova tecnologia para a política de atenção oncológica e para o SUS?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É fundamental deixar claro que a adoção da vacina não substituirá a realização regular do exame Papanicolaou (preventivo). Trata-se de mais uma estratégia possível para o enfrentamento do problema. Ainda há muitas perguntas relativas à vacina sem respostas: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Ela só previne contra as lesões pré-cancerosas ou também contra o desenvolvimento do câncer de colo de útero?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Qual o tempo de proteção conferido pela vacina?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Levando-se em conta que a maioria das infecções por HPV é facilmente debeladas pelo sistema imunológico, como a vacinação afeta a imunidade natural contra o HPV?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Como a vacina afeta outros tipos de HPV associados ao câncer de colo de útero?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Se os tipos 16 e 18 forem efetivamente suprimidos, outros tipos podem emergir como potencialmente associados ao câncer de colo do útero? &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Todas essas perguntas precisam ser respondidas antes de a vacinação ser recomendada como política de atenção oncológica.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um comitê de Acompanhamento da Vacina, formado por representantes de diversas instituições ligadas à Saúde e liderado pelo INCA, avalia, periodicamente, se é oportuno recomendar a vacinação em larga escala no país. &lt;strong&gt;Até o momento, o comitê decidiu pela não incorporação da vacina contra o HPV no Programa Nacional de Imunizações (PNI).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-7145225488042754172?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/7145225488042754172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=7145225488042754172&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7145225488042754172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/7145225488042754172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/por-que-nao-vacinar-sua-filha.html' title='Por que NÃO vacinar sua filha adolescente contra o HPV?'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-486976813623061716</id><published>2011-06-01T15:11:00.000-03:00</published><updated>2011-06-01T15:11:14.446-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>MAMAÇO NACIONAL: uma manifestação feminista</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A blogueira feminista que mais leio e admiro acaba de publicar um post sensacional para responder aos comentários misóginos das beldades do CQC acerca do Mamaço. Veja &lt;a href="http://escrevalolaescreva.blogspot.com/2011/06/cqc-anti-amamentacao-vai-pra-pqp.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; que texto bacana!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É muito legal ler um texto assim escrito por uma feminista que não é mãe nem tem intenção de ser, mas que entende perfeitamente que proibir as mulheres&amp;nbsp;de amamentarem publicamente é uma forma de restringi-las no universo doméstico, sufocá-las na esfera privada e tirá-las o direito de ir e vir, com seu filhote nos braços, sem culpa. As mulheres que se sentem à vontade para amamentar em qualquer lugar estão afirmando a garantia do direito feminino e do direito do bebê (de ser alimentado com o melhor leite que existe!). A situação que desencadeou o mamaço é muito ilustrativa desse fato: a mãe foi proibida de amamentar enquanto frequentava um centro cultural. Ela não estava lá apenas em função da criança, ela não estava lá apenas exercendo a maternidade. Ela estava participando da vida artística, da esfera pública, do coletivo de sua cidade. Ela estava se desenvolvendo como pessoa, se entretendo com um conteúdo de qualidade, balizado pelos pilares de um centro cultural - não estava dando ibope para um programa de baixíssima qualidade num canal de tv aberta - e impedi-la de amamentar alí&amp;nbsp;era o mesmo que afirmar que ela não deveria estar alí. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aliás, Lola bem que nos lembra que o canal&amp;nbsp;de tv em questão é uma concessão pública, e portanto deveria ser coerente com o interesse público. O diretor do Centro Cultural Itaú em São Paulo,&amp;nbsp;exemplarmente,&amp;nbsp;soube reconhecer o erro de sua instituição e se retratou publicamente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Mamaço é de interesse público. De mães e não mães, de homens e mulheres que acreditam numa sociedade mais humana e tolerante. É de interesse da cidades urbanas, que precisam enxergar as especificidades de seus cidadãos, no meio dessa coisa que se chama "cosmopolita" e que transparece muito mais uma cultura dominante e machista do que a convivência das diferenças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;JÁ É TEMPO DESSES ARTISTAS TELEVISIVOS TEREM VERGONHA DO QUE FALAM EM PÚBLICO, SE RETRATAREM COM A SOCIEDADE PELO DES-SERVIÇO QUE NOS PRESTAM!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, ainda que você não seja mãe ou que nem amamente mais, apoie e participe do Mamaço em sua cidade! O What Mommy Needs apoiará a manifestação no Rio de Janeiro, fornecendo lanchinhos orgânicos para as lactantes presentes e divulgando a importância desse ato coletivo. Ele ocorrerá neste domingo, dia 05, dia mundial do meio ambiente, as 10hs da manhã.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre na página do Mamaço Nacional no Facebook: &lt;a href="http://www.facebook.com/home.php?ref=hp#!/home.php?sk=group_183265728389220&amp;amp;ap=1"&gt;http://www.facebook.com/home.php?ref=hp#!/home.php?sk=group_183265728389220&amp;amp;ap=1&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e se informe sobre a manifestação em sua cidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-486976813623061716?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/486976813623061716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=486976813623061716&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/486976813623061716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/486976813623061716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/06/mamaco-nacional-uma-manifestacao.html' title='MAMAÇO NACIONAL: uma manifestação feminista'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-8646213202686272291</id><published>2011-05-25T11:08:00.000-03:00</published><updated>2011-11-07T16:25:49.164-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fraldas Ecológicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Consumo para a maternidade consciente: WMN no Mães Empreendedoras</title><content type='html'>Olá queridas/os leitoras/es! Hoje estou marcando presença no blog Mães Empreendedoras, editado pela Vanessa Rosa. Ela me convidou para participar este mês de um série de relatos de mães que têm um empreendimento, em comemoração ao Dia das Mães.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira os posts, pois estão super enriquecedores!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-8646213202686272291?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://maesempreendedoras.blogspot.com/2011/05/o-consumo-para-maternidade-consciente.html?spref=tw' title='Consumo para a maternidade consciente: WMN no Mães Empreendedoras'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/8646213202686272291/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=8646213202686272291&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8646213202686272291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/8646213202686272291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/05/consumo-para-maternidade-consciente-wmn.html' title='Consumo para a maternidade consciente: WMN no Mães Empreendedoras'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-616416073081285941</id><published>2011-05-23T15:44:00.001-03:00</published><updated>2011-11-07T16:25:49.168-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dica Cultural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Maternidade, amamentação e sexualidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eita assunto complicado! Ainda não vi nada tão banal e polêmico quanto essa dupla dinâmica: maternidade e sexualidade. Um artigo da Folha, já muito comentado e falado nas redes sociais, e bem debatido no &lt;a href="http://buenaleche-buenaleche.blogspot.com/2011/05/amamentacao-e-sexualidade.html?spref=fb"&gt;Buena Leche&lt;/a&gt; pela Cláudia Rodrigues, trouxe novamente a dupla à cena pública ao fazer uma associação literária e infeliz da amamentação em público com o atentado ao pudor. As reações maternas ao artigo foram na base do repúdio, ao demonstrarem até certo "nojinho" com a &lt;em&gt;licença poética &lt;/em&gt;do jornalista. Aliás, que licença! Um homem pouco dado aos assuntos maternais e feministas, opinando sobre amamentação em público precisa pedir muita licença e chegar bem de mansinho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, como eu sou mulher, mãe, como amamentei por oito meses (e quem me dera tivesse sido por mais tempo), e além de tudo, como eu faço parte de uma família com histórico de abuso sexual, acho que não preciso pedir licença. Serei clara e direta, no clima da música do &lt;a href="http://letras.terra.com.br/ultraje-a-rigor/49200/"&gt;Ultraje a Rigor&lt;/a&gt; (vale a pena ler o texto ao som desse video &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=LMfW7mklZqI&amp;amp;feature=related"&gt;aqui&lt;/a&gt;, com o bonus da música "Ciúme"). &lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando engravidamos, algumas pessoas parecem nos incumbir de uma indumentária pura, imaculada, e assexuada. Infelizmente, nosso mito criador dominante exclui ou camufla o sexo. E&amp;nbsp;o milagre da concepção da Virgem Maria nos imputa, a nós mães, a difícil tarefa de, na fantasia coletiva, dar à luz sem ter vivido o prazer sexual. Há outras formas de se entender essa história, sim. Há cristãos que privilegiam a sacralidade do feminino, sem a necessidade de sufocá-lo numa pureza mítica. Nesses casos, Jesus dialoga muito bem com o prazer, conhece as necessidades e os desejos humanos, e sabe que sexo é bom e a gente gosta. Portanto, apesar de ter dado&amp;nbsp;à luz sem ele uma vez não significa que Maria tenha permanecido "pra sempre virgem, amém".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, o imaginário que contrapõe maternidade e sexualidade se mantém vivo, até mesmo numa época em que se fala tanto de pedofilia e em que nada mais nos impede de sair por aí satisfazendo nossos desejos sexuais. De fato, o excesso de pudor é até mesmo um disparador de relações esdrúxulas entre pais e filhos. Os homens que não conseguem olhar com naturalidade o corpo de sua filha, que não conseguem conceber a existência de sexualidade nela, que não se envolvem no dia dia da paternidade, não constróem limites bem claros em relação a seu corpo. Afinal, o tabu do incesto é introjetado na subjetividade porque aprendemos a amar nossos filhos como mães e pais - identificados culturalmente com a regra de civilidade de não manipular sexualmente uma criança. Sabemos que tanto adultos quanto crianças tem corpos sensíveis, sentem prazer e tem instintos sexuais. Mas, sabemos que, como adultos, não é nosso papel introduzir a criança no universo do ato sexual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E aí que entra a questão da amamentação. Sexualidade não se resume a ato sexual, não se resume a sexo. Ela é mais ampla, é uma energia vital que nos move a diferentes direções - diriam os psicanalistas. Enquanto vamos crescendo e aprendendo a nos relacionar com o mundo, a energia vai tomando formas e se liga a certas coisas, tornando-se afeto. Quando o bebê mama, então, está saciando uma necessidade vital e&amp;nbsp;experimentando diversos prazeres: o de enfim sentir-se saciado e os ligados ao processo do mamá. O bebê percebe que é gostoso acariciar um seio enquanto mama no outro, que é bom demais sentir o cheirinho da mãe bem de perto, que o contato pele a pele é um carinho único. E assim, aprende a ter uma relação prazerosa com o próprio corpo e o corpo de uma outra pessoa - a quem descobre gradualmente. Assim, aprende a ser Duplo, a ser dois, a precisar do outro e a doá-lo também um pouco de si.&amp;nbsp;As relações, inclusive sexuais,&amp;nbsp;que desenvolvemos ao longo da vida serão influenciadas por essa primeira relação com a saciedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claro que o seio pode ser substituído por uma mamadeira.&amp;nbsp;A relação que se desenvolve a partir daí é um pouco diferente, mas nada traumático se for feito com amor. Diferente da saúde respiratória, digestiva etc, não é determinante da saúde sexual de um indivíduo que ele mame no seio. Mas, esse é um dos fatores que influencia toda sua jornada complexa nessa vida a dois, a três, a quatro, enfim, de relações afetivas de todos os tipos. Uma criança amamentada ao seio em livre demanda - e portanto, em público - tende a ter auto-confiança, relacionar-se bem com o próprio corpo (dependendo, obviamente, de muitos outros fatores também). O fato é que mamar é prazeroso, estimula&amp;nbsp;a vivência do prazer, tanto para o bebê quanto para a mãe. Se não for assim, se for um processo atravessado por muitas dores e lamentos, não vale a pena!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mito da mãe assexuada se choca com a imagem da amamentação em público. Porque o seio fica à mostra - um símbolo da sexualidade feminina - e o prazer do bebê que suga também. Portanto, o prazer fica à mostra. E, quem não consegue olhar esse Duplo com naturalidade, quem não consegue lidar naturalmente com a sexualidade que habita o corpo do bebê e de sua mãe, se incomoda ou se excita sexualmente com a visão. Semelhante ao que acontece quando nós, adultos, vemos uma criança nua, tomando banho, brincando: se você é saudável e não apresenta uma perversão odiosa chamada pedofilia, não se constrangerá com o quadro. Porque você entende, inconscientemente, que afeto e sexualidade não se resumem a sexo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou falando com muita tranquilidade, mas sei que esse assunto é espinhoso para muita gente. Há muitas mulheres que não conseguem lidar com a doação da amamentação, que se sentem invadidas, até "abusadas" ao dar de mamá. Geralmente, são mulheres que já sofreram abuso sexual de alguma forma. Há outras que podem ficar muito inseguras com a estética do seio, caso amamentem por muito tempo, porque em nossa sociedade, há uma supervalorização da imagem dos seios sempre empinados e disponíveis para o ato sexual. Há homens que não conseguem desvincular a atração sexual da imagem objetificada dos seios femininos, e que farão pressão para que o bebê desmame logo. Infelizmente, são casos comuns, nos quais a amamentação artificial acaba sendo a alternativa mais adequada. Porque, amamentar em sofrimento é muito ruim para mãe e bebê. Mas, se você for uma dessas pessoas, vale a pena repensar sobre seus pudores, sobre sua maneira de encarar a amamentação, inclusive em público. Vale a pena buscar ajuda psicológica e apoio de outras mulheres que vivem com prazer esse processo tão único da maternidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por outro lado, há mães que usam do artifício da amamentação para obterem prazer, sem perceberem os limites do corpo de seu bebê. Elas são minoria, mas são capazes sim de prolongar a amamentação, impondo-se de maneira sufocante para o afeto do filho. Geralmente, nesses casos, encontraremos no futuro um adulto altamente confuso e inseguro com os próprios afetos - altamente &lt;em&gt;oralizados&lt;/em&gt;, como diriam outros psicanalistas. Mas, é possível prolongar a amamentação sem sufocar a demanda real da criança, dando-lhe liberdade para expressar-se, para se alimentar bem com outros alimentos, para passar tempo longe da mãe, experimentando outros colos e outros laços afetivos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão é banal, porque é cotidiana, mas permanece polêmica. Amamentar -&amp;nbsp;ter e dar prazer, sem&amp;nbsp;ser circunscrito ao ato sexual -&amp;nbsp;continua dando panos pra manga, e nos ajuda a pensar um pouco mais sobre maternidade e sexualidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E,&amp;nbsp;para concluir, uma palhinha da música "Sexo" do Ultraje: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;" E não tem nada de mais&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se a gente nasceu&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com uma vontade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que nunca se satisfaz&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Verdadeiro perigo&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na mente dos boçais..."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-616416073081285941?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/616416073081285941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=616416073081285941&amp;isPopup=true' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/616416073081285941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/616416073081285941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/05/maternidade-amamentacao-e-sexualidade.html' title='Maternidade, amamentação e sexualidade'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2738279068561507908</id><published>2011-05-19T23:43:00.004-03:00</published><updated>2011-05-19T23:51:37.124-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bicicleta e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corujice'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sustentabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Brincando com coisa séria: as bases para a consciência ecológica</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesta semana recebi uma tarefa desafiadora da escola de Laura: montar com ela uma borboleta, um casulo e uma lagarta, de sucata. Junto com a circular informando a tarefa, veio uma sacola com três tipos de papéis coloridos, confetes, um potinho de danone vazio, dois palitos de picolé, e a cereja do bolo: um potinho pequenininho de porpurina vermelha. O &lt;em&gt;deadline&lt;/em&gt; para a entrega da super produção foi hoje. Mas, ansiosas para a tal tarefa, eu e Laura sentamos juntas no chão da sala, cheias de curiosidade, na terça feira, para abrir a sacola e por as mãos na massa!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu fiquei empolgada com a possibilidade de participar mais ativamente de uma atividade que minha filha já vinha desenvolvendo na escola. A borboleta, o casulo e a lagarta fazem parte do Projeto ECO, no qual as crianças se aproximam do tema da sustentabilidade, se familiarizando com bichinhos e seus habitats naturais. O fechamento do projeto se dá numa feira com todos os seguimentos da escola, onde algumas empresas e instituições mostram seu trabalho voltado para a ecologia. Ano passado, uma das iniciativas mais interessantes foi a contratação de&amp;nbsp;uma empresa de educação ambiental para montar uma espécie de "chocadeira" artificial - tipo uma gaiola com ovos reais de galinha sob a iluminação e o calor constantes até o nascimento dos pintinhos. As crianças puderam acompanhar dia a dia a evolução da vida dos pintinhos. Eles nasceram e passaram até a circular entre elas, nas salas e nas aulas de música, no meio das brincadeiras - sempre com os olhares atentos das professoras. Quando eles ficaram grandinhos, foram levados pela mesma empresa (ok, a gente fica com pena dos filhotes gerados sem o real calor materno, mas essa é outra questão...).&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-bkQ6yXgFYsg/TdXUOBrOR4I/AAAAAAAAAfE/U1BckV6bfVw/s1600/IMG00024-20110517-1038.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-bkQ6yXgFYsg/TdXUOBrOR4I/AAAAAAAAAfE/U1BckV6bfVw/s320/IMG00024-20110517-1038.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Esse ano, as crianças tiveram contato direto com casulos, e até deram a maior sorte de ver uma borboleta saindo de dentro do seu! Elas aproveitaram o espaço verde enorme da escola para observarem outros bichinhos e catarem folhas. Parece simples, mas é super proveitoso, porque justamente nessa faixa etária (de 2 a 3 anos) elas começam a ter "nojo" e medo&amp;nbsp;das coisas, a diferenciarem "sujo" e "limpo", e às vezes, pela falta de familiaridade com a natureza, desenvolvem hábitos pouco ecológicos, como matar as formiguinhas à toa e arrancar flores. Parece besteira, mas foi assim que eu levei um susto, quando vi Laura pela primeira vez, toda empolgada, batendo forte no chão e falando "Batoooou! Batoooou!" (entende-se por "Matou! Matou!"), seguido por "Ai que nojo!", olhando para umas poucas formiguinhas esmagadas. Confesso que foi meio assustador ver a total indiferença dela para com outro ser vivo - e eu juro que não tenho hábito de matar formigas nem fazer cara de nojo pra elas!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, desde esse momento fatídico, tenho a estimulado a ver os animais e as plantas como seres vivos respeitáveis - mesmo aqueles que representam algum tipo de ameaça. E, com a ajuda da escola, tem dado super certo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda essa volta foi para dizer que, apesar de minha empolgação de mãe novata, o projeto com a sucata deu todo errado! A porpurina foi parar imediatamente no chão, antes que eu tivesse tempo de identificar do que se tratava aquele micro potinho brilhoso. A guerra para evitar que Laura arrancasse a tesoura de minha mão e o ímpeto dela por esmagar todos os papéis coloridos, me fizeram desistir... frustrada! Fiquei chateada com a escola, e (&lt;strike&gt;como toda boa mãe chata&lt;/strike&gt;) mandei até um recadão na agenda, reclamando que a tarefa estava aquém da idade de Laura e de meus dotes artísticos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-c2695NVYm78/TdXUfgLc98I/AAAAAAAAAfI/EtI-j7eGKMA/s1600/IMG00032-20110517-1053.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-c2695NVYm78/TdXUfgLc98I/AAAAAAAAAfI/EtI-j7eGKMA/s320/IMG00032-20110517-1053.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Mas, depois de desabafar no bilhete, deixei a sala toda suja, e carreguei Laura para o jardim do prédio. Resolvi fazer com ela um projeto diferente! Com olhos atentos e curiosos, nós duas procuramos bichinhos e plantinhas para fotografar. Ela lembou-se da aranha que tínhamos visto dias atrás numa parede, com um graveto enroscado em sua teia. Na ocasião, ela tinha ficado a dois metros de distância, por causa do "nojo", mas eu consegui fazê-la ir se aproximando aos pouquinhos. Para nosso projeto, encontramos outra aranha, sobre uma folhinha, e para minha surpresa, Laura não só se aproximou como tocou no inseto! Tiramos fotos e ela gargalhou de alegria com a novidade. Depois vimos um caracol, formigas, folhas e plantas diferentes. Ela me apontou o pombo na rua e as borboletas pintadas na parede à frente do prédio, até que uma verdadeira veio nos presentear com a foto final para o projeto. Chegamos em casa munidas das fotos impressas e fizemos uma colagem, como um livro. Eu fui escrevendo e ditando, enquanto ela ia acrescentando dados à história, para contar o desenvolvimento do projeto aos amigos da escola. Depois ela carimbou mais borboletas, corações, flores e pintou com lápis de cera. Foi a coisa mais fofa do mundo vê-la chegar na escola toda ansiosa para mostrar para as duas professoras seu primeiro trabalho escolar com a mamãe!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xUGsCM-35UA/TdXUmBt4KeI/AAAAAAAAAfM/iJSqIZWtrpc/s1600/IMG00034-20110517-1054.jpg" imageanchor="1" style="cssfloat: right; height: 254px; margin-left: 1em; margin-right: 1em; width: 321px;"&gt;&lt;img border="0" height="236" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-xUGsCM-35UA/TdXUmBt4KeI/AAAAAAAAAfM/iJSqIZWtrpc/s320/IMG00034-20110517-1054.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Toda essa brincadeira me rendeu um recadinho carinhoso da diretora e um PARABÉNS da professora! E para completar, me senti a mãe mais orgulhosa do mundo por transmitir desde cedo à minha filha o valor da natureza, a importância de vê-la como parte da nossa vida, do nosso dia dia. Parece só uma brincadeira passageira, mas eu sei, eu tenho fé, que é assim que se formará a base para uma consciência ecológica.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2738279068561507908?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2738279068561507908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2738279068561507908&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2738279068561507908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2738279068561507908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/05/brincando-com-coisa-seria-as-bases-para.html' title='Brincando com coisa séria: as bases para a consciência ecológica'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-bkQ6yXgFYsg/TdXUOBrOR4I/AAAAAAAAAfE/U1BckV6bfVw/s72-c/IMG00024-20110517-1038.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-3572845770761216076</id><published>2011-05-16T21:22:00.000-03:00</published><updated>2011-05-16T21:22:30.284-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Relato de Parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Normal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série Mães que Contam'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Série Mães que Contam: relato de parto de Michele Lemos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mi é minha querida amiga de faculdade, com quem já tive altos papos sobre maternidade, casamento, parto, psicanálise, etc etc. Seguimos percursos profissionais diferentes, mas sempre tivemos muita afinidade e respeito pelas diferenças. Ela era uma "seguidora" de Lacan e eu, uma crítica ferrenha! Mas, aprendi a gostar de psicanálise ouvindo e admirando Michele. E ela começou a diversificar também sua atuação, sempre inteira em suas escolhas. Na formatura, foi ela quem escreveu a minha "frase de entrada", profetizando meu futuro casamento sem saber (ou talvez, com toda sua sensibilidade de psicóloga clínica, ela já o soubesse). Eu engravidei de repente, e ela foi um doce de amiga, sempre me apoiando, mesmo em uma cidade distante. Depois, foi a vez dela. Engravidou, e dedicou-se a aprender as teorias mais interessantes, participou de grupos e cursos, e dividiu comigo algumas de suas dúvidas e ansiedades. Até criou um blog, muito tocante e cheio de reflexões profundas, o &lt;a href="http://enquantomudamos-transitoriedade.blogspot.com/"&gt;Enquanto Mudamos&lt;/a&gt;. Aqui, ela participa da &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/search/label/S%C3%A9rie%20M%C3%A3es%20que%20Contam"&gt;Série Mães que Contam&lt;/a&gt; com seu relato de parto, numa maternidade em pleno processo de mudança para o atendimento humanizado ao nascimento. Com características conservadoras e inovadoras, a maternidade foi o palco da primeira "aventura" que Mi, Tadeu e Alice viveram juntos. Seu relato é poético e cheio de ensinamentos!&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Aventura de nós Três – Sobre um Parto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história do meu parto começa bem antes de mim. Inscreve-se na continuidade de várias gerações de mulheres que deram a luz de forma normal, apesar de minha mãe ter passado por três cesarianas, sendo que sua primeira cesária foi a forma como eu nasci. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na faculdade de Psicologia, tive contato com a professora Eleanor Madruga Luzes, psiquiatra e analista junguiana, doutora em Ciência do Início da Vida, pessoa de olhar humano e preocupada com o bem da humanidade. Com ela, aprendi que a forma de nascer influi na subjetividade do novo ser, que o parto normal é fundamental para o bem da pessoinha que trazemos ao mundo e, consequentemente, para o bem da humanidade. Deixei guardada essas informações numa gaveta especial e fui seguindo a vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui entrando de fato na vida adulta, amadurecendo, me formei, mudei de cidades, me casei, comecei a trabalhar como psicóloga. Passei por muitas mudanças que ampliaram mais ainda meu olhar sobre a existência humana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E após dois anos de casamento, pensamos em concretizar o plano de ter um filho. Tirei da gaveta o nome da Eleanor e pensei em fazer um curso dela que orienta pais e educadores acerca da importância da consciência no momento da concepção, gestação, parto e primeiros anos da criança. E um ano antes de minha filha nascer, quase na data em que ela nasceria no ano seguinte, eu mandei um e-mail para Eleanor perguntando do curso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei não fazendo o curso. Mas assisti a vídeos dela no you tube falando sobre a &lt;a href="http://www.cienciadoiniciodavida.org/"&gt;Ciência do Início da Vida&lt;/a&gt; e depois ela me mandou um vídeo completo dela explicando suas idéias, frutos de anos de pesquisas na área de biologia, artes, neurociências, psicologia, etc. Trocamos alguns e-mails durante minha gravidez e esse contato foi fundamental. Outra pessoa muito importante nesse período foi minha amiga Carolina, que escreve o excelente blog What Mommy Needs. Mãe de uma menina, Carol teve um parto humanizado de cócoras, e tem se dedicado a pensar no bem-estar da mãe, adepta de uma maternidade ativa e consciente. Também trocamos e-mail e foi muito significativo para mim seu apoio e suas idéias escritas no blog, sobretudo quando me visitou (moramos em cidades diferentes) no final de minha gravidez, com a fofura de sua filhota. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, após uma gravidez em geral tranqüila, sem enjôos, sem dores, auxiliada pelo apoio especial do meu marido, pelo trabalho como psicóloga até o 8º. mês de gestação e apoio de colegas de trabalho, pela realização de yoga para gestantes durante toda a gravidez (e trabalho de parto), por ter participado junto com meu marido de curso para gestante, curso de preparação para o parto e para maternidade (Despertar do Parto); após a visita apoiadora de familiares e amigos especiais e pela busca de informações sobre esse momento, vai chegando o grande dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias antes de minha filha nascer, eu já sentia meu corpo diferente. A barriga imensa, alguns calafrios e leve desconforto na lombar no dia em que fui comprar os últimos itens grandes que faltava para o enxoval da minha bebê – assim começou. Dois dias antes de seu nascimento, fui caminhar no lindo parque municipal que tem aqui em Poços. Na véspera dela nascer, já tinha escrito no meu diário de gravidez palavras que pareciam indicar: “pode vir minha filha, seja bem-vinda ao mundo.” Foi uma experiência especial sentir a linguagem do meu corpo. Eu não tinha certeza que estava chegando a hora, mas estava entregue ao tempo que minha filha escolhesse para nascer. Aprender esse “entregar-se à vida” foi um dos grandes aprendizados da minha gravidez e parto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E chegou o grande dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5:30 da manhã - vou ao banheiro, sinto a calcinha molhada; sai o tampão mucoso e um pouco de liquido. Chamo meu marido, que já estava acordado se preparando para o trabalho e passa a se preparar para a chegada de nossa filha, que será um outro trabalho, o trabalho de parto, que será um trabalho para nós três: para mim, para meu marido e para nossa filha, todos ativos e atuantes nesse processo. Volto para cama e sai mais líquido, aos poucos (e assim ficaria no restante do dia, em alguns momentos com um pouco de sangue que ia aumentando – é o colo rasgando, diria minha médica, num momento posterior em que as dores já eram bem perceptíveis). Tomo uma ducha (e tomaria muitas mais ao longo do dia). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ligo para a médica, que sugere que eu vá a seu consultório às 8:30. Ligo para minha mãe para avisar que é hoje o dia, e ela poder vir de sua cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu e o Thadeu, emocionados, fazemos orações no quartinho dela, treinamos exercícios, massagens que aprendemos em curso de preparação para o parto, faço posturas de yoga. E o friozinho na barriga é aquele que sentimos quando o primeiro teste de farmácia deu positivo, agora mais intensificado e emocionado. Foi gostoso vivenciar esse momento de calmaria misturada com expectativa! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8:30 – consultório da médica, já estou com 4 cm de dilatação, o que já me anima bastante, e até então não sentia nada (o que aconteceria até por volta das 15 hs). Meu marido pergunta para a médica se é hoje mesmo que vai nascer. Com a confirmação dela, ele avisa sua mãe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após sair de lá, fomos tomar um café da manhã com toda calma do mundo numa padaria muito gostosa que tem por aqui. E caminhamos pelas ruas do centro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11:30 – chegamos à maternidade. Enquanto o meu marido faz a ficha, eu fiquei caminhando. Ao chegar no quarto, ducha com água quente. 12:30 – 2º. Exame de toque: 5 cm; Exame do ‘cardiotoc’ apontam contrações fracas e bem-estar fetal; a médica vai para seu trabalho em outra cidade próxima. Eu e meu marido vamos para a área de exercícios da maternidade, e vamos ficar alternando entre ela e o quarto individual até o momento do nascimento. Nessa área, há bola de pilates, cavalinho, barra de alongamento, e tudo é usado por mim, além de caminharmos pela maternidade. O acompanhamento contínuo do meu marido me dá segurança, ter com quem contar é fundamental num momento como esse de trabalho de parto. E eu sem sentir nada de dores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15:00 – meu marido que marcou esse horário como o início das contrações intensas e regulares. Começo a sentir dores e o chamo quando vem a contração forte, ele vem correndo e me faz massagem na lombar, ou eu vou para o chuveiro e deixo a água quente cair (o que alivia a dor também e ajuda na dilatação). Essa presença dele foi marcante. Nós três estávamos ali unidos – eu, ele e minha filha, na primeira grande aventura de nós três juntos. A história dela, sua concepção, começou a partir de nós dois, e ali estávamos nós juntos de novo, para dar sequência à existência daquele ser tão especial para a gente que já estava sinalizando estar pronto para nascer. Afinal, o parto é o final de uma relação sexual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu marido foi um importante porto seguro e me ajudou a não me perder na “partolândia” (aquele lugar para onde parece ir a parturiente, entrando em contato com seu lado mais intimo e primitivo, como se estivesse em transe). Lembro que as dores eram fortes mas não insuportáveis, até por não serem contínuas, mas irem e voltarem, como as ondas do mar, como aprendi num curso – as informações e conhecimento que obtive antes me auxiliou a vivenciar esse processo com plenitude. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um momento em que estava sozinha na área de exercícios, quando veio a dor da contração, eu me lembrei de quando fiquei menstruada e das primeiras dores de cólica que eu senti na vida; a contração vinha como uma cólica que me ligava á minha vida de mulher, desde a menarca. E num momento em que também estava só me vi chupando o dedo como se fosse uma criança; lembrei de ter lido em algum lugar que no momento do parto, nós regredimos ao momento de nosso próprio nascimento – que coisa fantástica da vida né? E foi quando estava só também que dei o primeiro de cerca de três “urros” que eu daria ao longo do trabalho de parto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16:30 – 3º. Exame de toque: 6 cm de dilatação. Achei pouco em vista das dores que sentia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18:00 – 4º. E último exame de toque: 8 cm de dilatação. A médica diz que eu já podia ir para sala de parto. Umas duas enfermeiras me ajudam a caminhar até lá, uma delas foi correndo chamar meu marido que tinha ido ajudar minha mãe que chegava com suas malas ao hospital. Lembro de estar cansada e com fome (tinha ficado quase jejum o dia todo, só tinha comido bananas, tomado melzinhos e bebido energéticos.) e assustada por estar sem meu marido, que se ausentou por um tempo. Mas ele logo chegou correndo, gritando para esperá-lo e estava lindo vestido como médico...hehehe (lembro de ter pensando isso na hora). Eu infelizmente deitada na maca, não dava nem para ficar sentada. A médica dizia para fazer força de cocô comprido (mas quem defeca deitada, minha gente?). É uma pena não poder ter sido um parto de cócoras, na banheira, mas foi o melhor possível (sendo um parto hospitalar) na cidade em que resido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu marido chegou tirando fotos e lembro de eu ter gritado para ele parar de tirar fotos num momento em que eu sentia a dor da contração. Ele tentava me lembrar de respirar. Havia uma certa pressão no ar, eu voltei a “urrar” uma vez ou duas e a médica me repreendia dizendo que não adiantava. Lembro de ter ficado com raiva, o parto e as dores eram minhas, porque eu não pudia extravasar essa proximidade com o lado selvagem e instintivo que estava sentindo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De um lado, a equipe e meu marido tenso porque estaria “demorando”, de outro, eu, que não achava que daria algo errado, dela não nascer bem, por causa daquela coisa da entrega que já falei. Mas senti aquela trava – é agora mesmo? Tinha lido que muitas mulheres sentem medo de não conseguir nessa hora. A médica chama o pai para ver o cabelinho – sinal de que ela não nasceria careca como eu nasci! Uma certa tensão, ela está para sair mas não sai... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As contrações páram - li depois que isso é comum no período expulsivo. A médica faz episiotomia para acelerar o processo, eles põe ocitocina na veia pra mim – que nem deve ter dado tempo de fazer efeito, pois Alice nasce com a força da contração seguinte, às 18:57...Logo é colocada na minha barriga... ela que passou tanto tempo ali dentro, agora estava fora dali... e como é cabeluda! Ao perguntar logo em seguida, fiquei sabendo que o período expulsivo demorou 40 minutos, o que é comum também. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pediatra a leva e o pai corre para acompanhar. Ela não nasceu chorando, ouço ela chorar de longe; a enfermeira a traz de volta para mim, enrolada numa manta do hospital e com uma toca feia da maternidade; parece que ela está dormindo. “É filha, você devia estar cansada como a mamãe aqui. Foi uma longa jornada, que durou um dia inteiro.” Levanto minha camisola e a ponho junto à minha pele. Eu me apresento para ela, fico chorando e a acariciando, emocionada, com sensações indescritíveis. Confesso que senti tristeza também, com medo dela ter sofrido durante o parto, por eu não ter dado à luz num parto humanizado, domiciliar, que seria o ideal. Mas só o fato de ter sido parto normal, já foi uma grande vitória. Dados apontam que apenas 10% das mulheres que querem parto normal chegam a ter esse parto. Portanto, se informe, questione o médico, observe as condutas dele, conte com o apoio de um acompanhante, escolha uma maternidade preocupada com o processo de humanização, faça cursos gestante, de preparação para o parto, incentive a participação do pai se possível ou de outros familiares . Afinal, esse é um momento que ficará marcado por toda a vida da mãe, do novo ser e da família. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enfermeira quis levá-la mas eu pedi para ficar mais um tempo com ela e fui respeitada. Fiquei namorando minha pequenina por um tempo. Perguntei para a médica se ela ia demorar, pois ela estava dando os pontos da episio e das lacerações que tive, ela disse que sim. Liberei minha filha para a enfermeira, afinal eu e ela estávamos cansadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, me levam de maca para o quarto. Vejo minha mãe no corredor; depois fico sabendo que ela escolheu a primeira roupinha que minha filha usou. E o momento dela nascer foi especial, pois parece que ela esperou minha mãe chegar. Minha mãe chegou a ouvir um de meus “urros”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que não demoraram para trazê-la para mim no quarto (era alojamento conjunto – outro ponto fundamental para o vínculo mãe e bebê), agora ela estava acordada e a achei muito espertinha pois foi logo mamando. E assim começou nossa família: nasce um bebê, nasce uma mãe, nasce um pai, nasce uma família... e até hoje, mais de dois meses depois do nascimento da minha doce filha, ainda estamos nesse processo de nascer, nos tornando a cada dia mais apaixonados pela cria, nos tornando aos poucos, e aprendendo com ela, a ser mãe, a ser pai, a ser uma família de verdade. A mudança mais sensacional e indescritível de todas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-3572845770761216076?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/3572845770761216076/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=3572845770761216076&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3572845770761216076'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/3572845770761216076'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/05/serie-maes-que-contam-relato-de-parto.html' title='Série Mães que Contam: relato de parto de Michele Lemos'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-4518966555623606557</id><published>2011-05-09T01:15:00.001-03:00</published><updated>2011-05-14T22:05:03.889-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Elizabeth Badinter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Desenvolvimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão pós-parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Donald Winnicott'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Do que mamãe precisa?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há uma frase especial num livro de Donnald Winnicott que cito com certa frequência e não me canso de revisitar. "O que a&amp;nbsp;mãe necessita é da chance de ser natural"*. Ela é dita num livro em que o psicanalista aborda o desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida, desde o nascimento. Antes que pensemos no complexo de édipo e no que Freud disse sobre os conflitos psíquicos típicos da infância, é importante considerarmos os primórdios, os porques que antecedem os conflitos: a relação com a mãe na mais tenra idade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, a pergunta a que me refiro é respondida de forma bem simples: no primeiro contato com o bebê, o que a mãe necessita é a chance de ser natural - de ser espontânea, autêntica, seguir seus instintos (que não são puramente biológicos, diga-se de passagem, mas são fiés a si própria). O autor coloca cultura e biologia não como antagônicos, mas apenas como pólos de observação diferentes que devem ser dialogados. Portanto, quando diz "natural" não se reduz às afirmações de uma medicina positivista, baseada em evidências fisiológicas, mas no reconhecimento do poder inerente a toda mulher normal. E isso foi dito com propriedade por um pediatra, psicanalista, que aprendeu a analisar suas próprias experiências em maternidades e abrigos, numa Inglaterra em guerra e no pós-guerra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As análises de Winnicott me fazem pensar muito na maternidade hoje. Há claramente um movimento de retorno às origens animais, mamíferas, fisiológicas, de parte de alguns&amp;nbsp;profissionais e famílias, que podemos associar ao &lt;a href="http://www.attachmentparenting.org/"&gt;Attachment Parenting&lt;/a&gt;. E há críticas feministas, por outro lado, alertando para a culpa advinda do idealismo desse tipo de abordagem, bem colocadas pela Sueli, no &lt;a href="http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/2011/05/badinter-jong-e-o-mito-da-mae-perfeita.html"&gt;Blog do Desabafo de Mãe&lt;/a&gt;. Nós, mães ativas e conscientes, que buscamos viver a maternidade de forma completa, mas a todo tempo refletindo sobre ela sem esperar "receitas de bolo", ficamos às vezes confusas, às voltas com tantas&amp;nbsp;idéias. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu posso dizer que, à luz do Attachment Parenting, cometi muitos erros como mãe de primeira viagem. Amamentei exclusivamente apenas até os três meses, e no total até os oitos meses de minha filha.&amp;nbsp;Apeguei-me a uma rotina bem estável e definida, porque eu precisava dela para me sentir capaz de ser mãe integralmente.&amp;nbsp;Nunca cogitei a possibilidade de abandonar minha carreira profissional pelos três anos iniciais. Usei sling quando Laura demostrou gostar dele, e nunca dispensei o carrinho.&amp;nbsp;Não fiz&amp;nbsp;nem faço cama compartilhada - ela&amp;nbsp;acontece raramente.&amp;nbsp;Mas, fiz um parto natural por acreditar que a anestesia e a episiotomia eram desnecessárias para um nascimento saudável, e nunca cogitei uma cesariana eletiva! Priorizei uma alimentação natural e orgânica, e não insisti em mamadeira ou chupeta antes do desmame completo (a partir do terceiro mês, substituí uma mamada por uma fruta, evitando o leite artificial). Muitas escolhas foram feitas, e deixaram pouco arrependimento. Porque sei que elas foram necessárias para que eu&amp;nbsp;conseguisse levar adiante uma maternidade não planejada, sem entrar em depressão, e até tendo muito prazer com ela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Arrependo-me porém das decisões tomadas sob a desinformação e a pressão de pessoas externas. Quando percebi a recusa de Laura a mamar em meu seio, aos oito meses, desejei insistir, para que ela mamasse pelo menos até os doze meses completos. Mas, não me informei sobre re-lactação, não busquei o apoio adequado, até porque a pediatra não me incentivou a isso. Aliás, ninguém me incentivou a persistir na amamentação - a não ser meu próprio instinto e as campanhas governamentais (pouco úteis nesses&amp;nbsp;momentos de conflito). Isso significa que, de fato, o meu arrependimento foi não ter sido natural, não ter sido naturalmente forte para encarar as intervenções alheias e a falta de apoio profissional em determinadas situações. E é exatamente isso que Winnicott contrapõe às verdadeiras necessidades das mulheres que acabaram de parir. Ele afirma que muitas enfermeiras bem&amp;nbsp; intencionadas se intrometiam na relação mãe-bebê, e atrapalhavam o processo natural da amamentação e do que ele chamou de "dependência absoluta" - estado no qual o par se mantém por algum&amp;nbsp;tempo, antes de conquistarem a&amp;nbsp;fase da "independência relativa".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, ouso dizer que:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QMHwVCoSEYg/Tcdp_3u5ddI/AAAAAAAAAfA/BXXrzEL21n4/s1600/Laura+001.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" j8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-QMHwVCoSEYg/Tcdp_3u5ddI/AAAAAAAAAfA/BXXrzEL21n4/s200/Laura+001.JPG" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mamãe necessita de silêncio, quando quiser se concentrar. Precisa de carinho, quando quiser se apoiar. Precisa de ouvidos, quando quiser desabafar e ouvir a si mesma. Mamãe precisa de espaço, para tomar seu banho, ler, ouvir música, trabalhar, e se sentir autêntica naquilo que faz. Ela precisa se exercitar, conhecer a si mesma, a seu próprio corpo e conflitos. E, se não puder parar para encarar a dor que eles lhe trazem, mamãe precisa de compreensão. Mamãe precisa de informação, gratuita e constante. Precisa crescer em cidadania. Se apropriar do que lhe pertence como cidadã. Mamãe necessita de amor - um amor quase incondicional como o de um bebê recém-nascido. Ela precisa dessa troca constante, em que sente-se reconhecida e não cobrada. Porque mamãe é mamífera, humana, racional, emocionada, e psicologicamente &lt;span style="font-size: large;"&gt;complexa&lt;/span&gt;! (E nada disso significa "passar a mão na cabeça", como já li por aí, mas respeitar a verdadeira natureza de cada um).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*A frase foi retirada do livro &lt;a href="http://www.travessa.com.br/NATUREZA_HUMANA/artigo/69c0d288-c52b-4532-96fd-5f1909a407f2"&gt;Natureza Humana&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;**Este post é uma homenagem ao Dia das Mães e ao mês de maio&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-4518966555623606557?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/4518966555623606557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=4518966555623606557&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/4518966555623606557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/4518966555623606557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/05/do-que-mamae-precisa.html' title='Do que mamãe precisa?'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QMHwVCoSEYg/Tcdp_3u5ddI/AAAAAAAAAfA/BXXrzEL21n4/s72-c/Laura+001.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-5331817684262924497</id><published>2011-05-05T22:28:00.000-03:00</published><updated>2011-05-14T21:15:51.822-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Série Mães que Contam'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Militância pela amamentação: relato de Simone Tenório</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta participação na &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/search/label/S%C3%A9rie%20M%C3%A3es%20que%20Contam"&gt;Série Mães que Contam&lt;/a&gt; é muito especial! Simone é a responsável pela rede virtual &lt;a href="http://www.amsbrasil.com/Site/Inicio.html"&gt;Aleitamento Materno Solidário&lt;/a&gt;, pedagoga, rumo ao título de mestre, mãe e militante da maternidade ativa. Ela vem nos presentear com o relato sobre o envolvimento com a doação de leite materno e a criação da AMS. Inspire-se em mais essa história de coragem feminina! Aproveite e visite a página do grupo no &lt;a href="http://www.facebook.com/home.php?sk=group_179177902093754&amp;amp;ap=1"&gt;Facebook&lt;/a&gt; e participe dessa roda de solidariedade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Aleitamento Materno Solidário: O Leite precioso que salva vidas!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Por Simone Tenório de Carvalho&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A experiência única e inesquecível que passei com a doação de leite materno e com o aleitamento exclusivo em si transformou a minha vida para sempre. Minha militância com o aleitamento e o fato de ter me tornando uma lactivista de corpo e alma, sem dúvida, vieram da minha experiência transformadora como mãe. Meus filhos vieram me ensinar o verdadeiro significado do amor incondicional, apaixonante e sem limites.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abriram a minha visão de mundo, do significado de um mundo mais humano, mais materno e mais solidário. E a minha experiência como doadora do Banco de Leite Humano foi determinante para que brotasse no meu coração um desejo genuíno de apoiar, orientar e defender o aleitamento materno com todo o entusiasmo que uma maternidade transformadora me proporcionou e me proporciona. A Comunidade Virtual do Facebook “Aleitamento Materno Solidário” surgiu como uma iniciativa de formar uma rede de mães potencialmente doadoras em todo o Brasil. Minha intenção era orientar e apoiar esta iniciativa. O Banco de Leite Humano brasileiro é o melhor do mundo, mas depende exclusivamente da solidariedade de milhares de mães brasileiras. Mais importante, milhares de bebês em UTI’S Neonatais dependem unicamente deste leite para a sua sobrevivência. A importância e a responsabilidade com este fato é imensurável. Fui doadora durante seis meses, e encantada com o trabalho sério, competente e profissional dos hospitais credenciados e toda a sua equipe e do corpo de bombeiros, tornaram-me uma militante da causa. O relatório que recebi no término da minha doação me tocou profundamente e me senti heroína por ter feito algo realmente transformador e significante para a vida de alguns bebezinhos e suas famílias. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas quando lançamos uma semente, não podemos mensurar em que terreno ela cairá e quantos frutos ela dará... As mães que se achegavam dia após dia na comunidade traziam em suas bagagens vivências extraordinárias, dilemas, medos e culpas. Muitas buscam consolo, ajuda e colo; outras queriam entender mais sobre a amamentação, desmistificar conceitos, enfrentar a maternidade de frente, superando todos os seus obstáculos. Derramei muitas lágrimas por tantas histórias vividas, tantas fotos lindas de mães amamentando, tanto reconhecimento da importância da amamentação. Muitas mães foram geradas ali e dadas á luz em suas superações diárias e em sua plena consciência de que este cuidado á elas pertenciam e que era fundamental para os seus bebês. Achegaram-se também mães de outros países, e pude ver que a maternidade é a mesma em cada canto do nosso planeta e do quanto elas se completavam nesta jornada chamada “maternidade”. Não demorou muito para que este trabalho fosse reconhecido, e logo ele se multiplicou, atraindo mais e mais mulheres, comunidades e apoio á maternidade ativa. Hoje somos mais de 1700 mães que partilhamos de um único ideal: que a maternidade seja vista, vivida e respeitada pelo que é em si. Sonho todos os dias com um reconhecimento genuíno da sociedade como um todo em reconhecer, apoiar e investir para que todas as mães possam exercer a sua maternidade de forma justa, e no tempo ideal que ela deve ser exercida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somos o seio da nossa sociedade, a geramos e a nutrimos! O futuro de nossas gerações depende de um único desejo: o de nos tornamos mãe em algum momento de nossas vidas. E esta decisão a meu ver, deveria ser a ação mais reconhecida e ovacionada por todos os seres humanos que constituem a nossa sociedade. A&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;maternidade é o berço da nossa sociedade e sigo lutando por este ideal até que haja uma consciência coletiva e plena da sua importância fundamental para a perpetuação da nossa humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y753pCgCoKA/TcNNBqYncpI/AAAAAAAAAe8/8YJBLFPgCII/s1600/Laura+014.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" j8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y753pCgCoKA/TcNNBqYncpI/AAAAAAAAAe8/8YJBLFPgCII/s320/Laura+014.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Imagem: eu, Carolina, no meu segundo dia pós-parto, amamentando a Laura, em nosso recanto preferido: a rede! Publico esta foto por dois motivos: 1)&amp;nbsp;Apoiar a amamentação como direito da mulher, inclusive em locais públicos; 2) Incentivar a você, recém-mamãe que está com dificuldades em amamentar, mas deseja muito fazer isso: busque informação e apoio, tranquilize-se e deixe fluir! &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-5331817684262924497?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/5331817684262924497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=5331817684262924497&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5331817684262924497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/5331817684262924497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/05/militancia-pela-amamentacao-relato-de.html' title='Militância pela amamentação: relato de Simone Tenório'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Y753pCgCoKA/TcNNBqYncpI/AAAAAAAAAe8/8YJBLFPgCII/s72-c/Laura+014.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-670188693943911616</id><published>2011-05-02T22:00:00.005-03:00</published><updated>2011-05-04T16:03:49.236-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cesariana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Parto Natural'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Gravidez'/><title type='text'>O que o Rio de Janeiro tem a ensinar sobre a saúde materno-infantil</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GHqCNfMY6io/Tb9TMiyZoSI/AAAAAAAAAe4/0a_ZwmUS3nk/s1600/DSC00299.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" j8="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-GHqCNfMY6io/Tb9TMiyZoSI/AAAAAAAAAe4/0a_ZwmUS3nk/s320/DSC00299.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Rio de Janeiro já foi capital, é uma das cidades mais populosas e urbanizadas do país, e concentra boa parte da renda brasileira. Apesar disso, é a capital com os piores índices de saúde materno-infantil da Região Sudeste. Onde há a maior taxa de mortalidade neonatal por&amp;nbsp;por sífilis,&amp;nbsp;onde há maior taxa de mortalidade infantil (bebês de até um ano de vida e crianças de até 5 anos) entre as capitais do&amp;nbsp;Sudeste e uma das maiores taxas de&amp;nbsp;bebês prematuros do país (com base nos dados do&amp;nbsp;&lt;a href="http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php?area=0201&amp;amp;VObj=http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/pact2010/pactmap.htm"&gt;DataSUS&lt;/a&gt; e no Relatório da Comissão&amp;nbsp;dos&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.determinantes.fiocruz.br/"&gt;Determinantes Sociais da Saúde&lt;/a&gt;, de 2008).&amp;nbsp;Além disso, o Rio é a capital com&amp;nbsp;a menor proporção de estabelecimentos ambulatoriais e número de médicos generalistas, ginecologistas-obstetras e pediatras da região. Não é por acaso que apresenta também a pior cobertura de consultas pré-natais do grupo, tendo inclusive 2,9%&amp;nbsp; de gestantes que dão à luz sem ter tido nenhuma consulta com GO nem feito exames de rotina que podem detectar doenças e riscos para o bebê com antecedência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse quadro não é novo. Infelizmente, o Brasil é conhecido pelos órgãos internacionais de saúde por suas elevadas taxas de mortalidade materna e infantil. E o Rio é um dos maiores contribuintes para tal. Se por um lado, aqui temos acesso às mais novas tecnologias médicas que chegam ao país, onde temos equipes de pesquisadores e profissionais reconhecidos mundialmente, por outro, a maior parte da população (e não só a população&amp;nbsp;pobre)&amp;nbsp;sofre de agravos evitáveis à saúde, especialmente as mulheres. E,&amp;nbsp;é praticamente impossível garantir saúde às crianças quando não se tem saúde para as mulheres, certo?&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso reflete principalmente nosso modelo de atenção à saúde. Ou seja, historicamente, o Rio organizou seu sistema de saúde em torno dos hospitais e de práticas curativas, negligenciando a prevenção e promoção da saúde. As altas taxas de cesarianas, tanto no sistema público como no privado e as baixas taxas de amamentação materna&amp;nbsp;nos primeiros dias de vida também são um reflexo claro desse modelo. A &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S0034-89102011000100008&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso&amp;amp;tlng=pt"&gt;pesquisa de Cristiano Boccoli e colega&lt;/a&gt;&lt;u&gt;s&lt;/u&gt; com insituições do Rio de Janeiro mostrou exatamente que fatores externos (referentes ao contexto do parto e do pós-parto) são mais importantes para a ocorrência ou não de amamentação na primeira hora de vida do bebê do que fatores individuais. Isso significa que os maiores desafios para que a mulher consiga amamentar bem e com tranquilidade assim que o bebê nasce estão na postura dos profissionais de saúde que a atendem e no modelo de atendimento do hospital ou maternidade em que está. O estudo também salienta que a amamentação nesse início de vida ocorre menos em instituições privadas do que nas públicas e menos em cesarianas do que em partos vaginais, nesta cidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, ainda que a gente não possa fazer uma relação causal direta entre esses indicadores de saúde, pode-se dizer que há um ciclo aí. Bebês que não mamam no seio nas primeiras horas de vida tem menos chance de ser amamentados nos seis meses subsequentes, perdendo a proteção que essa prática oferece à agravos simples como infecções e alergias. Suas mães já não tem o acesso à ambulatórios e médicos como precisariam, e já tem o risco de sofrer intervenções desnecessárias durante o trabalho de parto, passar por uma cirurgia (a cesariana)&amp;nbsp;logo no início da vida do feto, e apresentar infecções e limitações consideráveis no pós-parto. Quer dizer, &lt;span style="font-size: large;"&gt;para uma mulher carioca a maternidade ativa e consciente é um desafio ainda maior do que em alguns outros lugares do país&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, isso não significa que a gente deva sentar e chorar sobre o monte de estatísticas negativas! A cidade tem tudo para mudar e mostrar ao mundo que está comprometida com a saúde de seus cidadãos, a começar pelas crianças. Informar-nos é o primeiro passo para que nós, mulheres, façamos alguma diferença nesse ciclo. Se você tem plano de saúde ou pode pagar pelo atendimento particular, isso não significa que possa se isentar da responsabilidade de fazer essa diferença. Pelo contrário, se você tem informação e possibilidade de agir em prol da melhoria da saúde de sua família, também pode ajudar a quem não tem. &lt;span style="font-size: large;"&gt;Informe-se de verdade sobre o que acontece ao seu redor&lt;/span&gt;, sobre a realidade de sua cidade, e saiba cobrar mudanças na postura dos profissionais que a atendem. Especialmente se você é acompanhada por um GO que não se preocupa em informá-la, que não prioriza um parto normal e o contato imediato com o bebê no parto, tente tomar uma postura diferente! Mostre para ele que você conhece os indicadores de saúde de sua cidade, que você sabe da importância da humanização do nascimento, coletivamente e individualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ser carioca é também ter a enorme oportunidade de viver em harmonia com a natureza e aprender dela. Aprendemos que tudo tem seu lado positivo, que o mais terrível congestionamento pode estar emoldurado pela beleza estonteante da lua sobre a Lagoa ou das árvores do Jardim Botânico. Nos acostumamos a limpar a alma no mar e renovar as forças sob o sol. As cariocas são mulheres fortes, vivas e cheias de amor, à si mesmas e às crias. Por isso, nada mais carioca do que lutar por uma sexualidade, uma gravidez e um parto naturalmente saudáveis. &lt;span style="font-size: large;"&gt;Nada mais pertinente ao&amp;nbsp;Rio&amp;nbsp;do que conciliar atitude e bem estar!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-670188693943911616?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/670188693943911616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=670188693943911616&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/670188693943911616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/670188693943911616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/05/o-que-o-rio-de-janeiro-tem-ensinar.html' title='O que o Rio de Janeiro tem a ensinar sobre a saúde materno-infantil'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-GHqCNfMY6io/Tb9TMiyZoSI/AAAAAAAAAe4/0a_ZwmUS3nk/s72-c/DSC00299.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2397550148096979942</id><published>2011-04-29T22:39:00.003-03:00</published><updated>2011-05-14T21:15:06.937-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Orientação para pais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Psicólogas, fonos, psicopedagogas e cia: como buscar ajuda profissional</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;u&gt;&lt;a href="http://www.band.com.br/jornalismo/cidades/conteudo.asp?ID=100000426201"&gt;notícia da falsa psicóloga&lt;/a&gt;&lt;/u&gt; que dirigia uma clínica para o tratamento do autismo me deixou assustada. Não só pelo conteúdo da notícia em si, mas por que imediatamente reconheci a tal clínica. Ela fica bem perto de minha casa e em frente&amp;nbsp;à primeira creche na qual tentei colocar Laura, com seus 18 meses. A creche tinha um convênio com a clínica e vários de seus alunos faziam atendimento lá. Ela tinha uma proposta inclusiva, e recebia em suas turmas regulares pacientes autistas tratados na clínica. Já falei algumas coisas sobre essa creche e meu desencanto com ela em outros posts, se quiser ler clique &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/2010/06/creche-pra-quem-por-que-e-como.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.net/2010/08/eu-quero-uma-creche-parental.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;Laura não permaneceu nela por mais que dois meses (sofridos e acompanhados de pertinho), e hoje está numa escola sensacional completamente diferente. Não vou mencionar o nome dela, por medo de me expor mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A falsa psicóloga foi descoberta devido à desconfiança de um casal que, apesar de pagar R$5.000,00, mensais não viu qualquer melhora no filho tratado pela clínica. Provavelmente, muitas outras famílias vinham pagando caro sem ver uma melhora real na criança, mas não desconfiavam por que o autismo é uma doença muito pouco conhecida e com poucas chances de tratamento mesmo. Aí é que está o grande problema na hora de se recorrer a profissionais especializados como os psicólogos, as fonoaudiólogas, psicopedagogas, dentre outros. Geralmente, os pais chegam na primeira entrevista destituidos de saber, ou seja, desvalorizam o próprio conhecimento que têm sobre a criança diante de um especialista e não se julgam capazes de questionar, argumentar, cobrar, nem de avaliar o profissional que escolheram. Imagina os pais de crianças autistas!&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É claro que, diante de um quadro de sofrimento mental e físico anormais, a criança precisa de ajuda profissional e tem direito a recebê-la. Psicólogos formados e preparados em cursos de graduação e pós-graduação tem condições efetivas de ajudar a família a enfrentar os problemas, ajudando-a a ajudar o sujeito que sofre. Há diversos tipos de tratamento psicológicos, diversas linhas de compreensão da psiquê humana, e profissionais com qualificações diferentes. Mas, todos eles, para fazer atendimento em consultório, devem possuir cadastro no &lt;a href="http://www.pol.org.br/"&gt;Conselho Regional de Psicologia&lt;/a&gt; - da mesma forma ocorre com as fonoaudiólogas. A psicopedagogia, por sua vez, é uma especialidade nova, que geralmente é cursada por pedagogos ou psicólogos graduados. Esse registro garante que o profissional concluiu o curso de graduação e está contribuindo para a manutenção do Conselho que regula sua profissão. Esses conselhos produzem normas e regulamentos que devem ser respeitados por seus membros, como os códigos de ética profissionais - que aliás devem ser respeitados por qualquer pessoa que exerça a profissão. Eles também costumam emitir tabelas com valores de referência para a cobrança de consultas e tratamentos. Um psicólogo que não respeite seu código de ética pode ser denunciado, investigado e destituído de sua credencial para clinicar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como então, buscar ajuda desses especialistas com confiança? Primeiro, pense bem por que você está precisando de ajuda. A Sueli do &lt;a href="http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/2011/04/dicas-para-controlar-agressividade-do.html"&gt;Blog do Desabafo de Mãe&lt;/a&gt; nos presenteou com sua experiência, ao buscar esse tipo de ajuda e nos mostra o quanto ela foi útil.&amp;nbsp;Mesmo uma mãe super dedicada e consciente pode precisar de ajuda, e a melhor atitude quando chegamos aos nossos limites como mães é admiti-los. Então, antes de mais nada, reflita sobre sua necessidade, converse com os profissionais da escola, com seus familiares, e pense se o que está incomodando é de fato um problema que necessita de intevenção especializada. Se você tem apenas uma desconfiança de que seu filho/a precisa de ajuda, vale a pena ler bastante sobre o assunto, buscar informação em blogs e conversar com diferentes especialistas. A Sueli, por exemplo, obteve ajuda de psicóloga e fono, percebendo que a dificuldade de fala de seu filho estava contribuindo para&amp;nbsp;o comportamento agressivo dele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, quem pode nos ajudar? Listarei a seguir algumas dicas importantes para você reconhecer um bom profissional:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1) Procure saber se este profissional é indicado por alguém conhecido e se é recomendado por alguma instituição oficial acerca da especialidade que você procura (há associações de portadores de transtornos e familiares, associações de psicanálise ou de outras&amp;nbsp;linhas terapeuticas&amp;nbsp;que costumam indicar profissionais).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2) Avalie a postura do profissional no primeiro encontro (desconfie se ele emite diagnóstico de imediato, sem ter discutido o caso com uma equipe interdisciplinar ou pelo menos um supervisor, sem ter aplicado qualquer instrumento de avaliação, ou sem ter tido um contato consistente com o paciente).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3) Esclareça de antemão os custos do tratamento e o que se pode esperar dele.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4) É bom que mais de um profissional seja consultado, dependendo da condição do paciente (se o contato com o especialista for algo muito constrangedor ou doloroso para a criança, tente conversar com outros profissionais sem a presença dela).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5) Verifique a veracidade do registro profissional, nos sites dos conselhos ou por telefone.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6) Crianças pequenas demais, que ainda não falam, não costumam obter benefício do contato direto com psicólogos. Em casos como esse, em geral, os pais é que são aconselhados e acompanhados pelo profissional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7) Todo bom tratamento tem como objetivo reeducar familiares e pacientes para que se apropriem de sua condição, se informem, e possam viver da forma mais funcional possível. Fuja dos profissionais que agem como "xamãs", que possuem neles mesmos todo o conhecimento e não dividem nada com a família e com o paciente acerca do processo de sua reabilitação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essas dicas foram dadas com base em minha formação e atuação em psicologia e saúde pública. Se você tiver alguma experiência interessante ou outras dicas, compartilhe conosco!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-2397550148096979942?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/2397550148096979942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=2397550148096979942&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2397550148096979942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/2397550148096979942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/04/psicologas-fonos-psicopedagogas-e-cia.html' title='Psicólogas, fonos, psicopedagogas e cia: como buscar ajuda profissional'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-4640104824915424764</id><published>2011-04-22T20:39:00.001-03:00</published><updated>2011-05-14T21:35:56.627-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Bicicleta e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Corujice'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Aniversário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brinquedos e Cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Super feriadão de comemorações: Dia da Terra e mais!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fim de abril para minha família é muito especial, e neste ano mais ainda. Neste feriadão prolongado, acontece o aniversário de minha filha Laura e de meu marido, além de ser comemorado, mundialmente, o Dia da Terra (dia 22 de abril). Tudo isso une-se ao fim de gestação de meu segundo filho: a empresa e loja virtual&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/"&gt;What Mommy Needs&lt;/a&gt;, que está bem pertinho de nascer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-z36P93XUJxM/TbIQqnd2uyI/AAAAAAAAAew/r1tzqXwh-rw/s1600/HPIM1009.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" i8="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-z36P93XUJxM/TbIQqnd2uyI/AAAAAAAAAew/r1tzqXwh-rw/s320/HPIM1009.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Como o aniversário de Laura cai no próximo domingo, fizemos a festinha ontem de manhã - porque não dá pra competir com o almoço de Páscoa, né? Fizemos uma festa no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde há um belo parquinho de areia, e o serviço do Café Botânica. O céu e o clima estavam perfeitos e as crianças puderam se esbaldar ao ar livre e participar da contação de histórias feita especialmente para o aniversário. Um lindo tucano veio nos visitar logo no início e revezou com as abelhas e vespas que rondaram o bolo e os docinhos! Nada que incomodasse muito e tudo com a satisfação de estarmos pertinho da natureza. Muitas fotos lindas, emolduradas pelas árvores e pelos visitantes mirins do Jardim, nos dão agora a nostalgia desse dia inesquecível! Provavelmente, foi o dia mais feliz de minha vida depois do nascimento de Laura! (Além da alegria contagiante da filhota, me derreti com a surpresa do marido ao ganhar um skate de presente!)&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De brinde distribuimos uma linda cestinha com um copinho daqueles de&amp;nbsp;fazer bolinhas de sabão e um dedoche feito de papier maché e tecido - coisa mais linda adquirida com a Artimanha, nossa parceira na loja WMN! As crianças adoraram e até os adultos pediram! Fiz questão de uma decoração simples e colorida, com a presença da Vila Sésamo (personagens preferidos de Laura) e&amp;nbsp;brindes unissex, com brinquedo artesanal. Isso tem tudo à ver com minha forma de educar e com&amp;nbsp;os princípios da nossa empresa. Além do mais, veio bem à calhar para nos fazer lembrar do Dia da Terra, comemorado hoje!&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ceila e Sueli, do&amp;nbsp;&lt;a href="http://blogdodesabafodemae.blogspot.com/2011/04/terra-tenta-olhar-pra-dentro-e-bloga.html#comments"&gt;Blog do Desabafo de Mãe&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;nos convidaram para participar dessa comemoração mundial,&amp;nbsp;com um post especial. E, nada melhor do que&amp;nbsp;relatar nossa experiência com a festinha ao ar livre num local de conservação&amp;nbsp;da natureza. Se você também não é fã da barulheira produzida pelas casas de festas tradicionais, dos buffets altamente gordurosos e açucarados, e dos brindes&amp;nbsp;e enfeites sexistas, uma festa alternativa no Jardim Botânico é uma ótima "alternativa"!&amp;nbsp;Lá, você pode optar por retirar o refrigerante do cardápio (como eu) e as comidinhas servidas são gostosas, sem frituras, mas com paezinhos recheados, pizza, cachorro quente e picolés Italia. Os doces e o bolo são por fora do buffet, e você pode usar igredientes orgânicos e o mais natural possível na confecção (como o cacau orgânico em pó).&amp;nbsp;A decoração e animação de festa&amp;nbsp;não podem incluir balões, faixas ou qualquer outra coisa que produza muito lixo e faça muito barulho. A contação de história é um excelente atrativo além do parquinho maravilhoso do Jardim. Além de tudo, o valor do aluguel é praticamente simbólico, e seus convidados contribuirão para a manutenção da instituição, ao pagarem o ingresso de apenas R$5,00 na entrada (sendo que crianças de até 5 anos não pagam).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LEOgssl49uY/TbIRRae_6AI/AAAAAAAAAe0/61UNZQqyU68/s1600/HPIM1040.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" i8="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-LEOgssl49uY/TbIRRae_6AI/AAAAAAAAAe0/61UNZQqyU68/s320/HPIM1040.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A preocupação com meu planeta sempre esteve presente em minhas questões de pesquisa, na escolha de minha profissão, e na minha forma de me alimentar. Mas, foi depois da maternidade que comecei a valorizar de verdade cada uma de minhas atitudes como cidadã da Terra. Por que agora tenho também a função de educar, de transmitir meus valores para um ser humano que ainda descobre dia a dia quem é e onde vive. Aos poucos, Laura terá noção do tamanho de nosso mundo, das leis que regem a complexidade da vida na Terra, das consequências de suas ações sobre ela, mas, antes que ela possa compreender um pouco de nosso cosmos, ela já terá aprendido hábitos sustentáveis. Eu sou herdeira direta da Eco 92 (eu estava lá, novinha, com meus 9 anos) e senti naqueles dias a importância da minha geração. Eu espero que essas datas sirvam para marcar nossas memórias e para transformar nossa cultura, firmando uma forma sustentável e generosa de nos relacionarmos com nosso planeta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eu espero que a primeira grande festinha de Laura marque em sua memória a delícia que é estar entre amigos no meio de árvores, pássaros e peixes protegidos e preservados em seu aniversário!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;*Imagens: fotos da festinha de Laura no Jardim Botânico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-4640104824915424764?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/4640104824915424764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=4640104824915424764&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/4640104824915424764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/4640104824915424764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/04/super-feriadao-de-comemoracoes-dia-da.html' title='Super feriadão de comemorações: Dia da Terra e mais!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-z36P93XUJxM/TbIQqnd2uyI/AAAAAAAAAew/r1tzqXwh-rw/s72-c/HPIM1009.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-859965128034422338</id><published>2011-04-19T00:05:00.000-03:00</published><updated>2011-05-14T22:01:28.674-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Solidariedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Brasil'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Paternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Fraldas Ecológicas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Mudanças a vista!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queridas/os leitoras/es,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vocês estão testemunhando a transformação do blog What Mommy Needs (e de quebra, sua editora, Carolina, que vos fala), em algo mais maduro e amplo. Com o enorme desejo de contribuir para famílias conscientes de seu papel na vida das crianças e na sustentabilidade do planeta, este meu espaço de reflexão está se tornando parte de um grande espaço de trocas e também venda de produtos ecológicos e focados no bem estar das mães e seus filhos de até seis anos de idade. O site &lt;a href="http://www.whatmommyneeds.com.br/"&gt;http://www.whatmommyneeds.com.br/&lt;/a&gt; está em construção e deve inaugurar muito em breve.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, para marcar nossa pré-inauguração (porque ainda teremos muitas mudanças, em contagem regressiva, até o mês de maio), publico hoje uma carta de solidariedade e convocação para a tomada de consciência e atitude de pais e mães sobre a violência na infância. O convite para publicá-la veio de uma querida blogueira e empreendedora, que também é fornecedora de nossa loja, a Ana Claudia Bessa, do blog &lt;a href="http://www.futurodopresente.com.br/"&gt;Futuro do Presente&lt;/a&gt;. Por favor, leiam com calma e divulguem este precioso manifesto coletivo!&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Que futuro terão nossos filhos?&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se desejamos alcançar uma paz real no mundo, temos de começar pelas crianças. Gandhi&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor! Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ana Cláudia Bessa www.futurodopresente.com.br&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cristiane Iannacconi www.ciclicca.blogspot.com&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Letícia Dawahri&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Luciana Ivanike www.lucianaivanike.blogspot.com&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Monique Futscher www.mimirabolantes.blogspot.com &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Renata Matteoni www.rematteoni.wordpress.com&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2639068505175699585-859965128034422338?l=www.whatmommyneeds.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://www.whatmommyneeds.net/feeds/859965128034422338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2639068505175699585&amp;postID=859965128034422338&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/859965128034422338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2639068505175699585/posts/default/859965128034422338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.whatmommyneeds.net/2011/04/mudancas-vista.html' title='Mudanças a vista!'/><author><name>Carolina Pombo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17817012710861300631</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_sdvwSmtjAIY/TFjLE8zxD6I/AAAAAAAAAWQ/PmO_Mrxf02I/S220/IMG_8608.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2639068505175699585.post-2208481683882843474</id><published>2011-04-17T17:52:00.001-03:00</published><updated>2011-05-14T21:54:00.680-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Amamentação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Identidade Feminina'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Creche e cia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maternidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Depressão pós-parto'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Consumo Consciente'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Família'/><title type='text'>Confissões de uma mãe ordinária e flexível</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje eu não vou citar nenhum texto acadêmico ou reportagem. Nem vou mencioar nenhum blog ou programa de tv ou filme ou &lt;strike&gt;livro&lt;/strike&gt;, enfim... Hoje eu vou falar com meu coração, misturado a tantas coisas que tenho ouvido, testemunhado e aprendido em diversas esferas da vida (e minha vida nunca teve tantas "esferas" como agora: mãe-empresária-tutora-psicóloga-escritora-esposa-filha-irmã-etc etc etc). A minha confissão&amp;nbsp;surgiu de muitos momentos de auto-reflexão e de uma boa conversa que tive ontem com meu marido:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Às vezes, &lt;strike&gt;tenho tanto medo&amp;nbsp;da falta de&amp;nbsp;controle que&lt;/strike&gt;&amp;nbsp;priorizo muito a transmissão de meus valores, e isso pode me fazer atropelar a singularidade de minha filha. Quando ela vibra em frente a uma mochila toda rosa e cheia de princesas, eu logo falo "é muito feia, é muito rosa, vamos procurar outra", e ela, mesmo choramingando, me repete "é feia!". Quer dizer, quando eu me proponho a ensinar algo a ela e a passar alguns valores que acho fundamentais, corro o risco de atropelar sua individualidade, seu jeitinho próprio de enxergar as coisas e os motivos pessoais para suas reações. E eu sou assim por que tenho o maior medo de ser uma péssima mãe! Tenho medo de fracassar na transmissão dos valores de cidadania que tanto prezo. Tenho medo de que ela absorva os modelos desiguais e injustos de nossa sociedade (o machismo, a homofobia, o consumismo, enfim). Mas, sei que eu não tenho o controle disso, e que ao mesmo tempo, meu papel é fundamental. A maior das ironias é que eu quero tanto que ela seja feliz que corro o risco de atropelar sua felicidade autentica!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu disse que não ia citar nada nem niguém, mas parece inevitável porque as coisas que tenho lido ficam pululando em minha mente, como borboletas tontas que precisam de ar e por isso precisam sair! E eu tenho lido o livro de Oliver James, &lt;a href="http://www.waterstones.com/waterstonesweb/products/oliver+james/how+not+to+f***+them+up/7919975/"&gt;"How not to&amp;nbsp;f*** them up&lt;/a&gt;". Ele me faz refletir o tempo todo sobre que tipo de mãe sou. Não a que eu gostaria de ser, mas a que sou fundamentalmente.&amp;nbsp;Ele se baseia numa grande pesquisa inglesa que identificou três padrões de "mães": as organizers (organizadoras), as huggers (que aqui podemos chamar de "mamíferas") e as fleximums (as flexíveis), e descreve bem cada padrão com exemplos reais, sem hierarquizar nada. Apesar de haver, claramente, uma guerra de valores entre elas - o que o autor chama de "guerra das mães" - não há um padrão melhor, apenas diferenças que devem ser conhecidas por cada mãe que deseja tornar sua relação com os filhos&amp;nbsp;mais tranquila. Não é saudável para a família que uma mulher com características do tipo "organizadora" se force a exercer o papel de uma "mamífera", nem o contrário. O autor relata sua experiência como filho de uma psiquiatra bem sucedida que abriu mão da carreira para cuidar de três filhos, como um exemplo triste desse tipo de situação. Não é bom que a gente simplesmente obedeça a um padrão tido por "natural" ou "normal", sem entender os meandros de nossas próprias necessidades, como mães e como mulheres.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma mãe organizadora trataria de planejar, com bastante antecedência, uma creche-escola afinada ao máximo com seus valores, uma super babá altamente qualificada, e uma rotina profissional previsível, para ter sempre aquele tempo&amp;nbsp;reservado&amp;nbsp;com&amp;nbsp;a filha e não perder a oportunidade de ir ao cinema uma vez por semana com o marido. Se a filha ficasse doente ou tivesse problemas na escola, ela se sentiria tentada&amp;nbsp;à mudar&amp;nbsp;o estilo de vida, mas certamente não con
